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Renê e Val Baiano também não jogam contra o Inter

terça-feira - 3/novembro/2009

A diretoria do Barueri acaba de decidir.

O goleiro Renê e o atacante Val Baiano não jogarão domingo contra o Internacional, na Arena Barueri.

Eles continuam suspensos por conta de terem denunciado “Mala Branca” do Cruzeiro para vencer o Flamengo, 2 x 0, na semana passada.

Ambos não jogaram contra o São Paulo e isso suscitou inúmeros comentários de que o time do Morumbi foi beneficiado.

A diretoria do Barueri, que não quer dar entrevista sobre a questão, informou através da sua Assessoria que o primeiro ponto para manter o afastamento dos jogadores foi a imagem do clube que ficou arranhada com o episódio.

Mas pelo que se sabe também levou em consideração o desgaste causado por não ter colocado os dois contra o tricolor que luta diretamente pelo título brasileiro.

Isso também levou a decisão de não colocar os jogadores em campo contra o Internacional que briga por Libertadores e matematicamente pelo título brasileiro e foi um dos que mais chiaram com as ausências contra o São Paulo.

Decisão acertada

Analisando a notícia, que é a parte de cima desse post, achei que a diretoria do Barueri tomou a decisão acertada.

Se não jogaram contra o São Paulo também deveriam ficar de fora contra o Inter, já que o motivo permanece e envolve também um concorrente ao título brasileiro.

Já disse aqui mesmo que os jogadores não fizeram tanta falta assim a ponto de dizer que o Barueri perdeu para o São Paulo só por causa disso e a mesma situação se aplica ao Inter.

A não ser que Renê tenha se transformado num goleiro indiscutível e Val Baiano seja um novo Ronaldo, um novo Luís Fabiano da semana passada para cá, o que me parece não aconteceu.

O que valeu foi a decisão do Barueri em manter a suspensão dos dois jogadores e na minha opinião deveria ser assim até o fim do Campeonato. Ou então não deveria ter suspenso os dois para o confronto com o tricolor.

Val Baiano não é Ronaldo

segunda-feira - 2/novembro/2009

Val Baiano, 28 anos de idade, 12 gols marcados, é artilheiro do Barueri no Campeonato Brasileiro.

Não jogou contra o São Paulo supostamente punido por ter confirmado que o Cruzeiro mandou dinheiro (mala branca) para o Barueri derrotar o Flamengo, na semana passada.

Trato feito, trato cumprido. O Barueri derrotou o Flamengo por 2 x 0.

Não se sabe se foi pago. Talvez ainda não.

O goleiro Renê viveu a mesma situação do atacante. Foi afastado da equipe no sábado pelo mesmo motivo.

Houve a ameaça do “rigoroso” STJD contra o clube e os jogadores por causa do chamado “suborno branco”.

Andres Sanchez, presidente do Corinthians,  que não tem mais interesse no Campeonato, aproveitou e cutucou os dirigentes do Morumbi.

“O São Paulo trabalha bem os bastidores”, dando a entender que a retirada dos jogadores foi acertada entre o tricolor e o Barueri.

Mas quando questionado se é isso mesmo que quis dizer, sai pela tangente e não responde diretamente.

Perguntado se o Corinthians poderia receber dinheiro para ganhar do Palmeiras ontem, em Prudente, se esquivou dizendo que isso é coisa entre os jogadores. A diretoria não participa.

O Palmeiras achou estranha a situação. Gilberto Cipullo, no entanto, disse que o São Paulo não tem nada a ver com isso e aproveitou para elogiar a postura dos dirigentes do Barueri.

Então, quem é o responsável?

Muricy Ramalho pede explicações aos jogadores envolvidos. Eles é que tem que dizer o que houve.

O próximo jogo do Barueri é domingo contra o Internacional, na Arena, e se Val Baiano e Renê entrarem em campo aí vai ficar mais estranho ainda.

Mas o Barueri poderá alegar que a punição foi apenas por um jogo. Foi uma espécie de STJD interno sem precisar dos préstimos do Dr. Paulo Shimidt.

O São Paulo ganhou do Barueri, gol de Jorge Wagner, e chegou aos 58 pontos no Brasileiro.

Agora divide a liderança com o Palmeiras e só perde no saldo de gols.

Mas cá entre nós. Acho que o São Paulo ganharia do Barueri mesmo com Renê e Val Baiano em campo.

Estão tratando os desfalques como se fossem jogadores geniais.

Devo informar que não são. Longe disso.

Renê não é Marcos nem Rogério Ceni. Nem mesmo Felipe ou Bruno, do Flamengo.

Aos 32 anos de idade está no ocaso da carreira e foi muito “juvenil” no caso do “suborno branco”.

Márcio, que jogou no seu lugar no sábado, deu conta do recado.

Val Baiano não é Ronaldo. Não faz toda essa diferença, não.

A única coisa que fica no ar é se houve ou não a “Mala” cheia de dinheiro do Cruzeiro para os jogadores do Barueri.

Se houve, foi uma incrível ironia. Não adiantou nada. O time que pagou para o outro ganhar não conseguiu melhorar muito na classificação e ontem se esqueceu de vencer o então lanterna Fluminense, no Mineirão.

Acho que a mala vai começar a viajar mais nas últimas três rodadas do Campeonato. Agora ainda é cedo.

Em duas semanas será uma briga forte em cima e embaixo e não haverá segunda chance para mais ninguém. O Campeonato acaba de vez.

E vamos deixar de hipocrisia. A mala preta, branca, suborno branco, compra de vitórias ou coisa que o valha, sempre existiu no futebol e não adianta fingir que não existe.

Muita gente que está esperneando hoje já passou pela mesma situação. De uma maneira ou de outra.

Só os rodados Val Baiano e Renê ainda não tinham passado pela experiência.

Será que foi a primeira vez deles? Quanta ingenuidade, não?

Os jagunços ganharam

quarta-feira - 26/agosto/2009

O presidente da Portuguesa, mais conhecido como Manuel da Lupa, disse que ninguém viu arma nos vestiários ontem à noite.

Chamou a situação de folclore e ao mesmo tempo chamou os jogadores e o técnico Renê Simões de mentirosos, pois eles confirmam a pressão de quatro jagunços armados dentro do recinto onde deveriam estar apenas os jogadores e a Comissão Técnica.

O presidente chegou a dizer que deduziram que estivessem armados porque são militares.

Duas coisas, por favor?

Militar pode fazer bico como segurança?

Pode andar ostentando armas por aí?

Isto quer dizer que nada vai acontecer.

Os jagunços ganharam e Benazzi, o novo treinador luso, que se cuide bem.

Qualquer coisa é a sua cabeça que fica a prêmio.

Os jagunços estão do outro lado, do lado da diretoria.

A mesma diretoria que prometeu lavrar boletim de ocorrência sobre a invasão, mas hoje já botou panos quentes e quer que a vida vá em frente como se nada tivesse acontecido.

Espera-se tomada de posição dos orgãos competentes, com ou sem boletim de ocorrência.

Em Brasília, o Ministro do Esporte, Orlando Silva disse nesta quarta-feira (26/05) que vai acionar o Tribunal de Justiça de São Paulo, o Ministério Público de São Paulo e o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) para que investiguem a denúncia do ex-técnico da Portuguesa, René Simões.

Se fosse um país sério, a Portuguesa seria no mínimo rebaixada para a Série C, até porque essa não é a primeira vez que intimidações, agressões e baixarias acontecem no Canindé.

Já passou da hora de se tomar uma providência pelo bem das pessoas, do futebol e até mesmo da Portuguesa de Desportos.

Renê Simões pensa em deixar a Portuguesa

quarta-feira - 26/agosto/2009

Depois dos acontecimentos de ontem à noite, no Canindé, o técnico Renê Simões pensa em deixar a Portuguesa.

Agora há pouco conversei com o técnico da Portuguesa que teve uma noite mal dormida e está muito preocupado com a situação.

Ele contou o que houve e citou que os “jagunços” armados que entraram nos vestiários eram policiais e pelas suas respostas também lamenta a falta de uma posição da diretoria lusa.

Renê admitiu que está perigoso trabalhar no Canindé.

Ouça, Renê Simões:

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Atualizando às 13h10

Renê deixa a Portuguesa.

Leia a nota da diretoria lusa.

A Associação Portuguesa de Desportos vem, através da sua assessoria de imprensa, informar que, por conta dos incidentes ocorridos após o jogo de ontem contra o Vila Nova, no Canindé, quando o conselheiro Antônio José Vaz Pinto (”Toninho da Divena”), acompanhado por dois seguranças pessoais, proferiu palavras ofensivas aos jogadores, o Sr. René Simões pediu demissão do cargo de técnico da equipe profissional desta instituição.

Mesmo com a intervenção direta do presidente do clube, Dr. Manuel da Conceição Ferreira (Manuel da Lupa), que solicitou a permanência do mesmo, a decisão do Sr. René foi irrevogável.
Após o treino de hoje, às 15 horas, no Canindé, a diretoria da Portuguesa concederá uma entrevista coletiva

Canindé virou terra de ninguém

quarta-feira - 26/agosto/2009

Jogadores sob ameaça de armas, agressão a adversários, pressão na imprensa, nos atletas, nos dirigentes, nos árbitros e agressões consumadas sem boletim de ocorrência.

O Canindé virou terra de ninguém e a diretoria da Portuguesa não toma nenhuma providência.

Ontem na Série B do Brasileiro, a equipe perdeu para o Vila Nova por 2 x 1 e o técnico René Simões denunciou que homens armados estiveram nos vestiários intimidando os jogadores.

Quem são esses homens? Quem permitiu?

A diretoria lusa é totalmente omissa.

Parece até que apoia essa bandalheira.

A torcida organizada da lusa, bem como sua torcida no geral, é muito pequena, mas muito ruidosa e às vezes muito violenta.

Não há tempo para se trabalhar e alguns dirigentes ainda vivem a época da agressão a arbitro, da pressão a imprensa e aos adversários achando que isso ganha jogo.

Está provado que não ganha.

É só olhar onde está a Portuguesa de Desportos, outrora a segunda equipe no coração de muita gente aqui em São Paulo.

Está muito perigoso trabalhar no Canindé.

Já passou da hora de dar um basta nisso ou vão esperar alguém morrer para tomar uma atitude?

A volta de Muricy

quarta-feira - 29/julho/2009

Muricy estréia no Palmeiras hoje à noite no Palestra contra o Fluminense, do Rio de Janeiro.

O time carioca lhe deu muita dor de cabeça no ano passado.

Ganhou dois jogos, 3 x 2 e 3 x 1, respectivamente na Libertadores e no Brasileiro, ambos tendo como técnico adversário Renato Gaúcho, o mesmo que enfrentará hoje na sua estréia palmeirense.

Se disser que o Fluminense e o próprio Renato não estão atravessados na garganta, Muricy estará mentindo.

Vai ser o jogo da volta. Hoje dirige o Palmeiras que ponteia o Brasileiro ao lado do Atlético Mineiro e é o favorito contra os cariocas.

No Morumbi no ano passado contra o Flu de Renato conseguiu vencer por 1 x 0, na Libertadores, e depois sucumbiu no Rio numa grande noite de Washington, então atacante do tricolor de lá.

No returno, no Morumbi, empatou em 1 x 1, mas o Fluminense já era dirigido por Renê Simões.

O Fluminense tem sido uma pedra no sapatinho de Muricy Ramalho.

Hoje é o dia da desforra. Os palmeirenses esperam por isso.

Médico lembra Ronaldo para falar da recuperação de Rogério

terça-feira - 14/abril/2009

Agora há pouco no Jornal da Manhã da Jovem Pan ouvimos o Dr. Renê Abdala, que operou o goleiro Rogério Ceni, do São Paulo. Foi uma matéria em conjunto com a companheira Izilda Alves.

Dr. Abdala confirmou os seis meses de recuperação para o jogador e adiantou que desta vez não vai dar para pular etapas: ”O Rogério gosta de jogar e de sempre estar em atividade. Já conversei com ele agora pela manhã, ele passa bem e está otimista, mas já sabe que terá que cumprir todo programa para voltar a jogar. Não adianta tentar antecipar nada”

A fisioterapia começa até o fim de semana e quando quis saber se a idade de Rogério (36 anos) poderia pesar na recuperação, o Dr. Abdala se lembrou de Ronaldo: ” Isso não existe mais. Vejam o Ronaldo que está plenamente recuperado. A idade do Rogério não vai atrapalhar em nada na recuperação”

Fluminense: Parreira é reserva de luxo

sexta-feira - 6/março/2009

Direto de Presidente Prudente:

Carlos Alberto Parreira cometeu um grande erro na sua carreira. Foi campeão do mundo com o Brasil, em 94 e a pedido de Zagallo, que precisava do emprego de coordenador técnico, aceitou voltar à Seleção para a Copa de 2006. Ganhou a Copa América em 2004, no Peru; a Copa das Confederações, em 2005 e foi um fiasco na Alemanha.

Deveria ter batido o pé e continuado fora da Seleção. Seria o eterno campeão e não passaria pelos dissabores das críticas merecidas pela omissão em muitas situações em 2006, principalmente com relação a Ronaldo fora de forma e a bagunça de Weggis, denunciada mais tarde pelo presidente Ricardo Teixeira.

Agora Parreira volta à manchete como técnico do Fluminense no lugar de Renê Simões, que salvou o time do rebaixamento no ano passado, mas que nunca agradou aos nobres das Laranjeiras. Parreira é um reserva de luxo do Fluminense. Toda vez que um técnico balança ou cai, ele é o primeiro nome da lista. Já dirigiu o clube na Série A, quando foi campeão brasileiro em 84 e depois não teve medo de assumir o Fluminense na Série C, do Brasileiro.

Mas Parreira já de algum tempo não quer ser mais técnico. Sabe que é uma vida difícil, embora ganhando muito acima da média dos simples mortais deste país. Parreira tem padrão de vida do mais alto nível, é reconhecido fora do país, é ligado a Fifa e pode passar a vida dando palestras ou coordenando futebol como estava fazendo na Traffic.

De novo não conseguiu dizer não a um amigo e voltou para a antiga função. Ele é uma figura respeitada no Fluminense, mas se o time não responder os dirigentes perdem o respeito fácil, fácil.

Renê Simões diz que mala branca é imoral

domingo - 30/novembro/2008

O técnico do Fluminense não gosta desse negócio de mala branca. Falando com o companheiro Márcio Spímpolo, aqui na Jovem Pan, ele disse que a mala branca não é ilegal, mas é imoral. Tem lá a sua razão. O Fluminense se vencer o São Paulo ou pelo menos não perder hoje no Morumbi, ajudaria o Grêmio que ainda está na briga pelo título.

Mas Renê Simões diz que o Fluminense tem que jogar por ele. O time precisa de pelo menos um ponto para fugir de vez do rebaixamento e por isso não precisa de dinheiro para correr mais. Ele tem que correr por si mesmo.

Washington, goleador do Fluminense, chegou a dizer que qualquer dinheiro que vier e bemvindo, quando citaram a possível mala branca gremista.

O ex-jogador Zico, maior ídolo da história do Flamengo, diz que a mala branca é desonesta: ”Quem recebe para ganhar, também recebe para perder. Não gosto da mala branca”

Aquela velha frase dita por muita gente: ”Dinheiro para ganhar não tem problema”, cai por terra se você analisar tudo o que vem acontecendo. Tem jogador que parece deixar o time em má situação esperando prêmio extra ou então torce para que alguém esteja dependendo do seu resultado para cobrar a mala branca. Está virando negócio envolvendo caixa dois. Isto é ilegal e é imoral também.

Bom exemplo foi dado pelo elenco do Vasco da Gama que tem muitas dificuldades para evitar o rebaixamento. O presidente Roberto Dinamite propôs um dinheiro extra para que os jogadores livrem o time da Série B e eles recusaram alegando que é obrigação não deixar o Vasco cair. Quem surpresa boa. Ainda tem gente honesta no Vasco do Gama.

Renê diz que Flu x Palmeiras é jogo da vida e elogia Luxemburgo, Thiago Silva e Washington

sexta-feira - 24/outubro/2008

Neste sábado 16 horas, no Maracanã, tem Fluminense x Palmeiras. O time carioca na zona do rebaixamento precisando de uma vitória e o Palmeiras precisando vencer para ficar de novo a um ponto do Grêmio na classificação do Campeonato Brasileiro. 

Renê Simões, técnico do Fluminense, falou com a Jovem Pan.

Ouça a entrevista:

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