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Jóbson apavora o São Paulo no Engenhão

domingo - 22/novembro/2009

Um jogador de nome esquisito e que nem pode se dizer que é destaque do Campeonato Brasileiro, apavorou a defesa do São Paulo agora há pouco no Engenhão.

Fez dois gols para o Botafogo, participou diretamente do outro e ainda ganhou todas as jogadas agudas de Miranda e Companhia.

Jóbson abriu a contagem num golaço ao driblar o insosso Renato Silva e bater no angulo superior esquerdo de Rogério Ceni.

Washington empatou ainda no primeiro tempo na sua jogada característica. Bola na área, ele ganha de cabeça e empata o jogo.

Foi o vigésimo sétimo gol dele na temporada e ainda tem torcedor que acha que Washington não ajuda o São Paulo.

No segundo tempo o tricolor virou numa jogada de arremesso lateral. Júnior César bateu rápido, foi esperto, a bola chegou em Washington que ao tentar arrumar para bater, arrumou para Jorge Wagner fazer um bonito gol.

Daí Jóbson resolveu jogar novamente. Ele e Vitor Simões atazanaram a vida dos zagueiros sãopaulinos o tempo todo.

No segundo gol, Jóbson faz grande jogada e cruza na área, a bola bate em Renato Silva e se oferecesse para ele de novo que toca para a conclusão de Renato. 2 x 2 no placar.

O São Paulo reclamou de impedimento de Jóbson e que quando a bola voltou do zagueiro Renato Silva, ele estava fora do campo. Tudo válido, jogada legal e mais uma bobeada da zaga sãopaulina.

No terceiro gol, bola esticada alta e Renato Silva perdeu na cabeça para Vitor Simões que ajeitou para Jóbson driblar bonito Miranda e encher o pé fazendo 3 x 2 para o Fogão.

Renato Silva é o pior zagueiro do São Paulo, mas ele sempre acaba jogando. Hoje faltou André Dias, suspenso, e Rodrigo continua entregue ao Departamento Médico.

Richarlyson foi improvisado de zagueiro e acabou expulso com dois amarelos sucessivos. O primeiro numa discussão com Jóbson e o segundo por falta violenta no meio-campo.

Jóbson foi expulso ao comemorar o terceiro gol do Botafogo tirando a camisa, o que pela regra não pode. Como já tinha o amarelo da discussão com Richarlyson deixou o campo com vermelho.

Sou contra punir jogador que comemora o gol, o momento mais festivo do futebol. É igualar a alegria a uma falta e isso não está certo, mas é a regra e o árbitro Sandro Meira Ricci, que foi bem no jogo, só cumpriu a lei. Mas já está na hora de rever essa bobagem.

O Botafogo ainda teve os jogadores Juninho e Rodrigo Dantas expulsos por faltas violentas.

São Paulo pode perder o título por causa dessa derrota e o Botafogo pode se safar do rebaixamento por causa dessa vitória.

Dá para justificar que o São Paulo sentiu a falta de André Dias, Hugo, Dagoberto, Jean e Borges, mas mesmo assim poderia ter vencido no Engenhão. Bobeou demais e perdeu para um time que é bem pior que ele.

Fluminense ganha, mas continua na zona do rebaixamento

O Fluminense foi ao Recife, venceu o rebaixado Sport, 3 x 0, mas continua na zona do rebaixamento.

Com a vitória de hoje chega a 42 pontos ganhos, mas o Botafogo agora tem 44 ao lado de Atlético Paranaense, Coritiba e Vitória, da Bahia.

Náutico e Santo André, com 38, ainda tem alguma esperanças mas estão virtualmente rebaixados. Os dois se encontram na próxima rodada e com certeza um já ficará pelo caminho. Se houver empate, ambos podem sacramentar a própria queda.

Outro duelo interessante será Atlético Paranaense e Botafogo, em Curitiba. Ambos com a mesma pontuação ainda correm risco de rebaixamento.

Tem também na próxima rodada, Fluminense x Vitória, no Maracanã. Outro jogo que respinga diretamente na zona do rebaixamento.

O clássico não acaba

quinta-feira - 5/novembro/2009

Dias após Palmeiras x Corinthians, em Presidente Prudente, e ainda há farpas se soltando dos dois lados. Parece que o jogo não acabou ou não quer acabar.

Hoje, Diego Souza lamentou as palavras de Mano Menezes, que na verdade usou uma acusação do volante Fabrício, do Cruzeiro, para critica-lo por declarações dadas na última segunda-feira.

Diego disse que Jorge Henrique é um cai-cai, ou seja, um jogador que se joga muito para cavar faltas e por isso o árbitro Heber Roberto Lopes só deu cartão amarelo para o zagueiro Danilo ao invés do vermelho.

Fabrício antes de enfrentar o Palmeiras disse que o árbitro da partida deveria ficar de olho nas cotoveladas, socos e faltas de Diego Souza.

Diego ficou chateado com Mano de quem foi jogador no Grêmio. Se disse surpreso e que essa declaração dando razão a Fabrício pode prejudicar sua carreira.

Hoje também Jorge Henrique respondeu ao palmeirense através de sua Assessoria de Imprensa.

E sinceramente, lembrando das vezes que entrevistei Jorge Henrique, nem parece que é o mesmo que escreveu a nota. 

Jorge Henrique teria dito: ” De novo o Diego Souza com essa história? Já está ficando ridículo! Ele deveria se preocupar em agredir menos os companheiros de trabalho, dentro e fora de campo, e jogar futebol. Pode ser que ele esteja cavando uma vaguinha de comentarista esportivo ou de arbitragem”

E ainda acrescentou: ” Quero ver se ele fica em pé com as pancadas que recebo. O fato é que, de pé ou deitado, o Corinthians já comemorou dois títulos este ano e nós, jogadores, estamos em paz com a torcida. Se eu caio ou não é problema meu, mas tomara que ele pense duas vezes antes de dar uma cotovelada ou um soco em um jogador Ele agride tão bem quanto joga. Isso, sim, é digno de crítica”

Essas não são palavras usuais de Jorge Henrique. Escreveram e deram para ele assinar, no mínimo. Mas afinal, assessor é pago também para isso. Para arrumar palavras para os seus assessorados e de vez em quando esconde-los das entrevistas.

Isto posto. Acho que Diego Souza tem uma certa razão quanto a Jorge Henrique. Ele cai muito mesmo, mas também é um bom jogador e sofreu falta de Danilo.

Sobre Mano Menezes. Se ele foi treinador de Diego Souza não precisava usar Fabrício para falar das “qualidades” do camisa 7 do Palmeiras, ele já devia conhece-las. A pergunta é: Quando essas “qualidades” estavam a seu serviço serviam ou ele piorou depois que se separaram?

Outra pergunta: Jorge Henrique corre o risco de um dia ser chamado de cai-cai pelo técnico Mano Menezes quando não estiver mais trabalhando com ele?

Será que essa “qualidade” pode ser lembrada como defeito no futuro?

Não foi Ronaldo que não quis o Mengo. Foi o Flamengo que não quis Ronaldo

terça-feira - 20/outubro/2009

Ronaldo tirou o Flamengo do coração.

Diz que seu amor agora é o Corinthians e que encerra a carreira no Parque São Jorge.

Não disse se neste ano, no ano que vem ou em 2011.

É claro que todo esse grande amor tem seu preço.

Não existe nada de graça nesse ramo. Nem amor.

Hoje ele custa pouco mais de um milhão por mês e para manter o caso, Ronaldo pediu um “aumentinho”.

O Corinthians, muito apaixonado, vai se virar e pagar.

Mesmo quando pendurar as chuteiras a relação continuará eterna, segundo o atacante.

Já esqueceu o seu amor do passado, o Flamengo, do Rio de Janeiro.

Não quer mais o Mengo.

Mas não é bem assim.

Ronaldo diz que não quer o Flamengo, mas foi o Flamengo que não quis Ronaldo primeiro.

Deu-lhe casa, departamento médico para recuperação e depois não lhe fez nenhuma proposta.

Deixou o jogador voar para São Paulo para os braços do Corinthians.

Fez um protesto velado na época e nunca mais falou do assunto.

Um relacionamento só é válido se existe interesse das duas partes.

Ronaldo não tem muita escolha. Só tem o Corinthians.

Aqui ele se deu bem, deu lucro e teve lucro.

O Flamengo era um amor de criança que se evaporou.

Talvez porque nunca tenha sido amado como pensava, Ronaldo com seu coração machucado anuncia um novo amor.

Na verdade tenta provocar o ex, que parece não estar nem aí.

Quanto a Gaviões pagou para De Federico usar o boné?

segunda-feira - 31/agosto/2009

Apresentação da segunda maior contratação do ano com festa no Parque São Jorge.

Matias De Federico foi apresentado com a camisa do Corinthians.

Se assustou com a presença de tanta gente.

Ele veio de um time pequeno chamado Huracán, que apesar do nome é apenas um ventinho no futebol argentino.

Esse tipo de apresentação também é um ato publicitário.

Atrás do novo contratado estavam os nomes dos parceiros do Corinthians também estampados na sua gloriosa camisa.

Eis que de repente aparece o boné da torcida Gaviões da Fiel e De Federico coloca na cabeça como se fosse mais um souvenir de anunciante.

Ele talvez não saiba que a Gaviões não é patrocinadora de nada no Parque São Jorge.

Apenas se aproveitou mais uma vez de um grande momento do clube para aparecer sem pagar nada como em tantas outras ocasiões.

Quanto a Gaviões pagou para o jogador Matias De Federico, do Corinthians, usar o seu boné na entrevista coletiva?

Depois quando a Rede Globo fecha a imagem no máximo na boca, narinas e olhos dos entrevistados, reclamam que o patrocinador não aparece.

Culpa dos dirigentes que negociam mal a parceria com a Televisão, que deveria ser obrigada a mostrar o banner do clube.

Mas os mesmos dirigentes são culpados por não filtrar os bicos de última hora com o boné de uma torcida organizada.

De Federico com certeza tentou ser gentil com quem lhe ofereceu o boné, não deveria saber bem do que se tratava.

Até porque o Huracán não tem tanta torcida assim.

Para ele tudo é festa.

O Corinthians explicou extra-oficialmente que se tratava de um boné de aniversário dos 40 anos da torcida Gaviões da Fiel.

Grande coisa. 40 anos da Gaviões não significam nem um ano da gloriosa vida do Corinthians.

Aliás se a Gaviões desaparecer o Corinthians continuará existindo gloriosamente como sempre.

Se acaso o Corinthians acabar a Gaviões some da praça.

Ela vive e sobrevive à sombra do Corinthians como uma praga, como parasita.

Torcida organizada não serve para nada a não ser para explorar o clube.

E isso vale para todas elas, não só a do Corinthians.

São Paulo continua chegando

domingo - 9/agosto/2009

São Paulo consegue sua quinta vitória consecutiva no Campeonato Brasileiro e entra no chamado G-4.

Embora a classificação seja enganosa neste momento, já que o Internacional tem três jogos a menos e Palmeiras x Atlético Mineiro ainda vão jogar na quarta-feira, os 30 pontos conquistados pelo tricolor são importantes.

Mostram a força do time, o poder de reação do elenco e também começa a apresentar o trabalho do técnico Ricardo Gomes.

Hoje o time está jogando com bola no chão, mas se valendo também das bolas altas e paradas da época de Muricy Ramalho.

Jorge Wagner e Miranda fizeram grande partida na vitória de 3 x 1 sobrre o Goiás.

Além dos gols, o time ainda mandou três bolas na trave com Richarlyson e Júnior César no primeiro tempo e Dagoberto no segundo.

Washington, Jorge Wagner e Borges fizeram os gols do tricolor.

Os jogadores deixaram o campo admitindo que o time passou por uma prova difícil e sonha em se manter entre os ponteiros para brigar pelo título.

Para demonstrar que há amizade entre os jogadores, Washington fez questão de abraçar Borges depois do terceiro gol, quando o jogo já estava encerrado.

Dagoberto e Jean receberam o terceiro cartão amarelo e desfalcam o time domingo no Recife, contra o Sport.

A torcida gritou de novo o refrão, “O Campeão voltou” e provocou os rivais.

Como disse outro dia o presidente Juvenal Juvêncio, a torcida é sábia e percebeu que o time está comprometido com o Campeonato.

Para o presidente não se deve falar em título ainda, mas se deve cobrar um time competitivo em campo.

É o que o São Paulo tem sido nos últimos cinco jogos.

São Paulo vai se reajustando

quinta-feira - 6/agosto/2009

Ricardo Gomes já conhece melhor o elenco e seus gritos a beira do gramado filtrados pelo microfone da Jovem Pan provam que o comedido treinador está mesmo no comando e é ouvido.

Ontem mexeu na equipe e ninguém chiou.

Hugo teve a sua chance e Junior César ficou no banco.

Washington tinha ficado fora de dois jogos por uma expulsão boba contra o Barueri, mas não perdeu a condição de titular.

Quando Borges o substituiu, entrou com muita vontade e teve participação boa no ataque sãopaulino.

O São Paulo venceu o Botafogo, 3 x 1, com autoridade.

A sua torcida gritou de novo o coro: ”O campeão voltou”.

Talvez seja cedo ou exagerado, mas o que o torcedor quer dizer é que pelo menos o time voltou a dar esperança e já dá para pagar para ver seus jogos.

Dagoberto fez gol de novo e de novo saiu fortalecido com a sequência de jogos.

Ele sabe que uma posição do ataque é dele. A outra está entre Washington e Borges.

Jorge Wagner também deu o tom no meio-campo e bateu o pênalti sofrido por Hugo, numa besteira do péssimo goleiro Castillo, como se fosse Ailton Lira nos bons tempos.

Lira batia no cantinho, juntinho a trave e não dava chance ao goleiro mesmo que ele adivinhasse o canto.

Jorge bateu tão justo que ainda tocou na trave, mas mesmo acertando o canto Castillo tomou o gol.

Washington foi quem deu assistência para Hugo no pênalti e fez o segundo gol depois de grande jogada do zagueiro André Dias.

Ao Botafogo, segundo o técnico Ney Franco, que admitiu que o empate já seria um grande resultado, só resta brigar para fugir das últimas posições e ver o que acontece mais a frente.

O Delegado e o cidadão

domingo - 2/agosto/2009

Mário Gobbi foi agredido por elementos da facção Camisa 12, torcida Organizada do Corinthians, ontem à tarde no Parque São Jorge.

Agredido porque teria dito em entrevista algumas coisas que não agradaram aos bandidos uniformizados.

O vice-presidente corintiano é delegado de carreira, mas não fez nada para prender os agressores, nem abriu boletim de ocorrência, nem pediu providências e até pediu desculpas hoje numa entrevista antes do jogo contra o Avaí, no Pacaembu.

O companheiro Wanderley Nogueira perguntou justamente isso e ele saiu pela tangente.

Por que Gobbi, que é delegado, não deu voz de prisão para os arruaceiros?

Por que não lavrar uma ocorrência?

Por que os torcedores organizados estavam dentro do Parque São Jorge?

Eles foram convidados ou são socios do clube também?

As respostas não satisfazem ninguém de bom senso.

A diretoria do Corinthians devia tomar duras providências quanto a agressão, mas Gobbi disse que não reagiu para não botar mais fogo na situação.

A verdade é que esse tipo de atitude só fortalece os agressores, os bandidos.

Eles sabem que ficarão impunes e ainda vão se vangloriar do que fizeram.

Mário Gobbi agiu como muitos de nós quando somos atacados, agredidos, roubados, assaltados e não fazemos nada.

Não fazemos porque não queremos perder um tempo interminável com perguntas nada inteligentes numa Delegacia qualquer, enquanto o bandido ri da gente.

Não fazemos porque não confiamos que os culpados serão punidos.

Não fazemos porque podemos ser ameaçados pelos bandidos porque o denunciamos, já que o nosso santo nome estará lá no Boletim de Ocorrência com RG, CPF, endereço e telefone.

Tudo as mãos dos bandidos, dos policiais e dos advogados dos mesmos.

Quem vai querer correr risco? Então é melhor deixar para lá e ficar no prejuízo.

Quantas vezes você já não passou por isso ou ouviu histórias iguais a essa.

O delegado Mário Gobbi sabe como funciona.

Ontem ele teve um dia de cidadão e sabia que nada aconteceria aos agressores.

A vítima somos todos nós, principalmente se todos deixarem para lá.

Em tempo: Entre os agressores, segundo informações, estava o presidente da Camisa 12.

É a mesma pessoa que o Ministério Público vive convidando para reuniões em busca da paz.

Ronaldo bateu pênalti igual “Bicho Preguiça”

domingo - 19/julho/2009

Aquilo não foi paradinha, aquilo foi “Paradona”, foi ”Bicho Preguiça”.

Tem aquela fábula que o Bicho Preguiça levou sete anos para subir na árvore e quando estava lá em cima errou a mão, caiu e disse: ”Maldita pressa”

Só faltou Ronaldo dizer a mesma coisa após perder o pênalti.

Ele não correu para bater o pênalti, foi andando e Fábio ficou esperando.

Quando ele resolveu dar a “Paradona”, o goleiro foi para a bola e defendeu.

Pode ter sido tudo: Paradona, Paradão, parado, Preguiça, mas paradinha não foi

Ronaldo deveria deixar Chicão bater o pênalti.

Ele vive dizendo que não está preocupado com artilharia e Chicão tem convertido a maioria que bate.

O zagueiro não brinca. Vai lá dá uma pancada e a bola entra.

Mas Ronaldo, além de perder o pênalti, teve também participação importante em outros lances do jogo e ajudou demais na vitória sobre o Cruzeiro por 2 x 1.

Desta vez o time não caiu muito no segundo tempo.

No primeiro gol deu um passe perfeito para Jorge Henrique fazer.

No segundo estava como sempre bem colocado e contou com a ótima colaboração de Jucilei, que livrou-se do zagueiro e tocou livre para o Gordo fazer 2 x 0.

Chamou a atenção, pelo menos para mim, a inteligência de Jucilei.

Tem demonstrado que é bom jogador e além disso sabe com quem joga.

Muitos outros jogadores mais cabeçudos tentariam fazer o gol e poderiam perder.

Mas quando você tem Ronaldo de atacante é melhor passar a bola para ele. A chance é maior com ele.

Jucilei se lembrou disso na hora certa.

Douglas uma vez não passou a bola para o Ronaldo e teve que se explicar por muito tempo.

Belluzo descarta Fossati

sábado - 11/julho/2009

Agora há pouco já na saída de Palestra Itália, o presidente Luiz Gonzaga Belluzzo confirmou a informação da Jovem Pan.

O técnico Luiz Felipe Scolari indicou mesmo Jorge Fossati, atualmente na LDU, do Equador, para o Palmeiras, mas Belluzzo acha que não é a hora para um técnico estrangeiro.

” O Felipão indicou o Fossati, mas trazer um técnico estrangeiro agora no meio da temporada é problemático. Talvez num começo de temporada, mas agora não”, disse o presidente palmeirense.

Felipão indica uruguaio para técnico do Palmeiras

sábado - 11/julho/2009

Luiz Felipe Scolari indicou o uruguaio Jorge Fossati, atual treinador da LDU, para o Palmeiras.

Belluzzo gostou da indicação e pretende resolver o problema da contratação de um novo treinador até a próxima terça-feira.

Se acertar, acertou. Se não acertar, vai esperar mais um pouco e tocar a vida com Jorginho mesmo.

Segundo Felipão, Fossati tem conhecimento do futebol brasileiro, jogou como goleiro no Avaí de Santa Catarina, em 88 e enfrentou vários clubes do nosso país nos torneios sul-americanos.

Belluzzo tinha pensado também no argentino Ruggeri, zagueiro campeão do mundo pela Argentina, em 86, mas desistiu pelo seu pouco conhecimento do futebol brasileiro.