Category Archive for: Radar Design

IMG_9411

A cor rosa foi muito usada na década de 40, um rosa seco com vários nomes: Rosa iogurte, bois de rose, pó de arroz. É uma cor suave que faz um contraste lindo com tons escuros e com a madeira. Muito chique, pode ser usada com preto ou cinza sem ficar feminina.

Na Casa Cor São Paulo o rosa está em destaque e aparece em vários ambientes, como no closet que o arquiteto David Bastos assina para a Ornare. Dá para imaginar um closet inteiro cor de rosa?

A carioca Paola Ribeiro pincelou seu ambiente na cor e Paloma Yamagata fez uma bancada rosa iogurte no banheiro. Ficou demais! Ela usou os metais na cor preta fazendo um contraste bem contemporâneo.

Para a Suíte Arquitetos, a inspiração foi o mármore perlino rose do museu russo Hermitage. Vamos ficar ligados no Rosa!!

 

Casa Cor São Paulo – De 23 de maio a 23 de julho, terça a domingo, das 12h às 21h

Jockey Club de São Paulo – Avenida Lineu de Paula Machado, nº 1075 – Cidade Jardim

De terça a quinta-feira: ingresso inteiro: R$ 56 | meia entrada: R$ 28

Sexta, sábado, domingo e feriados: ingresso inteiro: R$ 70 | meia entrada: R$ 35

Valet: R$ 35

 

 

[caption id="attachment_36136" align="aligncenter" width="700" caption="Paloma Yamagata"][/caption] [caption id="attachment_36137" align="aligncenter" width="700" caption="Paola Ribeiro"][/caption]

 

[caption id="attachment_36141" align="aligncenter" width="700" caption="Suite arquitetos"][/caption]

IMG_1299-2

As plantas voltaram para dentro de casa e fazem parte da decoração. É tudo muito cíclico: Nos anos 70 todo mundo tinha samambaia em casa e nos anos 80 a preferida era a árvore da felicidade.

Nos anos 90 as plantas saíram de dentro de casa, só se usava flor, era tudo bem minimalista. Agora está voltando pra valer! De vasos grandes até muitos vasos pequenos com plantas diferentes. Voltou avenca, voltou samambaia. A planta volta como um objeto de decoração.

A samambaia vem agora pendurada em cordas lindas como esculturas, plantas em estantes, em cestos, plantas em centro de mesa. É um novo olhar para o verde.

 

2-japan-house-tc3a9rreo

A cidade de São Paulo acaba de ganhar um espaço dedicado a difundir a cultura japonesa.

Japan House é uma iniciativa do governo japonês e traz um novo olhar sobre o Japão contemporâneo, com espaço para exposições, teatro, lojas e gastronomia.

Existem três Japan House no mundo: Uma em Londres, outra em Los Angeles e a de São Paulo. A nossa cidade foi escolhida por ter a maior comunidade japonesa fora do país, por ser o principal centro econômico da America Latina e um polo importante de produção artística e cultural.

O projeto de arquitetura é de Kengo Kuma, reconhecido internacionalmente pelo uso inovador de materiais naturais como a madeira e o papel.

764461b16faa708144ed6054d84b7cd6

Hygge é um novo movimento na decoração, um conceito escandinavo que pode ser traduzido como “acolhedor” ou “aconchegante “ Dizem que ele torna os lares mais quentes e as pessoas mais felizes.

Ele faz um contraponto com a vida agitada que levamos e se concentra em pequenas coisas que são realmente importantes: Como passar mais tempo com os amigos, familiares, desfrutar das coisas boas da vida.

Não se trata de uma abordagem da nova burguesia, mas sim uma atitude de design em relação às coisas, as pessoas e as situações do dia a dia, como o uso de móveis com história e materiais naturais

Com isso, cresce a importância dos projetos de iluminação, dos tons pastéis amigáveis, assim como os tons verdes naturais. Tudo reforçado pelo mobiliário de design escandinavo: pequeno, natural, despretensioso para ambientes mais acolhedores e naturais

 

IMG_7402

A cor azul é um clássico, uma cor que transmite calma e é sempre muito usada na decoração. O que a gente percebe agora são tingimentos especiais, grafismos, em tons de azul.

A Entreposto, uma loja de tecidos aqui em São Paulo, lançou uma coleção linda chamada Índigo inspirada em uma técnica artesanal usada pela civilização africana Mali

Índigo é um dos mais antigos corantes para tecidos do mundo. É uma técnica milenar que consiste na fermentação de folhas de espécies anileiras – folhagens que são materia prima para se obter o anil -resultando em uma água verde que oxida e se transforma em um pigmento azul.