Arquivos para a categoria ‘GP França’

A malinha salvadora

sexta-feira - 27/junho/2008

(SÃO PAULO) Já contei inúmeras vezes a história das minhas malas que não chegaram na França. Não tinha nada para vestir e trabalhar. No check-in, em Paris, quando iria voltar ao Brasil, registrei o momento em que despachei a minha mala, comprada em mercado francês, com poucas roupas de sobrevivência. A mala pesava 4,9 quilos. Cena hilária.

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Estacionamento sintomático

sexta-feira - 27/junho/2008

(SÃO PAULO) Max Mosley vive momentos difíceis. Depois do vídeo da sacanagem nazista ser divulgado pelo jornal britânico News of the World, o presidente da FIA sumiu. Apareceu muito pouco nos fins de semana de corrida. Em Magny-Cours, uma foto vale por mil palavras. O estacionamento lotado com apenas uma vaga disponível.

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Churrasco brasilis

sexta-feira - 27/junho/2008

(SÃO PAULO) Todo ano, em Magny-Cours, a imprensa brasileira se reúne para realizar um churrasco. Sempre aos sábados. Em alguns anos, até os pilotos compareciam. O engenheiro de Michael Schumacher, Chris Dyer, em 2006, esteve lá. Porém, é mais gostoso quando vai menos gente.

A versão 2008 contou: comigo, Tatiana Cunha (Folha), Galvão Bueno, esposa e dois filhos, Reginaldo Leme, Carlos Gil, Baiano, Jaime Brito, Negreiros e Rachem (Globo), a dona da casa onde os globais se hospedam e Luiz Fernando Ramos, do Diário Lance. O mestre da grelha esse ano foi Negreiros. A comida estava ótima. O papo melhor ainda. E vimos juntos Rússia e Holanda, partida da Eurocopa. Todos começaram torcendo pelos laranjas, mas em função do show Arshavin, mudamos para os russos. Ótimo momento na F-1

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Seja bem-vindo ao circuito francês

sexta-feira - 27/junho/2008

(SÃO PAULO) Como já foi amplamente destacado, Magny-Cours fica no meio do nada. A maior cidade da região está cerca de 30 km distante do local da corrida. Chama-se Nevers, com apenas 40 mil pessoas. E eu disse que é a maior da região. A prova de que Nevers é referência está na entrada do circuito.

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França, de Prost, homenageia Senna, do Brasil

quinta-feira - 26/junho/2008

(SÃO PAULO) Os franceses são civilizados, politizados e respeitosos. E chama a atenção a homenagem que existe a Ayrton Senna na sala de imprensa de Magny-Cours. Parece impossível imaginar o oposto: Prost homenageado em Interlagos.

“Não tenho ídolos. Tenho admiração pelo trabalho, pela devoção e pela competência”.

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Invasão francesa em Magny-Cours

quinta-feira - 26/junho/2008

(SÃO PAULO) Felipe Massa não é francês. Porém, sua vitória foi comemorada e muito. Conseguimos registrar a cerimônia do pódio já que estávamos bem atrás do local. Teve até invasão.

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A bandeirada e a festa

quinta-feira - 26/junho/2008

(SÃO PAULO) Enquanto Téo José gritava “não perde mais Felipe Massa”, eu registrava com minha máquina a chegada do brasileiro em Magny-Cours. Foi um momento emocionante, pois, após 15 anos o Brasil retomava a ponta do Mundial de F-1.

Felipe sabe que isso não significa nada e que a luta só termina dia 2 de novembro, em Interlagos, Brasil. Ninguém se lembrará quem estava liderando o campeonato depois do GP da França, e sim quem venceu o Mundial. Claro que, igualar-se ao que apenas os campeões mundiais brasileiros da F-1 conseguiram, já é digno de palmas. Mas ele sabe que precisa continuar com seu ritmo.

Confiram o momento em que Massa cruzou a linha de chegada e como os ferraristas festejavam a vitória do brasileiro.

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Os belezuras de Magny-Cours

quarta-feira - 25/junho/2008

(MAGNY-COURS) Já mostramos como é a sala de imprensa do GP da França. Vale registrar que na parede há vários quadros, em preto-e-branco, dos pilotos da F-1, creio que do ano de 1999. São fotos estilizadas e algumas bem bonitas. Outras nem tanto. Nomes como Michael e Ralf Schumacher, Heinz-Harald Frentzen, Damon Hill, Jacques Villeneuve, Rubens Barrichello, Pedro Paulo Diniz e Ricardo Zonta.

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O fenômeno, os quilos, a zombaria e admiração

terça-feira - 24/junho/2008

(MAGNY-COURS) Quando tomei conhecimento que Ronaldo estava presente no paddock, durante o GP da França, corri para ouvi-lo.

No caminho, ouvi piadas de todos os tipos sobre a história dos travestis e dos quilos a mais que o atacante carrega. Porém, todos os jornalistas estrangeiros se amontoaram para entrevistá-lo, com enorme respeito, diga-se de passagem. Relato abaixo a história completa.

Apesar de estar em plena recuperação da cirurgia que sofreu no joelho, Ronaldo não resistiu à tentação, saiu de seu apartamento em Paris e seguiu para apoiar Felipe Massa, no GP da França, com quem afirma manter amizade.

Ainda que muitos o considerem um ex-jogador, o atacante continua atraindo os olhares do público e da imprensa. No paddock, em Magny-Cours, jornalistas internacionais ironizavam Ronaldo por ele estar acima do peso e pelo recente escândalo em que se envolveu com travestis, no Rio de Janeiro. Apenas à distância. Cara a cara com o Fenômeno, o comportamento de todos mudava e o respeito falava mais alto.

Em meio ao caos, Ronaldo falou com a Jovem Pan. Vocês já acomopanharam neste espaço o áudio, mas por que não expô-la em texto?

JP: Como está o joelho?

RONALDO: Tudo muito bem. Minha recuperação está ótima.

JP: Quais os próximos passos da recuperação?

RONALDO: A evolução está indo muito bem. Estamos respeitando todos os prazos, todos os tratamentos.

JP: Você está aqui para torcer para o Felipe Massa?

RONALDO: Por todos os brasileiros. Mas claro que um pouco mais para o Felipe.

JP: É possível falar algo sobre seu futuro? Renovação de contrato com Milan?

RONALDO: Meu futuro ainda é incerto. Estou cuidando da minha recuperação para ficar bom o quanto antes. Depois decidirei meu futuro.

JP: Você ainda é jogador do Milan?

RONALDO: Tenho o Milan no meu coração, pela oportunidade que me deram. Inesquecível o que me deram. Serei grato pelo resto da vida.

JP: Milan, Europa ou Brasil?

RONALDO: Tudo depende da minha recuperação. Espero fazer de tudo para voltar a jogar. Temos de esperar.

JP: Qual sua visão sobre o momento da seleção brasileira?

RONALDO: Momento duro, mas é a torcida tem que acreditar e esperar sempre o melhor para a seleção.

JP: Na sua opinião, Dunga continuará no comando?

RONALDO: Não sou eu quem mando lá. Torço para que a seleção volte a ganhar os jogos.