VAI PAGAR OU AJUDAR?
O combate ao aquecimento global vai começar a pesar de vez no bolso dos cidadãos europeus. O governo britânico, por exemplo, já está de olho no encontro de Copenhague, que será realizado em dezembro e tem como principal objetivo firmar um novo tratado para substituir o protocolo de Kyoto.
Inevitavelmente, os países ricos terão que adotar medidas duras para reduzir a emissão de CO2 na atmosfera e a idéia do Reino Unido é começar pelo setor da aviação. Segundo reportagem do jornal The Times, o governo deve aplicar já em 2010 uma taxa nas passagens aéreas de cerca de 10 pounds, ou 30 reais. A medida vai servir para reduzir um pouco o tráfego áreo, ainda de acordo com a administração de Tony Blair. Já o dinheiro arrecadado também será utilizado para comprar os chamados “créditos de carbono”.
Na França, o governo Sarkozy segue a mesma linha. O Palácio do Eliseu está anunciando que, também a partir de 2010, será implantado o “imposto do carbono”. O tributo será de 17 euros por tonelada e deve ser aplicado sobre o petróleo, gás e carvão.
Ou seja, no final das contas, o povo europeu terá que mudar seus hábitos e vai acabar contribuindo no combate ao aquecimento global e a emissão de gases poluentes de qualquer jeito. Seja por preocupação com o meio ambiente, seja por preocupação com a conta bancária…
Tags: CO2, Copenhague, França, Nicolas Sarkozy, Protocolo de Kyoto, redução, Reino Unido












10/setembro/2009 at 11:26 am
Todos sabem que a proposta britânica é uma balela, pois o que tenha em estratégia é na verdade o congestionamento do tráfego e espaço aéreo, bem como a falta de território habilitado para construção é ou ampliação de atuais e novos aeroportos. Quer penalizar os viajantes, contrapondo ao mundo globalizado diante do crescimento econômico dos países emergentes com dose dupla de desenvolvimento, caso presente o BRIC. Na hipótese fosse somente essa questão a população mundial agradeceria aos membros da Família Real.
17/setembro/2009 at 3:27 pm
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17/09/2009 - 09h15
Publicado Por: Bruna Gavioli
Especialistas defendem a utilização do álcool
Ranking de notas do Ibama foi feito com base na emissão de três gases poluentes
Dados divulgados nesta terça-feira pelo Ministério do Meio Ambiente mostram que o álcool combustível pode poluir tanto quanto a gasolina.
Em resposta, especialistas defendem álcool e cobram mais clareza na tabela divulgada pelo governo mostrando que o produto pode poluir tanto quanto a gasolina. O ranking de notas do Ibama foi feito com base na emissão de três gases poluentes: monóxido de carbono, hidrocarbonetos e óxido de nitrogênio.
Em relação ao CO2, causador do efeito estufa, o álcool é renovável e tem as emissões neutralizadas pela absorção de gases durante o cultiva da cana.
Nos Estados Unidos e na Europa já é comum clientes levarem em conta o impacto ambiental na hora de adquirir um veículo zero. As montadoras submeteram seus veículos a diversos testes e as melhores notas foram dadas aos carros que usavam gasolina.
Em entrevista à Jovem Pan, o físico Luiz Pinguelli Rosa elogia a iniciativa, mas ressalta que não se deve condenar o uso do álcool combustível
O ranking do Ibama aponta que, apesar de terem um combustível considerado mais limpo, os carros a álcool ocupam 8 das 15 piores posições.
As notas do ranking foram baseadas em informações colhidas durante o licenciamento de veículos no país em 2008. No site aqui é possível saber em detalhes quanto cada carro polui.