Arquivos para a categoria ‘Desafio das Estrelas’

Desfilando…

quinta-feira - 4/dezembro/2008

(SÃO PAULO) Bom dia a todos. Como sobraram fotos do Desafio das Estrelas, confira o Drivers Parade (desfile dos pilotos) antes da corrida.

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Mão na Massa

quarta-feira - 3/dezembro/2008

(SÃO PAULO) Sobraram algumas fotos do Desafio das Estrelas que gostaria de compartilhar. Uma, em especial, é curiosa. Piloto gosta tanto de correr de kart, que até da organização participa. Vejam Lucas di Grassi e Dudu Massa acariciando uma zebra.

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Para encerrar o assunto

terça-feira - 2/dezembro/2008

(SÃO PAULO) Vi que a polêmica do Desafio das Estrelas continua forte. Acompanhei tudo de perto e acho que vale colocar um ponto final com alguns áudios que mantive guardados.

Antes de mais nada, o evento foi um sucesso. Às vezes, não conseguimos dar o devido valor aos torneios organizados por aqui. Fala-se muito em fazer Copa, mas ao mesmo tempo critica-se a competência para desempenhar a função. O Desafio das Estrelas foi impecável. A ação beneficente vem crescendo ano a ano. Em 2007, a parte esportiva cresceu demais e algumas falhas foram vistas. Na edição 2008, a organização mostrou enorme crescimento e atenção com os poucos deslizes do ano anterior.

Trocando em miúdos, o evento era feito para participantes e a imprensa não tinha como cobri-lo de forma eficaz. Tivemos, no último fim de semana, uma melhora incrível e pudemos, sim, trabalhar em condições adequadas. Parabenizo a organização, porque sempre tiro o chapéu para quem sabe observar erros e evoluir.

Sobre a corrida, só posso dizer que esse evento é muito legal. Os pilotos são rápidos e dão show de pilotagem. Quem acompanha nas arquibancadas vê uma aula de arrojo e disposição. Disposição, esta, que gerou barulho nos últimos dias. Farei agora um balanço com informações e opiniões.

As duas baterias foram muito movimentadas. Mais do que em 2007. Na primeira Liuzzi dominou amplamente, mas sentia suas costelas. Quando foi ultrapassado por Rubinho, desistiu da disputa. Confira.

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“Foi uma pena ter problema com minha costela após 15 voltas. O grupo foi capaz de me alcançar por causa de minha dor. Sem aquilo, eu poderia, talvez, vencer a primeira bateria. Uma pena mas é o esporte”. Depois eu pergunto se a dor maior foi gerada no toque com Rubens. “Naquele momento eu já sentia dores há umas seis voltas. O circuito tem muitas ondulações e você tem que usar muitas zebras. Ontem, eu não usei a proteção e isso não me ajudou”.

Uma pena para o espetáculo, porque o italiano estava voando baixo. Porém, o caos ainda estava por vir. A segunda bateria foi quente. No pelotão da frente, é verdade, uma luta limpa entre Felipe Massa, Felipe Giaffone e Xandinho Negrão. No meio, pouco depois da largada, muitos toques. E não era só Rubinho que levava. Era um toma lá da cá.

Sinceramente, não vi problema em nenhum toque, exceção ao último de di Grassi em Rubens, de fato, mais forte. Barrichello foi pra fora da pista. Na saída do kart, indignado, concedeu entrevista ao repórter Carlos Gil, da TV Globo.

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Na cabine da Jovem Pan, havia televisor com imagens da Sportv. Surpreendi-me com o tom de Barrichello. Vi que ele estava mesmo de cabeça quente. Semblante amarrado e tom bem pesado. Achei estranho, mas, claro, ele estava de cabeça quente. Concordo com o blogueiro Felipe. Quantas peladas de futebol são praticadas e o clima esquenta. Nem por isso as pessoas não se divertem. Ainda assim, penso que não precisava ficar tão nervoso. Não vejo muito problema em reclamar, apenas o tom era bem forte. Fazê-lo de forma descontraída, como – “eu ganhei, mas peloamordeDeus, hein, os caras estavam pegando pesado”. Acredito, no entanto, que a reação de Rubinho foi maior não por ele mesmo. O piloto está acostumado a piadinhas e ironias ao seu trabalho. Se ficasse em segundo devido aos toques, leria manchetes de que perdeu, de que ficou para trás, de que foi segundo mais uma vez… Lamento, mas certamente alguns escreveriam/diriam isso.

Corri para a área de imprensa. Lá, passa Michael Schumacher. Apresento o áudio do alemão, não apenas o momento em que cita Rubens Barrichello. E reparem: ele também comenta o “clima quente”, porém, de forma descontraída.

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“Foi animado. Alguns estavam mais ‘animados’, lá atrás”. Neste momento uma pausa. Schumacher quis dizer que alguns estavam animados, ou seja, estavam exagerando. Mas falou na boa. A repórter não compreendeu e achou que ele queria dizer que estavam felizes pelo resultado e ele não porque não venceu. Schumacher faz a correção e completa: “Não é por isso, você não pode vencer sempre. Alguns estavam ‘animados’ atrás de mim, chutando-me pra fora da corrida”.

Aí eu pergunto uma coisa que me intrigou. Na primeira bateria, depois que erra e Rubinho o acerta no meio, a carcaça de Schumacher ficou completamente destruída. Em duas voltas, o carro parecia consertado. Perguntei se ele arrumou de dentro do kart. Ele responde (com gestos inclusive) que sim e ficou socando o carro para acertá-lo. Ele finaliza com a frase de Rubens.

Não vejo muito problema no que Schumacher disse. Ele estava tranquilo e distribuía sorrisos. Mas, assim como Rubinho, ressaltou os toques durante a prova.

Mais tranquilo e já na coletiva, Rubens Barrichello respondeu minha pergunta da irritação com di Grassi e Schumacher.

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Deu para perceber que ele ficou a segunda corrida toda pensando no toque com di Grassi pensando que perderia o título. Desceu do carro alterado e descontou no jovem e no alemão. Depois, rebateu o que disse Schumacher.

 

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Lucas di Grassi foi questionado sobre as reclamações de Barrichello. E disse:

 

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Sobre o que disse Victor Sens, blogueiro do DFDP, Rubinho foi mesmo ovacionado. Ano passado foi a mesma coisa. É impressionante. Tanto que o questionaram sobre isso.

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E vale finalizar o giro de vozes com Felipe Giaffone, segundo na segunda bateria. O piloto é organizador das 500 milhas da Granja Viana. Lá, houve quase quebra-pau envolvendo o time de Nelsinho Piquet, que foi desclassificado. Giaffone fica feliz de estar de fora das polêmicas em Florianópolis e frisa: “prefiro lutas limpas”.

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Uma análise final. Às blogueiras encabeçadas pela Keli, fã assumida, digo apenas: acalmem-se. Claro que vocês são torcedoras, e odeiam ouvir críticas a Rubens Barrichello, porém, ele é ser-humano como qualquer outro e comete seus erros. Compreendo a indignação quando ele é desrespeitado, até porque eu mesmo odeio quando as pessoas, não apenas Rubens, são tratadas de forma pejorativa. Porém, é inegável que o tom naquela entrevista à Sportv não era o mais apropriado.

Finalizo com uma idéia que tenho. Penso que quando se quer criticar alguém ou algo, faz-se de qualquer jeito. Uma vez meu amigo Wanderley Nogueira, da Jovem Pan, disse a mais absoluta verdade. O papo era lista de casamento. Uma pessoa iria casar e não tinha como convidar toda a redação da Jovem Pan. Temia, no entanto, ser criticado por isso. Wanderley disse: “Fulano, quando se quer criticar, critica-se de qualquer forma. Se você convidar todos, muitos ficarão dizendo que a noiva está gorda, a maionese estragada e o som é péssimo…”. Pior que é verdade!

Pensemos em Rubens. Se ele fala é um tonto, enquanto Nelson Piquet é o máximo pela polêmica que gera. Se fica calado um bundão, enquanto Raikkonen quando se esquiva de polêmica tem jeito particular e respeitado. Massa na Malásia não admitiu erro e foi criticado. Em Spa, admitiu ser conservador e também foi criticado. Hamilton fala que é bom é arrogante. Hamilton faz-se de modesto é falso. Ou seja, quem quer criticar, critica sempre.

Convencionou-se nesta terra falar mal de Rubinho. Imaginem se no lugar de Schumacher, que rodou na primeira bateria, fosse Rubinho a fazer a manobra. Seria manchete: “Rubinho treme diante de Schumacher e roda”. É ou não é? Repito post que fiz dias atrás. Em alguns casos ele é infeliz nas palavras, mas nada que seja digno de ser rotulado como um fracassado. Acho, no entanto, que os fãs deveriam focar na manifestação quente e respeitosa que Rubens recebeu das arquibancadas de Floripa. Não apenas neste ano, que venceu, mas nos anteriores também. Essa de que ele é odiado não procede muito diante daqueles que entendem de automobilismo, como arquibancadas de Interlagos e Floripa, além de outras mundo afora.

Espero com os áudios completos ter ajudado vocês a formarem suas próprias opiniões. E vamos seguir adiante, pois o assunto já deu. Vocês não concordam?

Há mais coisas, aguardem

segunda-feira - 1/dezembro/2008

(SÃO PAULO) Olá queridos e queridas, estou de volta ao lar. Tenho ainda muitas fotos e áudios que vocês gostarão de ouvir. Jeff Gordon, Tonio Liuzzi, Michael Schumacher, Massa, Barrichello, di Grassi…. Vou organizar tudo e começar a “desovar”. Vi que a corrida foi mesmo quente.

Schumacher X Rubinho

domingo - 30/novembro/2008

(FLORIANÓPOLIS) Senhores e senhoras! Meu vôo de retorno é daqui a pouco e preciso sair correndo. Tenho vasto material que postarei depois. Agora, apenas, antecipo a polêmica. Ao vivo na Sportv, Rubens Barrichello criticou Lucas di Grassi e Michael Schumacher por toques em seu carro.

Na zona mista, pude questionar Schumacher sobre a declaração de Rubinho. O alemão disse:

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“Rubens reclama quando ganha e quando perde. É sempre o mesmo”, disse. Na coletiva dos três primeiros perguntei para Rubens sobre a reclamação com Schumacher e di Grassi.

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Barrichello é campeão e se “estranha” com Schumacher

domingo - 30/novembro/2008

(FLORIANÓPOLIS) Rubens Barrichello, como quinto lugar na segunda bateria, conquistou o Desafio das Estrelas. Lucas di Grassi foi vice-campeão por um ponto. Felipe Massa terminou em terceiro.

Após a corrida, Rubinho criticou os toques que recebeu de Lucas di Grassi e Michael Schumacher. Eu perguntei ao alemão o que ele achava da declaração de Barrichello. “Rubens reclama quando ganha e quando perde”, foi sua resposta ao microfone da Jovem Pan. Rubinho já respondeu. Aguardem, pois o evento-festa teve clima quente.

Balanço do sábado

domingo - 30/novembro/2008

(FLORIANÓPOLIS) Posto agora um boletim com depoimentos de Lucas di Grassi, Vitantonio Liuzzi, Rubens Barrichello e Felipe Massa após o treino de classificação do Desafio das Estrelas.

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Dia lindo em Floripa

domingo - 30/novembro/2008

(FLORIANÓPOLIS) Estamos no kartódromo dos ingleses e o dia está lindo. Em breve, às 11:15, a largada para o Desafio Internacional das Estrelas.

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Pole-position é de Lucas di Grassi

sábado - 29/novembro/2008

(FLORIANÓPOLIS) Lucas di Grassi foi muito bem e conseguiu a pole do Desafio das Estrelas. O segundo tempo ficou com Vitantonio Liuzzi, campeão mundial de kart em 2001. Rubens Barrichello larga em terceiro, com Michael Schumacher em quarto. Thiago Camilo, Antonio Pizzonia, Allam Khodair, Ricardo Zonta, Max Wilson e Marcos Gomes completam os dez primeiros.