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Oswaldo Corneti/ Fotos Públicas

Aplicativos transformam economia tradicional em “compartilhada”; entenda

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Provavelmente a cena já aconteceu em algum momento da sua vida. Você navega despretensiosamente pela web quando se depara com a descrição de um novo aplicativo sugerido por alguém e pensa: “caramba, que prático, é exatamente disso que eu precisava”. Familiar, certo? Não apenas com você.

Nos últimos anos, um novo tipo de economia surgiu para chacoalhar o mundo econômico tradicional. Uma economia que diminuiu a importância do valor monetário de determinado produto e ampliou o valor simbólico que um serviço pode ter ao apresentar soluções para problemas cotidianos. Tudo isso com uma simples palavra: compartilhamento.

Pode-se, por exemplo, compartilhar um quarto que está desocupado em casa. Compartilhar uma carona ou uma corrida de táxi. Compartilhar utensílios domésticos e ferramentas que não são utilizados o tempo todo. Compartilhar roupas. Compartilhar filmes, seriados, livros, músicas.

E uma das maiores revoluções nisso tudo é que não é necessário ser uma grande empresa e nem ter grandes fontes de recurso aqui. Sozinho você pode oferecer e utilizar alguns desses serviços. E, caso precise de algum capital inicial, ainda há a possibilidade de consegui-lo através de sites de crowdfundings, plataformas online de captação para projetos.

No Fórum Mitos e Fatos: Transformação Digital, realizado pela Jovem Pan no Tivoli Mofarrej, em São Paulo, no dia 28 de julho, os convidados entrarão de cabeça nessa discussão. Será que esse novo modelo veio para ficar? Ele vai ser adotado também pelas corporações? Existe algum tipo de preocupação aqui?