Estreia hoje o filme que premiou Sofia Coppola como a melhor diretora em Cannes. O Estranho Que Nós Amamos fez da filha de Francis Ford Coppola a segunda mulher da história do festival, que em seus 70 anos só havia premiado uma mulher nessa categoria, a soviética Yuliya Solntseva, em 1961, por The Chronicle of Flaming Years.

A produção é uma adaptação do romance de Thomas Cullinan que já foi levada aos cinemas em 1971 por Don Siegel, quando Clint Eastwood foi protagonista. A história trata da saga de um soldado confederado (Colin Farrell) que, ferido, é acolhido por uma escola para mulheres. A diretora desta escola é vivida por Nicole Kidman. Esse grupo de mulheres decide cuidar do tal soldado para depois entregá-lo às autoridades, e claro que a presença masculina vai despertar interesses e desejos, em especial nas garotas interpretadas por Kirsten Dunst e Elle Fanning. Agora, se você já viu o original, aguarde mudanças… E posso dizer que Helen Braun ( nossa integrante do Morning, e feminista) vai gostar do filme. Fica a dica, sem spoilers.

Outra estreia bastante aguardada é Valerian e a Cidade dos Mil Planetas, de Luc Besson. No elenco,  Dane DeHaan (vilão de O Espetacular Homem Aranha 2) , a modelo atriz e também cantora Cara Delevingne e Clive Owen. Ethan Hawke e Rihanna também dão as caras no filme. Vale relembrar alguns dos filmes do diretor, como  O Profissional (1994)  com a  então menina Natalie Portman, O Quinto Elemento (1997), com Bruce Willis e Milla Jovovitch e o mais recente Lucy (2014), com Scarlett Johansson e Morgan Freeman.

O filme é baseado em uma HQ criada por Pierre Christin e Jean-Claude Mézières, em 1967, e que apresenta a seguinte situação: no século 28, Valerian (Dane DeHaan) e Laureline (Cara Delevingne) formam uma dupla de agentes intergalácticos encarregada de manter a ordem em todos os territórios humanos. Sob a ordem do Ministro da Defesa, os dois embarcam juntos em uma missão para a surpreendente cidade de Alpha – uma metrópole em constante expansão, onde espécies de todo o universo dirigem-se para compartilhar conhecimento, inteligência e cultura um com os outros. Ali, no centro da cidade, um mistério, uma força escura ameaça a existência pacífica da Cidade dos Mil Planetas, e Valerian e Laureline serão os responsáveis por identificar a ameaça e proteger a cidade e o futuro de todo o universo.

Um detalhe, Valerian e a Cidade dos Mil Planetas tem o maior orçamento da história do cinema francês ( R$ 566 milhões). Se perceber alguma semelhança com Star Wars, acredite: foram os quadrinhos que inspiraram a saga de George Lucas.

Malasartes e o Duelo com a Morte tem elenco global: Jesuíta Barbosa, Ísis Valverde, Milhem Cortaz, Julio Andrade, Vera Holtz e Leandro Hassum entre outros. A direção e o roteiro desta comédia cheia de fantasia são de Paulo Morelli, envolvido em tantas boas produções nacionais como Viva Voz e Cidade Dos Homens. O projeto é coisa antiga, desde os anos 1980, Morelli queria usar o roteiro, baseado em histórias contadas oralmente princialmente em São Paulo e Minas Gerais,  para fazer uma série de TV.  

Pedro Malasartes (Jesuíta Barbosa) é um tipo trapaceiro, que sempre se safa. Agora, em vida, terá de lidar com Próspero (Milhem Cortaz), que não quer que sua irmã Áurea (Isis Valverde) namore com ele… E tem mais, a Morte (Julio Andrade) tá numas de tirar férias e quer enganar Malasartes, para ficar com o lugar dele na terra, contará com a ajuda de seus assistentes a bruxa Parca Cortadeira (Vera Holtz) e Esculápio (Leandro Hassum). Será que Malasartes vai conseguir enganar a morte? a classificação etária é para 12 anos.

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