Arquivos para a categoria ‘Governo’

Governo não vai taxar a poupança

sexta-feira - 23/outubro/2009

O jornal O Globo informa que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva está decidido a enviar ao Congresso Nacional a proposta de tributação da caderneta de poupança e está disposto a alterar de R$ 50 mil para R$ 100 mil, o piso de depósitos novos a partir do qual inicidiria Imposto de  Renda a uma alíquota de 22,5 %.  A idéia do presidente, segundo auxiliares, é cobrar o imposto apenas para os novos depósitos.  A  mesma idéia já foi apresentada pelo senador Francisco Dornelles (PP-RJ), que é contra a taxação, mas se não houver jeito essa seria a melhor alternativa. Lideranças da própria base governista tem receio do impacto que essa taxação terá nas vésperas de eleição e estão resistindo.  O senador Dornelles voltou a falar da taxação da poupança no Jornal da Manhã da Rádio Jovem Pan. Ele chegou  a afirmar que o governo não irá enviar o projeto ao Congresso,  apesar do presidente Lula afirmar o contrário, em entrevista ao jornal Folha de São Paulo. Vamos ouvir o que disse Dornelles:

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Visita do presidente Lula foi vergonhosa

sexta-feira - 16/outubro/2009

Usando a linguagem do presidente Lula, o bispo da cidade baiana de Barra, dom Luiz Cappio, disse em entrevista ao Jornal da Manhã que o projeto de transposição do Rio São Francisco corre como um Tsunami, invadindo terras, passando por cima de vilas  e desrespeitando a propriedade do home do campo. Enquanto isso, as obras de revitalização do “Velho Chico” tem o ritmo de marolinhas. Dom Luiz Cappio, que no ano de 2007 chegou a fazer greve de fome por 23 dias para protestar contra a obra, denunciou que na frente das máquinas que estão abrindo o canal da transposição, vai uma viatura da polícia para conter manifestação de protesto de moradores contrários a obra. Para dom Cappio é uma vergonha chamar o que foi feito na cidade da Barra de obra de revitalização do São Francisco.  “Foi apenas um gesto eleitoreiro para mostrar para o Brasil aquilo que não está acontecendo. A revitalização não está acontecendo”, afirmou dom Luiz Cappio. Ouça a entrevista:

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Prova do Enem foi furtada impressa

quinta-feira - 1/outubro/2009

O ministro da Educação, Fernando Haddad, dise em entrevista ao Jornal da Manhã que decidiu cancelar o Enem após uma repórter do jornal O Estado de São Paulo ter relatado alguns detalhes da prova impressa que  seria aplicada no fim de semana. O jornal procurou o ministro após receber a oferta de um homem que queria 50 mil reais para mostrar o exame.  ”A prova não foi somente vazada, foi furtada impressa na gráfica.  Com as evidências, decidimos cancelar porque fazer  prova e anular depois seria muito pior”, afirmou o ministro que já colocou a Polícia Federal no caso esperando que os responsáveis sejam presos rapidamente. Fernando Haddad disse que,  deverá fazer novo exame dentro de 45 dias, tempo que o Inep deverá aproveitar para alocar estudantes que estão reclamando da distancia do local da prova. Ouça a entrevista:

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Governo pode desistir de taxar poupança

terça-feira - 29/setembro/2009

O governo está sofrendo muitas resistências ao projeto de taxação das cadernetas de poupança com saldo acima de R$ 50 mil, e poderá até desistir da proposta. A reação não vem só da oposição, mas tambem de parlamentares da base aliada. O senador Francisco Dorneles (PP-RJ), com a bagagem de quem já foi secretário da Receita Federal, disse em entrevista ao Jornal da Manhã que a taxação não é o melhor caminho para impedir a migração de recursos dos fundos de renda fixa para a poupança. Segundo Dorneles, o governo deveria simplesmente reduzir o imposto incidente sobre os fundos.  Caso o governo insista em tributar a poupança, Francisco Dorneles recomenda que a taxação só aconteça em contas acima de R$ 100 mil. Ele acredita que o governo poderá acabar desistindo de taxar a poupança. “Não é muito simpático. Há sempre uma reação”, disse o senador carioca. Vamos ouvir a entrevista:

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Exclusividade da Petrobrás é retrocesso

terça-feira - 1/setembro/2009

O outro lado do pensamento dos analistas defende menos estatização para a questão do pré-sal. David Zilberstajn, que já foi diretor da Agência Nacional do Petróleo, acredita que a Petrobrás ser definida como a única responsável para perfurar poços e extrair o óleo, significa um retrocesso porque a concorrência é sempre benéfica. Zilberstajn tambem foi entrevistado  no Jornal da Manhã e fez muitas críticas à proposta de marco regulatório apresentada pelo governo nesta segunda. Essa exclusividade de produção da Petrobrás vai dificultar muito tecnicamente e financeiramente o projeto.  O principal problema, segundo ele, é a total indefinição para a extração de petróleo na camada pré-sal no Brasil. “Até agora ninguem sabe nem aproximadamente quanto vai ser arrecadado, porque não se tem nem os custos na extração nem de logística”, disse Zilberstajn.  Os analistas só concordam  que o pedido de urgência para o Congresso discutir os projetos em 90 dias é muito prejudicial. Ele afirmou que o petróleo do pré-sal só começará a jorrar em 15 dias, e não adianta de maneira açodada discutir um tema que na prática começa em 15 anos em 90 dias.  Ouça a entrevista:

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Urgência do pré-sal tem viés eleitoreiro

terça-feira - 1/setembro/2009

A divulgação do marco regulatório do pré-sal causou controvérsias. Alguns analistas entendem que o governo apresentou uma proposta estatizante e nacionalista, dando a Petrobrás a exclusividade na produção do óleo na camada pré-sal, e prevê ainda uma capitalização recorde de R$ 100 milhões.  O governo, ao contrário do que havia combinado com os governadores de São Paulo, Rio e Espírito Santo, decidiu pedir urgência nos 4 projetos de lei enviados ao Congresso. O professor da USP, Ildo Sauer, especialista em energia que foi diretor da Petrobrás, acredita que a proposta foi menos ruim do que se prenunciava. Ele defende ainda mais estatização, porque quem quer o contrário são os “entreguistas”.  Segundo Ildo Sauer, hoje no mundo todas as grandes reservas de petróleo estão nas mãos de estados nacionais e empresas estatais. “O que está em jogo é o excedente econômico, que no Brasil pode significar um volume entre 500 milhões e 1 bilhão de dólares por dia de lucro. Esse dinheiro tem que ser aproveitado socialmente. Por isso tem que ser estatal”, afirmou o professor da USP. Ildo Sauer considerou inadequado o prazo de 90 dias para discussão no Congresso. Tem um viés eleitoreiro. Ouça a entrevista de Ildo Sauer no Jornal da Manhã:

 

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Receita vai ganhar com a saída de superintendentes

terça-feira - 25/agosto/2009

A Receita Federal poderá ter algum ganho  com a entrega de cargo de funcionários em protesto às exonerações de dois assessores ligados a ex-secretária Maria Lina Vieira. Entre os funcionários estão cinco superintendentes regionais, coordenadores, além do subsecretário de Fiscalização, Henrique Jorge Freitas da Silva.  Quem afirmou que a Receita poderá ganhar com a saída desses funcionários, foi o ex-secretário Everardo Maciel em entrevista ao Jornal da Manhã da Rádio Jovem Pan. Para Everardo, não está acontecendo nenhuma ingerência política na administração da Receita como denunciaram os demissionários. “Pelo contrário. A Receita está se despolitizando,  está voltando ao seu leito natural e vai ter condições técnicas  de exercer seu trabalho”, disse o ex-secretário. Everardo disse que a ingerência política aconteceu com a saída do secretário Jorge Rachid, com o afastamento de uma equipe técnica extremamente qualificada, que não fez  qualquer tipo de movimento, queixa ou ressentimento. Ouça a entrevista:

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Saúde quer evitar mais mortes da gripe suína

segunda-feira - 20/julho/2009

O Ministério da Saúde decidiu mudar o foco de suas ações de como agir em casos de gripe suína. O objetivo primordial passou a ser evitar mortes e, não mais, impedir a todo custo a disseminação do vírus pelo país.  A informação é do ministro José Gomes Temporão, entrevistado no Jornal da Manhã da Rádio Jovem Pan. Temporão disse que, completeados 86 dias da descoberta da doença, no primeiro momento a estratégia inicial foi restringir a cirulação do virus no país, mas chega um momento que as pessoas que trazem o virus de fora entram em contato com outras pessoas estabelecendo um arede que cresce em progressão geométrica. “Nenhum país consegue impedir que o virus circule. Estamos numa nova etapa”. disse Temporão.  O ministro chama a atenção principalmente para pessoas do grupo de risco como idosos, crianças na faixa de dois anos de idade, mulheres grávidas e portadores de doenças crônicas como câncer, aids, diabéticos e hipertensos, que se tiverem febre acima de 38º, tosse, dor no corpo e dificuldade respiratória deve procurar o  serviço de saúde. Ouça a entrevista:

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O modelo da Receita precisa mudar, não o secretário

segunda-feira - 13/julho/2009

“O modelo da Receita é que precisa mudar, não o secretário”.  Foi o que disse Everardo Maciel, ex-secretário da Receita e integrante do Linha de Frente da Jovem Pan, ao comentar a informação da demissão de Maria Lina Vieira.  Ele inicialmente lamentou a demissão da secretária quwe vem sendo especulado há 2 ou 3 meses, nuima espécie de fritura. Para Everardo, ela não pode ser responsabilizada no episódio da fiscalização da mudança contábil que fez a Petrobrás pagar menos 4 bilhões de reais de impostos e a queda na arrecadação. “O modelo é equivocado,  privilegia questões  políticas. Há um processo de desmonte na Receita que perde força para reagir a situações adversas como a crise econômica”, afirmou Everardo Maciel em entrevista ao Jornal da Manhã. Ouça o que ele falou:

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Brasil não aceita novo governo em Honduras

segunda-feira - 29/junho/2009

O presidente Lula condenou nesta segunda (29), o que considera golpe de Estado em Honduras.  Segundo ele, a única saída para o país é a democracia. “Não há meio termo. Temos que condenar esse golpe”, disse, em seu programa semanal de rádio Café com o Presidente.  O presidente de Honduras, Manoel Zelaia, foi retirado do poder no último domingo, e enviado para  a Nicarágua. Para Lula, Zelaia deve retomar a Presidência de Honduras, sendo essa a   única condição” para que o Brasil possa estabelecer qualquer tipo de relação com o país. “Se Honduras não revir a posição, vai ficar totalmente ilhado no meio de um contingente enorme de países democráticos”, disse.