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As decepções palmeirenses

quinta-feira - 19/novembro/2009

Nas últimas 24 horas estive ao lado do Palmeiras para o jogo em Porto Alegre que decidiu o fim do sonho da temporada 2009.

Palmeiras tem chances matemáticas de ser campeão, mas sabe que não vai ser.

Sabe que São Paulo e Flamengo disputam o título e ele terá que correr atrás de uma vaga da Libertadores da América nos jogos contra Atlético Mineiro e Botafogo.

Se vencer o Atlético, precisará de no mínimo mais um ponto contra o Botafogo.

Se não vencer o Galo, correrá mais risco ainda mesmo que vença o Botafogo, pois o time mineiro é concorrente direto à vaga.

A diretoria do Palmeiras segurou jogadores que poderia negociar, pagou em dia o tempo todo, deu retaguarda ao elenco e à Comissão Técnica e está tentando entender o que deu errado.

A campanha do segundo turno é digna de rebaixamento. Foi muito parecida com a do Fluminense no primeiro turno.

Não há explicação plausível para uma equipe que em 9 jogos só consegue ganhar 6 pontos.

A contusão de Cleiton Xavier é um complicador a ser analisado, mas outros jogadores caíram demais de rendimento.

Até o rendimento físico tem que ser questionado. Não é a primeira temporada que o Palmeiras chega no bagaço no fim do ano.

O destempero verbal do presidente Luiz Gonzaga Belluzzo colocado como motivador do desentendimento entre Obina e Maurício Santos, foi um caso pontual de duas rodadas atrás e o time vem mal há mais tempo que isto.

Há algumas atuações que estão sendo analisadas no Palestra Itália. Alguns deram conta do recado.

Marcos; Figueroa, que deve ser contratado em definitivo; Danilo, idem; Pierre, sempre a velha garra e teve problema de contusão grave num momento importante; Cleiton Xavier, que deu o tom enquanto estava inteiro e mais quem?

O zagueiro Maurício Ramos também fez a sua parte enquanto esteve em campo. Está contundido há um bom tempo.

Diego Souza nem sempre foi o jogador desequilibrante, principalmente nesta reta final de Campeonato. Ontem no Olímpico até que jogou bem, mas foi numa noite terrível para o time todo.

Vágner Love chegou e não foi o mesmo jogador de antes. Acusado de baladeiro, nunca foi o atacante que o Palmeiras precisou para resolver.

Nos primeiros jogos se movimentava, fez gols e quando não jogava bem a justificativa era a readaptação, mas essa época já passou e ele caiu junto com o time.

Chegou ao ponto de ser reserva de Obina e Ortigoza nesse jogo contra o Grêmio.

Muricy Ramalho também acaba ficando em situação difícil. Pegou o barco navegando em águas calmas e terminou num tsunami. Teria escolhido a rota errada?

Faltou comando? Faltou apoio? Faltou atitude? O que faltou? Isso é o que a diretoria palmeirense quer saber, pois ela também está sendo cobrada pela torcida.

Hoje enquanto esperava para voltar para casa com vários voos atrasados no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, Gilberto Cipullo dizia que a diretoria fez tudo o que foi pedido e o que pôde para que o time andasse em campo.

Não havia nem problema de relacionamento no grupo, segundo ele. Os dois jogadores que brigaram e foram afastados eram amigos e nunca tiveram problema disciplinar.

De repente tudo desandou e o Palmeiras quer se entender. Parece mesmo que ainda não sabe o que aconteceu.

O maior trabalho nos próximos dias é lembrar que a temporada ainda não está totalmente perdida e que há dois jogos em pauta que podem levar o time para a Libertadores.

Se Muricy e sua turma se lembrarem disso, o Palmeiras pode terminar o ano respirando um pouco melhor, apesar de tudo.

Vexame no Olímpico. Palmeiras perde o controle e fica longe do título

quinta-feira - 19/novembro/2009

O Palmeiras não fazia um mau primeiro tempo.  Tinha criado uma chance numa boa jogada de Diego Souza, que depois de várias partidas no ostracismo mostrava um bom futebol, e poderia virar o primeiro tempo pelo menos com o empate.

Eis que já no apagar das luzes toma o gol de Rafael Marques numa bobeada do zagueiro Maurício Santos.

Obina cobra forte o companheiro, é empurrado e revida com violência. Resultado: Ambos são expulsos na volta para o segundo tempo.

Obina nem voltou. Malandramente Muricy Ramalho tentou substitui-lo por Vágner Love, mas a alteração não foi permitida pelo árbitro Heber Roberto Lopes.

A não ser que Love entrasse na vaga de outro. Do expulso Obina, não.

Maurício voltou para campo só para receber o cartão vermelho.

Para contornar, Muricy teve que tirar Ortigoza e colocar o terrível Marcão para arrumar a zaga.

O Palmeiras tomou mais um gol no segundo tempo. Max Lopes aproveitou-se da falha de Marcão e Armero e completou paras as redes.

Placar final: 2 x 0, para o Grêmio, que ainda teve dó do Palmeiras, pois jogou todo o segundo tempo contra 9 e não forçou muito. Se segurou, respeitou o combalido Palmeiras.

Foi um vexame para a história do clube. A diretoria agiu rápido e assim que a partida terminou, o vice-presidente Gilberto Cipullo informou no microfone Jovem Pan: “Maurício Santos e Obina não vestem mais a camisa do Palmeiras. O que eles fizeram jamais poderia ter ocorrido. É um desrespeito a entidade e aos companheiros. Estão fora e é irrevogável”.

Muricy Ramalho, claramente contrariado e chateado com a situação, admitiu que quando chegou nos vestiários após o jogo a decisão já tinha sido tomada pela diretoria e ele só pôde acata-la.

Deixou no ar que se dependesse dele, talvez tomasse uma decisão hoje com a cabeça mais fria analisando a situação dos dois.

“O Obina tem uma carreira consolidade e volta para o Flamengo. Vai tocar sua vida, mas o Maurício é um garoto que subiu este ano, é da base e não sei como vai ser”, completou um decepcionado Muricy.

A diretoria do Palmeiras e o técnico Muricy Ramalho fazem questão de dizer que o elenco tem boa convivência e que nunca esperavam essa atitude dos dois jogadores. Mas ao mesmo tempo especula-se que os últimos resultados transformaram o ambiente num barril de pólvora.

A cobrança é por melhores resultados e ontem ela passou do ponto de forma muito extremada.

Alguns, como o Flávio Prado e o Nílson César, acharam que a diretoria agiu de forma irracional, no calor do momento.

Eu já acho que a diretoria tomou a decisão certa e resolveu logo a questão. Os jogadores cometeram uma falta grave e foram afastados. Acabou esse problema. Agora tem que resolver os outros.

Os outros são buscar a explicação porque um time que teve toda a retaguarda praticamente entregou o Campeonato na reta de chegada e dos últimos 27 pontos disputados só consequiu 6.

Por que esse time sente tanto a hora da decisão? Por que jogadores importantes como Diego Souza caíram de produção? Por que Vágner Love não conseguiu jogar o que dele se esperava? Essas e muitas outras perguntas tem que ser respondidas.

O goleiro Marcos disse que não vai enganar a torcida e avisa que o título não faz mais parte do sonho: “Eu não vou ficar aqui enganando ninguém. O título já era. Agora temos que lutar por vaga na Libertadores”, disse o capitão na saída do gramado.

Muricy Ramalho não o desmentiu e também admite que agora a briga é por vaga na Libertadores embora haja chance matemática de título, mas as dificuldades são imensas.

O Palmeiras terá 10 dias até o próximo jogo contra o Atlético Mineiro, dia 29, no Palestra Itália. Nesses dias, Muricy terá que lamber as feridas, colocar a cabeça no lugar e convencer o elenco que o ano ainda não está totalmente perdido.

Mas haverá a pressão da torcida, da imprensa, de dentro do Palmeiras e dos adversários já neste fim de semana.

Se São Paulo e Flamengo vencerem seus respectivos jogos contra Botafogo e Goiás, ambos no Rio de Janeiro, o Palmeiras ficará a 6 pontos do tricolor e a 4 do rubro-negro na classificação. É muita coisa para tirar somente nas rodadas que faltam para o fim do Campeonato.

Não bastasse isso, em Belo Horizonte tem o jogo Atlético Mineiro e Internacional e se houver um vencedor, o Palmeiras cairá para a quarta posição, pois será ultrapassado pelo vitorioso no número de vitórias, 17 a 16 já que empatarão com 59 pontos ganhos.

A vida do Palmeiras será difícil nas últimas rodadas. O fim de ano não é o esperado pela sua torcida.

Empate no apito dá liderança provisória ao Palmeiras e rebaixa o Sport

quinta-feira - 12/novembro/2009

Foi literalmente no apito. A frase tão peculiar no futebol apareceu por inteiro ontem no fim do jogo, no Palestra Itália, no empate de 2 x 2 entre Palmeiras e Sport Recife.

O time da casa perdia por 2 x 1, quando aos 39 do segundo tempo a bola sobra para Armero na entrada da área e ele toca por cima para Danilo.

Parecia que o zagueiro estava em impedimento, mas não estava. Elder Granja lhe dava condições.

O problema é que o árbitro Elmo Alves Resende Cunha, de Goiás, apitou e a defesa do Sport parou. O goleiro Magrão nem foi para a bola.

Todo mundo que estava atrás do gol sem fone de ouvido ouviu o apito do árbitro. O companheiro Wanderley Nogueira fala na hora.

Há uma gravação da Jovem Pan, que tem microfone atrás do gol que também mostra o apito. E não foi um só, foram dois.

O árbitro da partida nega que tenha apitado ou paralisado a jogada, mas foi o que aconteceu. O bandeira Fabrício Vilarinho deu uma corridinha para o meio-campo e parou na metade do caminho.

O Palmeiras até merecia o empate pela luta do segundo tempo, mas tudo foi muito estranho.

O Sport protestou veementemente pelo lance. Não dá para falar que o árbitro prejudicou o time pernambucano, ele já estava rebaixado, se houve alguma ação de ajuda foi para o Palmeiras.

Os pernambucanos dizem que valeu a bronca de Belluzzo na arbitragem. Elmo veio assustado para o jogo.

O time de Muricy de novo jogou muito mal e só mereceu o empate por causa da vontade do segundo tempo.

Chegou a estar perdendo por 2 x 0 no primeiro tempo e reagiu.

O Palmeiras agora é líder provisório do Brasileiro com 59 pontos ganhos.

Empata com o São Paulo em pontos e vitórias, mas tem melhor saldo de gols.

Vai depender do jogo São Paulo x Vitória, sábado às 19h30, no Morumbi, para manter a liderança.

O torcedor alvi-verde continua desconfiado e começa a pressionar também Muricy, que admite o mal momento da equipe.

O treinador mesmo em casa começou o jogo com três volantes contra o lanterna do Campeonato.

Sandro Silva, Souza e Edmílson. É homem de marcação demais para quem precisa ganhar a partida.

No intervalo, Muricy sacou Souza e Sandro Silva colocando Deivid Sacony que fez o primeiro gol e é meia, e Pierre, um verdadeiro volante na cabeça de área.

Marcos criticou mais uma vez a falta de personalidade da equipe e disse que o título ficou mais longe apesar de chegar também aos mesmos 59 pontos do São Paulo.

Na saída do estádio alguns jogadores palmeirenses foram hostilizados pela torcida e o presidente da Mancha Alvi-verde, que anda livremente nas dependências de Palestra Itália, fazia ameaças a todo mundo.

Não confudam com Paulo Serdan, o da palestra de Atibaia. É outro.

Mais surreal ainda. Enquanto gritava e ameaçava era protegido por seguranças do Palmeiras que o circundavam. 

O digníssimo presidente dizia que ninguém podia por a mão nele. E não puseram.

O Palmeiras tem todas as condições para ser campeão embora não dependa mais só dele.

O problema é que não tem jogado um futebol para chegar ao título.

Em alguns momentos o time chega a ser ridículo. Está afobado demais e se perdendo em coisas simples como jogar futebol.

Muricy alega que perdeu jogadores importantes como Cleiton Xavier, que era seu homem de ligação, mas dos últimos 24 pontos disputados só ganhou seis e alguns com muita dificuldade.

Hoje o Palmeiras, mais do que nunca, vive da ligação direta da defesa para o ataque e da bola parada de Figueroa.

Quando está pressionado o Palmeiras tenta empurrar o adversário para dentro de sua área de qualquer jeito, como se jogasse futebol americano.

Vale dizer que o Sport teve o zagueiro Durval expulso aos 23 do segundo tempo, mais um fato para reclamação do time do Recife, ficou com dez e mesmo assim o Palmeiras quase perdeu o jogo.

Dessa vez o apito fez a diferença e ainda não se sabe se haverá ou não coletiva de Luiz Gonzaga Belluzzo para falar do caso.

Ao mesmo tempo, Gilberto Cipullo, vice-presidente do clube, se manifestou antes do jogo contra o STJD que indiciou o goleiro Marcos em artigo diferente ao de Rogério Ceni, expulso contra o Santos, e que só tomou um jogo.

A jogada de Ceni foi mais violenta, pelo menos plasticamente, que a de Marcos e ele entrou num artigo mais brando.

Marcos pode pegar no mínimo dois jogos de suspensão por uma falta normal contra Jorge Henrique no pênalti cometido em Presidente Prudente.

Caso Simon x Palmeiras. Ouça todos os lados

quarta-feira - 11/novembro/2009

Carlos Eugênio Simon está afastado do Campeonato Brasileiro, mas foi de faz de conta.

Amanhã apitará na Copa Sul-Americana a primeira semifinal entre River Plate, do Uruguai e LDU, de Quito, em Montevidéu.

Isto quer dizer que neste fim de semana não estaria na escala mesmo e depois vai se preparar para apitar o Mundial.

Foi mesmo uma grande punição.

Mas afinal, Simon estava certo ou errado no lance de Obina, no Maracanã?

Eu acho que estava errado e falhou ao não dar o gol do atacante palmeirense.

Agora você vai ouvir todos os lados da questão.

Gilberto Cipullo antes do jogo; Obina, no intervalo explicando o lance; a versão de Simon; o protesto de Toninho Cecílio e a bronca do presidente Belluzzo.

Ouça:

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Val Baiano não é Ronaldo

segunda-feira - 2/novembro/2009

Val Baiano, 28 anos de idade, 12 gols marcados, é artilheiro do Barueri no Campeonato Brasileiro.

Não jogou contra o São Paulo supostamente punido por ter confirmado que o Cruzeiro mandou dinheiro (mala branca) para o Barueri derrotar o Flamengo, na semana passada.

Trato feito, trato cumprido. O Barueri derrotou o Flamengo por 2 x 0.

Não se sabe se foi pago. Talvez ainda não.

O goleiro Renê viveu a mesma situação do atacante. Foi afastado da equipe no sábado pelo mesmo motivo.

Houve a ameaça do “rigoroso” STJD contra o clube e os jogadores por causa do chamado “suborno branco”.

Andres Sanchez, presidente do Corinthians,  que não tem mais interesse no Campeonato, aproveitou e cutucou os dirigentes do Morumbi.

“O São Paulo trabalha bem os bastidores”, dando a entender que a retirada dos jogadores foi acertada entre o tricolor e o Barueri.

Mas quando questionado se é isso mesmo que quis dizer, sai pela tangente e não responde diretamente.

Perguntado se o Corinthians poderia receber dinheiro para ganhar do Palmeiras ontem, em Prudente, se esquivou dizendo que isso é coisa entre os jogadores. A diretoria não participa.

O Palmeiras achou estranha a situação. Gilberto Cipullo, no entanto, disse que o São Paulo não tem nada a ver com isso e aproveitou para elogiar a postura dos dirigentes do Barueri.

Então, quem é o responsável?

Muricy Ramalho pede explicações aos jogadores envolvidos. Eles é que tem que dizer o que houve.

O próximo jogo do Barueri é domingo contra o Internacional, na Arena, e se Val Baiano e Renê entrarem em campo aí vai ficar mais estranho ainda.

Mas o Barueri poderá alegar que a punição foi apenas por um jogo. Foi uma espécie de STJD interno sem precisar dos préstimos do Dr. Paulo Shimidt.

O São Paulo ganhou do Barueri, gol de Jorge Wagner, e chegou aos 58 pontos no Brasileiro.

Agora divide a liderança com o Palmeiras e só perde no saldo de gols.

Mas cá entre nós. Acho que o São Paulo ganharia do Barueri mesmo com Renê e Val Baiano em campo.

Estão tratando os desfalques como se fossem jogadores geniais.

Devo informar que não são. Longe disso.

Renê não é Marcos nem Rogério Ceni. Nem mesmo Felipe ou Bruno, do Flamengo.

Aos 32 anos de idade está no ocaso da carreira e foi muito “juvenil” no caso do “suborno branco”.

Márcio, que jogou no seu lugar no sábado, deu conta do recado.

Val Baiano não é Ronaldo. Não faz toda essa diferença, não.

A única coisa que fica no ar é se houve ou não a “Mala” cheia de dinheiro do Cruzeiro para os jogadores do Barueri.

Se houve, foi uma incrível ironia. Não adiantou nada. O time que pagou para o outro ganhar não conseguiu melhorar muito na classificação e ontem se esqueceu de vencer o então lanterna Fluminense, no Mineirão.

Acho que a mala vai começar a viajar mais nas últimas três rodadas do Campeonato. Agora ainda é cedo.

Em duas semanas será uma briga forte em cima e embaixo e não haverá segunda chance para mais ninguém. O Campeonato acaba de vez.

E vamos deixar de hipocrisia. A mala preta, branca, suborno branco, compra de vitórias ou coisa que o valha, sempre existiu no futebol e não adianta fingir que não existe.

Muita gente que está esperneando hoje já passou pela mesma situação. De uma maneira ou de outra.

Só os rodados Val Baiano e Renê ainda não tinham passado pela experiência.

Será que foi a primeira vez deles? Quanta ingenuidade, não?

Cipullo: “O preço de toda a Comissão Técnica é de 450 mil. Não é o salário de Muricy”

quarta-feira - 22/julho/2009

Perguntei agora há pouco no Jornal de Serviço, comandado por Oliveira Andrade, ao vice-presidente do Palmeiras, Gilberto Cipullo, se era verdade que os salários de Muricy seriam de 450 mil reais.

Ele desmentiu: ”Esse é o preço de toda a Comissão Técnica. Inclui o Muricy, o auxiliar dele, o Tata e também o Jorginho, que agora será efetivado como membro da Comissão”.

Cipullo disse que apesar desse patamar, o Palmeiras está economizando em relação a última Comissão e a idéia é se adequar aos novos valores do futebol brasileiro.

”Não dá para fazer mais loucuras. Não é possível se pagar o que estavam pagando. É uma nova realidade e temos que nos adequar a isso”, disse o dirigente.

Gilberto Cipullo concorda que com Muricy o Palmeiras é um dos favoritos ao título brasileiro, mas garante que essa também era a sua opinião na época de Luxemburgo.

Ele disse que o Palmeiras ainda pretende reforçar a equipe para a temporada e os nomes já estão sendo avaliados, agora contando com a participação de Muricy Ramalho.

Quanto a janela européia, até agora não houve proposta oficial por jogadores do Palmeiras, mas isso ainda pode acontecer, segundo Cipullo.

Rivelino fez o meio-campo para Muricy

quarta-feira - 22/julho/2009

O técnico Muricy Ramalho voltou a conversar com o Palmeiras no sábado numa reunião da diretoria e o agente Márcio Rivelino.

Para Gilberto Cipullo, vice-presidente do Palmeiras, a atuação de Rivelino foi fundamental para que Muricy voltasse a conversar e acertasse com o clube.

Na verdade, Rivelino se reuniu com o Palmeiras para falar sobre os jogadores que ele representa no clube: Cleiton Xavier e Danilo.

No meio da conversa foi lhe perguntado se não dava para conversar de novo com Muricy.

Respostas de Márcio Rivelino: ”É, claro que dá. Ele continua desempregado e Jorginho ainda não foi efetivado”.

Se Jorginho já fosse o técnico efetivo, Muricy se recusaria a conversar de novo.

A conversa andou e o martelo foi batido ontem à tarde.

Palmeiras não trará um técnico top

sexta-feira - 10/julho/2009

O dono dessa manchete aí de cima é o vice-presidente, Gilberto Cipullo.

Ele conversou hoje com o repórter Fred Júnior, no Jornal de Esportes, e disse com todas as letras.

” Hoje os técnicos de ponta, os tops como vocês dizem, estão empregados. O Luxemburgo saiu do Palmeiras, o Mano está empregado e bem no Corinthians, o Paulo Autori começa um trabalho no Grêmio, o Felipão, está empregado, então não tem um nome desse nível para trazer”.

As palavras de Cipullo desta vez se encaixam a realidade.

O Palmeiras vai pegar um técnico iniciante ou um mais experiente de nível médio.

Alguns nomes foram rejeitados pelo Palmeiras como os de Nelsinho Batista, que está desempregado e Abel Braga, cuja multa é estratosférica e ele não vale tanto assim como dizem que vale, na minha opinião, é claro.

O Palmeiras depois do não de Muricy parece que aprendeu e vai trabalhar mais na moita.

Haverá especulações com vários nomes e já que não teve tanta pressa até agora, esperou Muricy até demais, pode esperar um pouquinho mais.

Deixem Jorginho trabalhar. Numa dessas ela acaba ficando e dá certo.

Não seria tão difícil. Todo mundo começou um dia como interino.

Cipullo garante Keirrison até o fim do ano

segunda-feira - 19/janeiro/2009

Agora há pouco o Palmeiras apresentou o atacante Keirrison no Salão Nobre, de Palestra Itália. A dúvida que cerca a cabeça do torcedor palmeirense é se ele ficará no clube pelo menos um bom tempo ou se o Palmeiras será uma passagem para a Europa como aconteceu com o zagueiro Henrique.

Gilberto Cipullo, diretor de futebol do Palmeiras, garante que o atacante ficará no Palmeiras pelo menos por um ano. Embora admita que os negócios no futebol apareçam a qualquer momento, a intenção do Palmeiras e da Traffic é manter Keirrison no minímo por um ano.

Cipullo também garantiu que o Palmeiras procura ainda mais dois atacantes para completar o elenco no setor ofensivo e que a contratação de Kléber, que voltou para a Ucrânia, ainda não está totalmente descartada. Há muitos obstáculos, mas como o Dínamo ainda não o negociou com ninguém as portas permanecem abertas.

O outro nome especulado é o de Luiz Adriano que foi campeão mundial com o Internacional, de Porto Alegre e está no Shakhtar. Cipullo confirmou que pode haver negócio.

Palmeiras: Cipulo diz que a oposição é terrorista

segunda-feira - 25/agosto/2008

cipulo.jpgO dirigente Gilberto Cipullo chama a oposição do Palmeiras de terrorista. Isto porque alguns membros da oposição estariam alardeando junto aos sócios que com a construção da Arena Palestra Itália, as mensalidades iriam subir para compensar o investimento. No próximo sabado os sócios do Palmeiras votarão o tema da Arena no Conselho do clube.

Ouça a entrevista com Gilperto Cipullo:

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Com a palavra a oposição.