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“Pais: entrem na luta contra as drogas!”

Emails enviados à Campanha pedem maior participação da Família e da Educação na luta contra as drogas:

Mayara escreveu:

“E o que fazer se a unica esperança para um mundo melhor é a educação dos nossos jovens.
Deixar de acreditar em nossas crianças?
Elas precisam de nossa ajuda. E o que vamos fazer agora?
Isso que cada um deveria se perguntar todos os dias ‘ O que posso fazer hoje para que amanhã seja melhor?’ Não só por nós mesmo pelo próximo também.
Agora eu lhe pergunto: – O que VOCÊ pode fazer?”

A SOLUÇÃO COMEÇA EM CASA
Elmer S. Pessoa – DCIM –
55º GRUPO ESCOTEIRO MORVAN DIAS FIGUEIREDO – Santos/SP

”Como é difícil educar os filhos nos dias de hoje! Os pais trabalham, trabalham, e pensam que já estão fazendo o máximo e, o pior, pensam que já é o suficiente…
Ficam revoltados quando um filho põe as ‘manguinhas de fora’, chamando-os de caretas, de chatos. Mas o que os pais não pensam é que, às vezes, os filhos podem ter razão em suas afirmações.
Afinal, muitas vezes, os pais não procuram entender seus filhos, pois, para eles, os filhos são sempre crianças.
Não raro, estão ansiosos para falar sobre suas vidas, seus problemas, suas aflições, sobre sexo, drogas, inseguranças etc. e não encontram eco.
Mas, estes pais precisam, ao chegar cansados do trabalho, sentar à frente da TV para assistir ao jornal, à novela que estão acompanhando, ou um bom filme e a noite chega ao fim, na mesma velocidade que chega ao fim a maravilhosa oportunidade que tinham de terem um franco diálogo com seu filho e consolidar uma confiança mútua e duradoura.
A verdade é que poucos pais deixam os programas da TV para dedicar um tempo aos seus filhos. E, ainda por cima, só o fazem quando recebem queixas da mãe por terem feito artes ou recebem o boletim escolar com notas baixas e mau comportamento. Aí, aplicam uma sonora bronca ou ministram aquele castigo mais temeroso, proibindo isso ou aquilo, dando o caso por encerrado na certeza que o problema está resolvido.
Hoje, infelizmente, o tóxico está instalado nas escolas, nos clubes, nas esquinas, em todos os lugares, no Brasil e no mundo…
Então, não devemos ficar apenas olhando a TV ou acompanhando pelos jornais, esboçando um sorriso quando anunciam que uma quadrilha de traficantes foi presa, ou que grandes quantidades de tóxico foram incineradas pela justiça.
Acreditem; é uma gota no oceano o que a Polícia consegue apreender e a maior quantidade continua nas ruas a espera de jovens desprevenidos, para serem aliciados e iniciados no vício.
Não podemos agir como se “não tivéssemos nada com isso”, e que os problemas, provavelmente, serão controlados e tudo ficará bem. Nossos filhos, sobrinhos e os amigos deles, estarão protegidos!
Isso não existe! Não se iludam com esse sonho, não permitam que a negligência faça parte da sua vida…
Quem são os culpados desse fenômeno assustador do crescimento da indústria, tráfico e comércio da droga?
Vários fatores podem ser apontados, mas um deles é notório e temos que encarar frente a frente à realidade sem ingenuidade: o pai omisso, acomodado e negligente. Aquele que não tem tempo para seu filho…
Muitas vezes, um lar desajustado, uma mãe dominadora, sufocante, procurando viver a vida do filho, nunca ouvindo suas opiniões e suas aflições, não percebendo as mudanças comportamentais de seus filhos.
Agora, imaginemos também o outro lado: “amigos” ouvindo e fingindo valorizar as opiniões deste jovem, concordando com suas idéias, bebendo e usando tóxicos, sem ninguém par dar ordens, impor comportamentos ou criticá-lo abertamente. Aceitando-o na turma sem restrições. Certamente, será uma maravilha até estar comprometido e preso ao vício.
Muitas vezes é o que acontece com nossos filhos. Se eles não encontram o apoio, o diálogo, a verdadeira amizade em casa, vai buscá-la na rua e, quando menos esperam, estão dependentes da droga.
Na maioria das vezes, as Instituições Especializadas atacam o efeito, mas não conseguem atuar na causa, pois esta é, na grande maioria, subjetiva, difícil de ser identificada a tempo, e, encontrando condições favoráveis, evoluem, chegando à dependência.
Um lar bem formado, pais atentos e companheiros, amizades de bom caráter e princípios religiosos influem positivamente na estabilidade emocional dos nossos jovens, e, certamente, o Escotismo contribui decisivamente para a boa formação dos nossos filhos, fato este, já comprovado há mais de cem anos.
Muitos jovens procuram erradamente nas drogas o estímulo e a valorização que não encontraram no lar. Procuram ser aceitos na “turma”, porem, às vezes, procuraram a turma errada! E, com a carência de carinho e segurança, tornam fragilizados e presa fácil para os traficantes.
A arma mais eficiente e que poderá vencer o traficante é o amor verdadeiro, a amizade, o carinho e a segurança de um lar, onde haja espiritualidade e que exista verdadeiramente a presença de Deus. Um lar verdadeiro! O tráfico de drogas só tenderá a desaparecer quando não mais existir o consumidor.
Portanto, pai, mexa-se rápido, pois o tempo está passando! Precisamos vencer esta guerra! Adote seu filho antes que algum traficante o faça!”

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  • http://n/d Giancarlo Valente

    Fazer aqui a descrição humana do Dr PESSOA Elmer não é o lugar apropriado e nem ele precisa disso.
    A colocação acima é validissima e se não o fosse .. nem o Governo instituiria os “amortizadores sociais” para manter as crianças no circulo casa-escola.
    O que acontece é que as duas pontas ( a casa de um lado e a escola do outro ) precisam elas por si de apoio.
    Não sei se amanha , num momento de um recrutamento, a informação de “eu jogava tal esporte” quando não podia por Lei trabalhar resolve o recrutamento.
    Portanto o escotismo preenche PARTE DO TEMPO LIVRE do jovem, desde que ao menos um dos responsaveis apoie a ideia, seja quer AMIGO DA ESCOLA quer AMIGO DO MOVIMENTO.
    Meus cumprimentos e grato pela oportunidade