Posts Etiquetados ‘Renault’

Glock é anunciado piloto da Manor

terça-feira - 17/novembro/2009

(SÃO PAULO) Bom dia a todos! O alemão Timo Glock, de 27 anos, foi anunciado como piloto da Manor na temporada 2010. Este é o segundo anúncio de uma nova equipe quanto ao piloto que senta em seu cockpit: o primeiro foi Bruno Senna, que guiará pela Campos.

Sinceramente, eu esperava mais de Glock na Toyota. Achava o piloto um ótimo profissional, ainda que não seja um fora de série. Porém, Glock foi inconstante e especialmente fraco em classificações. Seu ritmo de corrida, no entanto, era superior ao de Jarno Trulli. Tomara consiga crescer na Manor.

O segundo piloto da nova equipe tem como principal nome Lucas di Grassi. O brasileiro participará dos testes para jovens pilotos no começo de dezembro pela Renault. As chances de di Grassi na escuderia francesa são pequenas. Porém, é importante para Lucas, e para a própria Manor, que ele aproveite dois dias completos de testes em fase tão restrita na F-1. Caso contrário, só aceleraria em fevereiro.

O foco agora na Renault

quarta-feira - 4/novembro/2009

(SÃO PAULO) Já é madrugada e o São Paulo já conseguiu um empate épico. Amanhã, às 7 da manhã, estarei na Jovem Pan. Quero contactar alguns colegas franceses para buscar informações sobre a Renault, que poderia seguir os caminhos de Honda, BMW e Toyota.

O que posso adiantar é o seguinte. Falei com pessoa da Renault. Ela me disse o seguinte: “Fique atento, porque algo pode acontecer em breve. Sinceramente, não sei de nada. Mas os funcionários estão com medo”.

Portanto, em breve escrevo mais sobre isso.

A saída da Toyota

quarta-feira - 4/novembro/2009

(SÃO PAULO) Bom dia a todos! Há algum tempo queria escrever sobre a Toyota e outras empresas que continuavam com a crise, e a falta de resultados, na cabeça.

Na dobradinha entre Cingapura e Japão se falou muito sobre isso. A Renault vivia a questão do escândalo que envolvia o resultado do ano anterior com o acidente de Nelsinho Piquet.

E na Toyota, só se falava sobre isso. Na coletiva da FIA de sexta-feira, em Suzuka, perguntaram algumas vezes para John Howett se ele acreditava que a Toyota sairia da F-1. Ele respondia: “Acredito que não”.

Acumulei um bom grupo de informações naqueles fins de semana. Até prometi falar sobre o assunto. Eis que, após viajar 46 horas de Suzuka até a Vila Clementino, minha noiva teve aquele problema que todos sabem. E o post da Toyota foi para o espaço.

Escrevo algumas coisas agora. Antes de mais nada, cobrir a crise, dificuldades financeiras na F-1, ou qualquer pindaíba que seja, é muito difícil. Todos omitem dados, inventam histórias, saem pela tangente.

Na dobradinha asiática, a questão Toyota estava muito em destaque. Quanto a Renault, especulavam que a quase declarada inocência no Conselho Mundial, serviria como garantia para que o time ficasse mais alguns anos (ainda há dúvidas sobre isso).

A montadora japonesa nunca obteve belos resultados e acumula perdas em quase todos os mercados mundiais. A soma geraria sua saída, apostavam alguns no paddock.

Lembro-me de no GP do Japão, ter pedido a um assessor de imprensa a possibilidade de almoçar na Toyota para quatro jornalistas brasileiros (nas provas fora da Europa é um salve-se quem puder para comer). Ouvi como resposta, em inglês falado bem baixinho, como se estivesse envergonhado: “Não vai dar amigo. Estamos em corte total de gastos. É ordem da direção”. Se isso acontecesse o ano todo, até vai. Mas a Toyota durante o ano estava administrando as coisas normalmente.

Outro assunto que me fazia acreditar na saída da empresa. A negociação da dupla de pilotos. Ouvi de alguns profissionais, que lá negociaram, que nunca as conversas pareceriam concretas. Era uma lenga-lenga sem fim definido.

Quando Timo Glock sofreu seu acidente, não poderia correr de jeito algum. Mas para Interlagos, a imprensa alemã garante que daria sim para o piloto participar. A escolha de Kamui Kobayashi, que hoje sabemos foi ótima, era uma espécie de canto dos cisnes da Toyota.

Sobre a saída da Bridgestone, confesso ter ficado surpreso. Não ouvi em paddock algum que esta história podia acontecer a curto prazo. E a lista de empresas com malas em preparação ainda conta com muitos nomes, como escrevi dias atrás.

E não pensem que a saída de empresas está apenas ligada à crise. Essa não cola! As montadoras que sofrem com resultados, como muitos sempre disseram, assim que perdessem o interesse deixariam o esporte. A hora da F-1 se reformular é mais do que agora. Ou senão, pode ficar tarde demais!

O segundo homem da Renault

quarta-feira - 28/outubro/2009

(SÃO PAULO) Conforme prometi hoje de manhã, queria escrever sobre o segundo posto na Renault, ainda vago para 2010. Sabe-se que o time francês contratou Robert Kubica, piloto respeitado pelo talento e a pouca idade. Pode gerar bom retorno à equipe.

Mas quem será seu companheiro? Não faço a menor ideia, até porque nem mesmo a Renault decidiu seu futuro. Porém, ontem reuni algumas informações sobre o que se passa neste momento nas reuniões do time para definir a dupla de equipe.

A filosofia mais forte é encontrar um piloto experiente, mesmo que não brilhante, para estar ao lado do polonês. Existem três profissionais com os quais a cúpula conversa: Heikki Kovalainen, Timo Glock e Nick Heidfeld. Ficaria surpreso em ver o último. Não que ache Nick ruim, muito pelo contrário. Sou mais ele do que Kova, por exemplo. Mas a dupla feita em três anos com Kubica não foi das mais amistosas.

Dos mais novos, o nome mais comentado é o de Lucas di Grassi. Isso porque o brasileiro, apesar de estreante, reúne boa bagagem. O brasileiro passará por dois dias de testes em Jerez de la Frontera. E só após isso, se for dispensado, poderá pensar em algo diferente, como a Manor. Falta pouco para que Romain Grosjean perca qualquer chance de defender a equipe em 2010.

Uma coisa também é certa. Mesmo que manifeste sempre a intenção de ficar na F-1, a Renault tem o nome na lista dos times que podem “desaparecer”. E sobre isso, também escreverei depois.

Di Grassi em Interlagos?

quinta-feira - 8/outubro/2009

(SÃO PAULO) Ufa! Primeira noite em casa e caí da cama às 6 da manhã. Sabem como é; o fuso mata! Ops, bom dia a todos.

Li que a Auto Motor und Sport escreve que Lucas di Grassi pode correr em Interlagos. Enviei um torpedo a ele, que me respondeu que existem chances, mas são pequenas.

Seria uma ótima oportunidade para o brasileiro. Porém, não será nada fácil. Tenho dito que a vida dos estreantes hoje em dia, sem testes, é complicadíssima. Sem experiência, pagam o preço na hora do vamos ver.

O ideal, claro, é começar uma temporada do zero, realizando todos os testes de inverno. Tanto que a Renault errou ao dispensar Nelsinho Piquet mesmo com a má performance do brasileiro. Era claro que tanto Romain Grosjean como Lucas di Grassi não conseguiriam andar melhor sem preparação apropriada.

O francês não tem feito nada, mas não consigo ironizar justamente pela fogueira em que se meteu. Flavio Briatore conseguiu queimar dois com apenas uma tacada. Se fosse um brasileiro pediríamos um voto de confiança pela falta de testes, assim como fazíamos no começo com Nelsinho por não conhecer as pistas asíaticas e da Austrália.

Mas como na F-1 não dá para escolher a melhor hora para correr, cabe a di Grassi, se realmente competir em Interlagos, dar o máximo para garantir lugar em 2010. Mas certamente não será nada fácil sua vida.

Na classificação em si ele não andará muito mais veloz do que Grosjean. A diferença maior será em ritmo de corrida. Pela inexperiência, o francês destrói pneus e freios em algumas poucas voltas. O brasileiro, apesar de nada rodado na F-1, é mais vivido que Grosjean, além de mais inteligente.

No começo de dezembro, haverá teste com jovens pilotos, que jamais competiram na F-1. Grosjean não pode mais. Alguersuari tampouco. Di Grassi, Bruno Senna e Nico Hulkenberg, por exemplo, estão na lista. A data será importante para mostrar potencial. E muitos times estarão de olho.

DECISÃO DO CONSELHO MUNDIAL

segunda-feira - 21/setembro/2009

(ZURIQUE) Saiu a decisão do Conselho Mundial da FIA. Conforme esperado, sobrou para a dupla Flavio Briatore e Pat Symonds. O italiano está suspenso por tempo indeterminado do automobilismo. Mais: qualquer piloto empresariado por Briatore terá a renovação da Superlicença negada pela FIA.

Symonds, por sua vez, está afastado do automobilismo por 5 anos. Nelsinho Piquet tinha imunidade prometida pela entidade e Fernando Alonso foi considerado inocente, sem envolvimento em nenhum aspecto com a quebra do regulamento.

A Renault foi punida como a McLaren. Está banida do esporte até o fim de 2011, mas isso apenas se voltar a cometer alguma irregularidade. Funciona como cartão amarelo. Ou seja, não sobrou nada para os franceses.

Nelson Piquet conseguiu o que queria. Mandou Briatore para o espaço!

BARRICHELLO ANALISA SITUAÇÃO DA RENAULT

quinta-feira - 10/setembro/2009

(MONZA) A entrevista hoje de Rubens Barrichello, da Brawn GP, foi muito boa e pode ser dividida em duas partes. A primeira sobre a disputa do GP da Itália e a luta pelo título. A segunda sobre o escândalo da Renault. Rubinho, que sempre manifestou a boa relação que tem com Nelsinho Piquet, disse torcer para que não seja verdade. Porque se aconteceu mesmo, Nelsinho não merece estar na F-1.

Barrichello fala sobre F-1 e começa com a estreia de Fisichella na Ferrari:

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Barrichello comenta a situação da Renault:

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italia1

Renault sem grande entusiasmo na Turquia

quinta-feira - 4/junho/2009

(ISTAMBUL) O carro da Renault no GP da Turquia conta com evoluções, porém nada de excepcional. Os dois pilotos do time, Fernando Alonso e Nelsinho Piquet, não acreditam que equipe voará baixo na prova. Sobre o futuro, Nelsinho deu mais uma resposta sincera: “não sou o piloto mais cotado”.

Acompanhem as entrevistas de ambos.

Nelsinho:

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Alonso:

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Nelsinho comenta polêmica de entrevista

quinta-feira - 16/abril/2009

(XANGAI) Nesta semana a Renault divulgou comunicado com correção sobre matéria da revista F1 Racing na qual Nelsinho declarava que Alonso teria privilégios na equipe. Segundo a Renault, declarações foram tiradas de contexto. Vocês se recordam o que ele disse ao DFDP e que em seu tom não havia crítica alguma. Pois bem. Ouçam Nelsinho.

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