Arquivos para a categoria ‘GP Canadá’

Manobra do ano

segunda-feira - 16/junho/2008

(SÃO PAULO) Não é ufanismo, tampouco amizade. Não precisa ser gênio para avaliar que a ultrapassagem de Felipe Massa sobre Heikki Kovalainen, da McLaren, e Rubens Barrichello, da Honda, ao mesmo tempo, no GP do Canadá, foi o melhor momento da temporada.

Manobras como essa são difíceis mesmo sobre a Force India de Adrian Sutil e Giancarlo Fisichella. Ótimo momento do brasileiro, para festa do box da Ferrari.

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Imagens impressionantes da morte de Gilles

quinta-feira - 12/junho/2008

(SÃO PAULO) Citamos a força que há em torno de Gilles Villeneuve, canadense, morto em 1982, em acidente no circuito belga de Zolder.

As imagens de sua batida são impressionantes.

[youtube]f213BRnjuOI&feature=related[/youtube]

Deram um bico na viúva

quinta-feira - 12/junho/2008

(SÃO PAULO) Era uma vez um piloto genial, arrojado, promissor. Vencia provas, ultrapassava rivais e ganhava fãs no mundo todo. Morreu, precocemente, na Bélgica. Isso o transformou no maior mito da F-1, até que doze anos mais tarde um tricampeão falecia da mesma forma, no caso na Itália, colocando-o como o segundo maior mito da Fórmula 1. Seu nome: Gilles.

Mulher de fibra. Capaz de sobreviver a dor da perda do marido, criar os dois filhos com carinho e ainda ver o menino, Jacques, tornar-se campeão do mundo. Seu nome: Joanne.

Jornalista da maior rádio do Brasil, acompanha a F-1 em todos os cantos do mundo e esquece sua credencial no hotel. Um cabeção. Seu nome: Felipe

A história, curiosa e inusitada, aconteceu semana passada, em Montreal. Na quinta-feira, no táxi que me levaria do meu hotel ao hotel de onde saem os transportes que nos levam à pista, dou-me conta que esqueci no quarto minha credencial.

Já tinha tomado conhecimento por outros jornalistas que quando se esquece a credencial, a FIA/FOM providencia uma nova para aquele dia. Fui, portanto, tranquilo ao local. Chegando lá, uma dificuldade, mais de 30 minutos de espera e ainda tive que contar com ajuda de Livio Oricchio, do Estado de SP. Um caos!

Indignado, caminhava com minha credencial nova no pescoço pelo paddock, ainda sem me perdoar por não ter falado para o taxista retornar ao meu hotel (teria sido menos penoso). Foi então que me deparo com a cena mais inusitada da F-1.

Uma mulher, senhora já, defende-se contra fiscal de segurança que queria expulsá-la do local por ela não carregar no pescoço credencial.

Demorei alguns segundos até me dar conta que a senhora em questão é a Joanne, supracitada neste texto. “Apenas”, a viúva do homem que dá nome ao circuito canadense, a maior lenda do país, e um dos maiores mitos do esporte, Gilles Villeneuve.

Naquela baderna surge um funcionário Ferrari com um passe, coloca-o no pescoço dela, vira-se ao fiscal e diz: “Meu querido, você sabe quem é essa madame?”. Ao que ele responde “Sei, mas ela está sem credencial”.

Moral da história: Sem credencial na F-1, tanto faz ser Gilles, Joanne, Felipe ou Zé da cachaça.

Kubica manda recado claro

quarta-feira - 11/junho/2008

(SÃO PAULO) Estamos de volta com força máxima. E não podemos deixar de falar sobre Robert Kubica. O polonês deu show de simpatia e talento e agora é lider do Mundial.

Mas o que mais merece destaque, é a conferência de imprensa que houve após a corrida. No meio Kubica. Ao seu lado direito, Nick Heidfeld, o companheiro, no esquerdo, David Coulthard, da Red Bull. Dois sorriam. Um tinha cara de preocupado.

Kubica deu a primeira vitória à BMW, assumiu a ponta do Mundial e fez o hino da Polônia ser executado na categoria. Sorria à toa. Motivos são evidentes.

À sua esquerda, o feliz David Coulthard. Vinha em uma temporada ridícula, sobreviveu em Montreal, andou bem e conseguiu terceira posição. Sinceramente, não fiquei muito contente. Muitos outros pilotos mereciam mais o pódio do que o escocês. Mas F-1 é isso mesmo.

Na direita, um alemão de cara amarrada. Nick Heidfeld conseguiu impressionante corrida. Foi muito bom. E permitiu a BMW a primeira dobradinha. Teria motivos de sobra para vibrar, desde que no meio da mesa não tivesse o companheiro.

Sabe que a situação não é tranquila. Enquanto o parceiro lidera com 42 pontos, está com 28 (longe de ser ruim) em quinto.

Kubica aproveitou-se do momento de histeria e mandou seu recado: “Ninguém esperava que após 7 corridas estaríamos tão fortes. Eu lidero o campeonato e a a equipe precisa começar a se dedicar a mim”. Tudo isso com Heidfeld ao lado.

A intenção do polonês é empurrar ao máximo a disputa com os rivais. Para isso, quer ter todas os esforços do time.

Áudio da entrevista dos ouvintes com Kubica

segunda-feira - 9/junho/2008

(MONTREAL) Já apresentei a transcrição da sabatina que fizemos com Robert Kubica. Foram seis questões. Nessa matéria, escolhemos três. Na jornada de F-1, domingo, apresentamos as seis. Acompanhem o trabalho, mais uma vez sonorizado pelo brilhante Aloisio Mathias.

http://blogs.jovempan.uol.com.br/jpamnew/esportes/especiais/main.php?id=59

Vídeos e especiais para serem curtidos

domingo - 8/junho/2008

(MONTREAL) Enquanto corro para deixar tudo pronto para a programação da Jovem Pan, convido-os para curtirem o que o blog pode oferecer. Nas categorias vídeos, especiais e fora das pistas você encontra boas curiosidades.

Vilão dos radialistas

sábado - 7/junho/2008

(MONTREAL) Todo ano é a mesma coisa. Os termômetros podem marcar temperaturas altas, como as de hoje, 30 graus, que os canadenses da sala de imprensa ligam o ar condicionado na força máxima. A área dos jornalistas parece um frigorífico. Os profissionais ficam de jaquetas, enquanto trabalham, e para ir ao lado externo tiram quase toda a roupa. A garganta que sofre. Está aí o danado! 

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Barrichello espera que Honda embale como o Corinthians

sábado - 7/junho/2008

(MONTREAL) O ano passado foi cruel com o coração alvinegro de Rubens Barrichello. Mesmo distante do Corinthians, o piloto brasileiro acompanhou o calvário de sua equipe no Campeonato Brasileiro, em campanha que resultou no rebaixamento corintiano. Para piorar, amargou jejum de pontos durante toda a temporada, algo inédito na longa carreira.

“Corinthians e Honda viveram momentos semelhantes em 2007. Eles cairam para a segunda. Nós para a terceira”, ironiza Barrichello.

Lentamente, os dias traumáticos ficam para trás. Rubinho, animado, aposta em crescimento do time após a chegada do diretor-técnico Ross Brawn. Em Mônaco, dia 25 de maio, somou três pontos, seus primeiros no ano. A Honda soma 6 (mesmo número obtido em todo o ano passado).

O Corinthians segue o exemplo da Honda. Na verdade, a passos mais largos. Soma 100% de aproveitamento na Série B e está na decisão da Copa do Brasil. Na última quarta-feira, contra o Sport, no Morumbi, venceu por 3 a 1. A partida da volta acontece em Recife.

“Na minha vida os momentos difíceis foram importantes para me tornar melhor. Com o Corinthians acontece a mesma coisa. Uma ótima chance para rever todas as situações”, analisa Barrichello. “Não é vergonha alguma jogar na segunda divisão. Estamos lá porque merecemos”, completa.

O piloto não esconde que sua atenção como torcedor é a Copa do Brasil. O duelo na Ilha do Retiro será duro, mas Rubinho dá a receita para o time vencer: acelerar. “Só espero que o Corinthians vá pra cima do Sport. Somos melhores quando partimos para o ataque e não quando jogamos com freio de mão puxado, segurando o resultado”.

Sem saber o segredo para dar o salto de qualidade que a equipe paulista apresenta, o veterano com mais Grandes Prêmios disputados na F-1 coclui a conversa com bom humor: “Vou sugerir ao Ross Brawn que ele contrate o Mano Menezes”, afirma, gargalhando, Barrichello.

Entrevista com Robert Kubica

quinta-feira - 5/junho/2008

(MONTREAL) O que tenho agora a dizer é muito legal. Neste sábado, das 8h30 a 8h50, ficarei sozinho com Robert Kubica. Claro, falaremos sobre vários temas. Queria, no entanto, dar oportunidade a 4 felizardos para participar da entrevista. Acompanhem meu raciocínio.

Irei fazer algumas especiais com ele. No entanto, quatro internautas serão os responsáveis pelas perguntas que entrarão no ar na jornada de F-1 no dia seguinte. A corrida acontece às 14h de domingo. Téo José abre nossa jornada na Jovem Pan a partir das 13h. Neste horário, teremos tempo para o papo com o Kubica. Portanto, encham a área de comentários com perguntas para o polonês sensação do Mundial no local onde ele quase morreu ano passado.

Apenas um detalhe (para vocês sentirem como é nosso trabalho na F-1). O assessor da BMW me informou em e-mail recente que não será possível perguntar sobre o acidente nessa exclusiva. Só seria permitido hoje, quando, claro, realizei duas questões sobre o assunto. No sábado, portanto, acidente/07 não pode estar na pauta. Caprichem hein? Aguardo vocês!