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Será que o Juvenal vai mandar a “mala” para o Andres?

sexta-feira - 30/outubro/2009

A “suposta mala branca” do Cruzeiro para o Barueri foi um dos assuntos da semana.

Renê e Val Baiano, jogadores do Barueri, estão dando um jeito de desdizer o que disseram com medo de punição do “rigoroso” STJD.

Este é um dos assuntos mais antigos do futebol.

A única mudança foi na cor da mala. Antes era preta, agora é branca.

Há notícias de muitos jogadores que ganharam uma nota preta (ou branca) em Campeonatos passados com ajuda financeira de outro clube.

Há também histórias contando que muitas promessas não foram cumpridas e nada pôde se fazer.

Não há papel assinado nesse tipo de acordo.

É pior que jogo do bicho, onde pelo menos o papelzinho com os números é reconhecido.

Aliás, ambos são uma lenda no Brasil. As malas do futebol e o jogo do bicho. Não existem (risos).

Neste fim de semana a mala (branca ou preta) estará viajando novamente.

Alguns jogos terão interesses cruzados na rodada.

Por exemplo: Se o São Paulo vencer o Barueri, o mesmo que recebeu dinheiro para vencer o Flamengo, assumirá mais uma vez a liderança provisório do Campeonato.

Isso ocorrendo, o Pameiras teria que vencer ou pelo menos empatar com o Corinthians, em Presidente Prudente.

Sugestão ao Presidente Juvenal Juvêncio.

Manda a mala para o Andres (Corinthians) ganhar o jogo.

Poderia ser uma mala branca e preta em homenagem as cores corintianas.

Quem sabe seria o começo de um diálogo para os dois times se apaziguarem, não é?

O sr. deveria levar a mala pessoalmente para demonstrar boa vontade.

Do jeito que o Corinthians ainda está precisando de dinheiro, é capaz de aceitar.

Quem não ia gostar nada dessa história seria o Palmeiras.

Mas ele também já mandou suas “malinhas verdes” prá muita gente.

Que atire a primeira pedra o clube que nunca mandou a mala (preta ou branca) para ninguém.

Eles dizem que não e a gente faz de conta que acredita, mas não acredita.

É a vez de Luís Fabiano. O fio desencapado chegou lá

sexta-feira - 18/setembro/2009

Sempre tive em alta conta o atacante Luís Fabiano.

Dentro e fora de campo.

Já foi chamado de fio desencapado na época da Ponte Preta, de Campinas, mas nunca se ouviu que fosse indisciplinado e baladeiro.

Lembro de Luís Fabiano desacordado num jogo, que se não me equivoco foi contra o Palmeiras, no Moisés Lucarelli.

Bateu a cabeça, caiu e ficou no chão.

Demorou para voltar a jogar e depois disso teve receio de cabecear por muito tempo.

Lembro do Luís Fabiano preocupado com a sua mãe e a namorada, hoje sua esposa, antes de um jogo em Belo Horizonte.

Ele tinha ido visitar o pessoal em Campinas no fim de semana anterior e fora ameaçado por bandidos que o conheciam desde criança.

Ameaçavam-no de sequestro e também a sua família, além de tentarem levar o seu carro.

Fabiano resolveu desabafar no microfone Jovem Pan para ver se alguém tomava providência.

Falei com o Juvenal Juvêncio e ele se surpreendeu: “Poxa, ele nunca falou nada para a gente. O negócio é trazer a família para São Paulo ou então comprar um fusquinha para visitar os familiares”.

Luís Fabiano não conseguiu tirar sua mãe de Campinas, mas apressou o casamento para tirar a namorada justamente da cidade onde nasceu, cresceu e conviveu com muita gente que se desvirtuou pelo caminho.

Acabou tendo boa passagem no São Paulo e poderia estar à disposição da Seleção muito antes.

Em 2004, o acompanhei de perto pela Jovem Pan na Copa América, do Peru, e Fabiano não jogou tudo o que se esperava.

Seu companheiro de ataque, Adriano, foi o destaque da competição.

Aos poucos foi sendo esquecido por Parreira embora campeão em terras peruanas.

Só voltou à Seleção porque Dunga perdeu Afonso por contusão antes do jogo contra o Uruguai, aqui em São Paulo.

Chegou, foi escalado, fez dois gols, salvou o chefe e nunca mais deixou de ser convocado.

Afonso, por sua vez, nunca mais foi chamado. Graças a Deus e a Luís Fabiano.

Era mesmo muito fraco para jogar na Seleção.

Hoje Luís Fabiano é um dos maiores atacantes do mundo embora ainda jogue no Sevilha, um time médio da Espanha, mas que por causa dele também tem mostrado a cara em várias competições européias.

O Luís Fabuloso, como é chamado por muitos torcedores, esteve com um pé no Milan, mas não foi.

Azar do Milan e do técnico Leonardo que o queria muito.

O atacante neste momento é imprescindível à Seleção Brasileira.

O técnico Petrescu, que foi um dos maiores jogadores do futebol romeno, o elogiou no meio de semana dizendo que Fabiano é o melhor atacante do mundo.

Pelé também pensa da mesma forma.

E eu concordo com eles. Se não é o melhor, está entre os melhores.

Completa 28 anos no próximo dia 8 de novembro e está na sua fase mais madura como jogador de futebol.

É a vez de Luís Fabiano.

Miranda ficou no mano a mano

quarta-feira - 2/setembro/2009

O zagueiro Miranda externou sua insatisfação por não ter sido negociado pelo São Paulo na janela que terminou na última segunda-feira.

É direito dele. Diz que perdeu muito dinheiro.

Como é direito do clube não vende-lo e não lhe dar nenhum aumento.

Afinal, há um contrato em vigência até o fim de 2010.

Acho até que Juvenal Juvêncio vai reajustar Miranda no fim do ano, mas agora manterá sua palavra.

O jogador diz que perdeu dinheiro, o clube disse que teria que pensar no lado técnico e por isso o manteve no elenco visando ainda o título do Brasileiro.

Se conquistar mais um Brasileiro será também uma marca importante para Miranda.

O zagueiro que pelo que sei não tem empresário, toma conta do seu próprio negócio, viu alguns milhares de Euros escaparem das suas mãos.

Miranda é ótimo jogador e merece estar na Seleção Brasileira.

Teve uma fase no São Paulo que nem falta fazia, parecia o Gamarra.

Depois de uma séria contusão, ficou tempo parado e quando voltou era um jogador que fazia mais faltas e até começou a ser expulso.

Contribuiu para isso também a queda de rendimento do time e tudo estourava na zaga.

O problema é que quando externa essa insatisfação o jogador fica no mano a mano com muita gente, não apenas com os atacantes adversários.

Se errar corre o risco de alguém dizer que está jogando sem vontade, que está chateado com o dinheiro perdido.

Será avaliado pelos companheiros, técnico, diretoria, imprensa e principalmente pela torcida.

Miranda foi sincero no seu desabafo, mas ficou exposto e sem cobertura.

Miranda sempre teve grande senso de antecipação, sempre saiu jogando com classe.

Nessa ele ficou no mano a mano.

São Paulo imita o Palmeiras

terça-feira - 1/setembro/2009

Miranda continua no São Paulo.

Apesar das propostas da Itália e da Alemanha, o clube resolveu mante-lo por ser um jogador importante para o elenco que ainda sonha com mais um título brasileiro.

Miranda esperava uma contrapartida financeira para permanecer, mas a diretoria do São Paulo diz que o contrato em vigência será cumprido e nada além disso.

Talvez só esteja jogando para a torcida.

Juvenal Juvêncio deve segurar Miranda até a “janelinha” de dezembro para depois tentar fazer dinheiro com o zagueiro.

Miranda hoje é figura certa nas convocações de Dunga e isso deve valoriza-lo mais ainda.

É a esperança do São Paulo, que nesse caso imitou o Palmeiras.

Desprezou uma boa oferta e ficou com o zagueiro para não desfalcar o elenco.

O Palmeiras fez das tripas coração para manter Maurício Ramos.

Comprou 50% dos seus direitos ecônomicos ao Iraty, do Paraná.

Já o tricolor não precisou comprar nada.

Miranda é seu por contrato, mas o jogador teria 20% sobre a transação.

Miranda pelo que se sabe não tem nem empresário.

Talvez por isso fique mais fácil a conversa.

Barueri pode ser a casa do São Paulo em 2010

segunda-feira - 24/agosto/2009

Juvenal Juvêncio esteve em Barueri na última quinta-feira.

Esteve conversando sobre estádio.

O São Paulo procura uma casa provisória enquanto o Morumbi passa por reforma para a Copa de 2014.

A Arena Barueri, que é de propriedade da Prefeitura da cidade, é uma boa opção.

Fica perto de São Paulo, não sacrificaria muito os torcedores e em janeiro próximo o estádio aumentará sua capacidade para 30 mil espectadores.

Já é um número considerável para o atual estágio do futebol brasileiro.

Já é um Pacaembuzinho, mas se o projeto for cumprido a risca o estádio terá capacidade para 35 a 40 mil lugares até dezembro de 2010.

Há a possibilidade para aumentar a capacidade com cadeiras ou camarotes atrás dos gols.

Segundo o Jornalista José Calil, Secretário de Esportes de Barueri, Juvenal gostou do que viu e a Arena pode mesmo virar casa do tricolor no próximo ano.

Juvenal diz que a esperança voltou e que está sofrendo menos

quinta-feira - 6/agosto/2009

Estive hoje no Centro de Treinamento da Barra Funda dando uma espiada no treino do São Paulo.

Foi folga do Marcelo Lima no período da tarde.

Conversei rapidamente com o presidente Juvenal Juvêncio.

Ele está sorrindo de novo e confiante que o time está no rumo certo.

Perguntei se dá para pensar em ser campeão ou ainda é muito cedo para isso?

Juvenal respondeu: ”Nós não falamos em títulos por aqui. Mas nos últimos jogos eu tenho sofrido menos. Ainda que estejamos em inferioridade ou em igualdade com alguns, eu sinto que a equipe vai reagir, que ela tem força para reagir. Voltou a esperança. Eu acredito nisso”

Sobre a frase ,”o Campeão voltou”, cantada na arquibancada pelo torcedor, Juvenal disse que o povo é sábio e percebe tudo rapidamente.

” Eu comentava sobre essa frase com o Ricardo (Ricardo Gomes). Respeitemos a torcida, ela é sábia. A torcida grita o campeão voltou. Não é ofensivo, não está chamando o time de campeão, mas está evocando um momento e aquilo toca ao jogador que participou recentemente de campanha memorável e isso traz mais força, traz mais oxigênio”, acrescentou Juvêncio.

São Paulo se livra do Cabeção

quarta-feira - 5/agosto/2009

O São Paulo conseguiu vender Eduardo Costa para o Monaco por seis milhões e setecentos mil reais.

Jogador veio de graça e como estava sob contrato, o São Paulo ainda conseguiu ganhar um bom dinheiro com ele.

Eduardo Costa, o Cabeção, é um jogador muito fraco.

Um troglodita na cabeça de área.

E pensar que um dia Scolari o levou para a Seleção Brasileira.

Até hoje não dá para entender.

E depois dizem que Juvenal Juvêncio vende mal.

Pode ter contratado mal, embora a custo zero, mas vendeu bem demais.

E ainda se livrou de um jogador que pouco ajudaria na campanha do time.

Foi melhor para o tricolor e para o atleta.

Desafetos se encontram no Morumbi

terça-feira - 23/junho/2009

Aconteceu hoje na visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Morumbi para conhecer os projetos visando a Copa de 2014.

Estavam lá vários convidados ilustres e muita gente ligada ao esporte.

Entre eles, o presidente da Federação Paulista de Futebol, Dr. Marco Polo Del Nero, com quem o São Paulo está publicamente e oficialmente rompido.

Mas o convite foi feito para o presidente da entidade.

É a chamada liturgia do cargo que leva a esses constrangimentos.

O São Paulo não reatou com a FPF e muito menos com o seu presidente e a reciproca parece ser verdadeira.

Mas como estádio candidato à Copa e mais do que isso, a festa de abertura do grande evento, pertence a um filiado, é necessário que as entidades se representem.

O São Paulo, é claro, com o presidente Juvenal Juvêncio e a Federação Paulista com Del Nero.

Tudo normal, mas meio desconfortável dadas as últimas farpas de parte à parte.

Presidentes do Palmeiras e do Santos, respectivamente, Dr. Luiz Gonzaga Belluzzo e Marcelo Teixeira tinham compromissos inadiáveis e não puderam comparecer.

Mandaram representantes para acompanhar a visita presidencial.

Também estava presente o presidente do Corinthians, Andres Sanchez, ironicamente o único dos grandes clubes convidados que se fez representar pelo ocupante do cargo máximo.

Ironicamente porque Sanchez anda às turras com Juvenal desde o problema do ingresso no Campeonato Paulista e disse que na sua gestão o Corinthians jamais voltaria ao Morumbi.

Hoje ele voltou representando o clube e participando de um ato esportivo para a Copa-2014.

Vale lembrar que há poucos dias Andres e Juvenal se encontraram em Santos numa reunião promovida pelo presidente, Marcelo Teixeira.

Tomara que os interesses esportivos estejam mesmo acima das picuinhas cotidianas.

O presidente Juvenal Juvêncio agradeceu a presença de todos e mais uma vez demonstrou a sua certeza de que o Morumbi será estádio da Copa-2014 e que deverá ser o palco da abertura da competição.

Enquanto isso na África onde se disputa a Copa das Confederações membros da Fifa mandam avisos quase que diários para o Brasil.

No seu entender é preciso começar a reformar ou construir estádios o quanto antes para não ter problemas quando a Copa se avizinhar.

A Fifa sabe que não há nenhum estádio brasileiro em condições de receber a Copa na situação atual. É preciso fazer quase tudo.

O Morumbi não foge muito a regra. Tem problemas para resolver e precisa do apoio oficial para ser confirmado como palco da abertura.

Por isso todo esse esforço envolvendo o esporte e a política com a presença do presidente da República, que no fundo é o grande avalista da Copa no Brasil.

Mano foi deselegante com Milton Cruz

domingo - 21/junho/2009

Aconteceu no intervalo do jogo Corinthians 3 x 1 São Paulo, no Pacaembu.

Mano Menezes foi em direção ao árbitro Marcelo de Lima Henrique e Milton Cruz foi junto.

Milton já estava incomodado com as reclamações de Mano antes do primeiro tempo terminar.

”Ele quer apitar o jogo, fala muito o tempo todo”, me disse Cruz ao lado do campo.

Mano discutiu com Milton no centro do gramado na cara do árbitro e o chamou de ”interino” de uma forma cruel, desrespeitosa, deselegante e no intuito de humilhar o companheiro de profissão.

” O que você está falando aí, você é interino”, ao que Milton retrucou: ”E você o que ganhou até hoje. Me respeite, eu sou campeão mundial, campeão brasileiro. Quem é você?”.

Mano saiu rapidamente dizendo a Milton Cruz: ” Você está alterado, você está alterado”

Quando voltou ao gramado para o segundo tempo, Mano não estava arrependido.

” Não menti. Disse que ele é interino e ele é mesmo”

A diretoria do São Paulo não gostou, mas não vai levar o assunto em frente.

Marco Aurélio Cunha disse que tem muita gente que posa de boazinha, mas no fundo é um falso humilde, um dissimulado e se revela nesta hora.

Na mesma toada foi o diretor Carlos Augusto Barros e Silva, o Leco.

O presidente Juvenal Juvêncio disse que não ia polemizar com um técnico e que desta vez deixava passar, embora não seja o seu estilo.

No fim do jogo os treinadores amenizaram o entrevero.

Mano disse que foi apenas uma discussão e Milton Cruz garantiu que o que aconteceu no campo ficou no campo e não leva mágoa.

Mas também disse que com muita honra já foi interino de muito técnico campeão e que vai continuar sendo assim.

Mano vai esquecer o entrevero rapidamente, Milton talvez não.

Não é a primeira vez que Mano Menezes usa desse artifício para alfinetar ou levar vantagem contra um adversário.

Já o fez com Carlinhos, do Guaratinguetá, que tinha se envolvido num acidente automobilístico no Sul do País, quando houve uma morte.

Mano o chamou de assassino num jogo contra o Corinthians.

Também teve problema com Edno, da Portuguesa de Desportos.

Hoje também disse que Marco Aurélio Cunha é muito sensível, sem explicar o que significa sensível na sua avaliação.

Cunha retrucou que é mesmo sensível como todo o ser humano deve ser.

Claramente o ‘’sensível” de Mano Menezes carregava preconceito e foi colocado de uma forma pejorativa.

O técnico do Corinthians não precisa disto.

Ele é muito competente e vai conseguir muitos títulos na sua vida.

Mas tem que se lembrar todo o dia que no futebol brasileiro todo o técnico é um permanente interino.

Ele devia ser sensível a isso.

Ricardo Gomes é um Dunga mais rodado

sábado - 20/junho/2009

Hoje foi meu dia de folga na Jovem Pan.

Sabadão, dia de sol com um pouco de frio, aproveitei para ver minha Piracicaba de perto.

Afinal meus familiares moram por lá e era hora de ve-los também.

Fiquei sabendo que Ricardo Gomes é o novo técnico do São Paulo.

Surpresa para mim. Vocês devem ter ficado sabendo bem antes que eu.

Devia estar na estrada curtindo minha folga, almoçando com minha esposa e me desligando do futebol por umas horas quando ele foi anunciado.

Mas agora é hora de falar do assunto.

Ricardo Gomes não estava na minha lista e nem na de muita gente.

Acho que só estava na do Juvenal Juvêncio, que convenceu os seus pares de diretoria.

Ele teve que ceder na demissão de Muricy, então enfiou o nome goela abaixo dos companheiros.

Mas o São Paulo, assim como muita gente da imprensa, pensa que porque o sujeito andou pelo raquítico campeonato francês já pode ser considerado um técnico europeu e de ponta.

Ricardo Gomes foi um ótimo jogador de bola.

Merecia até ter ganho mais do que ganhou.

Alto e canhoto, foi ídolo no Fluminense e teve espaço também na Seleção Brasileira.

A exemplo do extraordinário Mozer, do Flamengo, que foi seu contemporâneo, sempre se contundiu na hora errada.

Por isso ambos não marcaram em Copas do Mundo.

Como técnico nunca teve um trabalho ganhador.

Aprendeu muito no futebol português e até mesmo com os incipientes Bordeaux ou Monaco, mas não tem a história dos grandes treinadores que o São Paulo sempre precisou.

Bordeaux e Monaco são times pequenos perto de um São Paulo, de um Corinthians, de um Palmeiras, de um Flamengo, de um Grêmio e de um Cruzeiro.

Estão mais para o Juventude, de Caxias, que um dia também já foi dirigido por Gomes.

Mas é uma aposta. Tomara que dê certo, pois é uma cabeça nova que vem sem nenhum envolvimento emocional com o elenco e nem com o tricolor.

Para ele é a grande chance da carreira.

O São Paulo tem estrutura para transformar Gomes num técnico de ponta no Brasil.

Por enquanto ele é apenas um Dunga com um pouco mais de rodagem.

Se conseguir os números que Dunga vem conseguindo na Seleção, será ótimo para o São Paulo.

O problema é que o torcedor do São Paulo quer ganhar e ver bom futebol também.

Aos poucos a geração de 90-94 vai tomando conta do futebol brasileiro.

Na Seleção e nos clubes.

Isso quer dizer que eles estão chegando e muitos estão passando.

Em tempo: Ricardo Gomes foi décimo segundo colocado do Campeonato Francês com o Monaco e na Seleção Olímpica fez um péssimo trabalho.

No entanto com o Bordeuax na temporada anterior foi vice-campeão.