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São Paulo, um líder nervoso e faltoso.

quinta-feira - 5/novembro/2009

Não sei se o São Paulo vai ganhar o título brasileiro, mas com certeza não ganhará o troféu Fair Play do Campeonato.

Agora há pouco terminou o jogo com o Grêmio com três expulsos e demonstrando um nervosismo inexplicável para um time que estava assumindo a liderança provisória.

Já são 13 cartões vermelhos no Campeonato Brasileiro. Nesse ítem será campeão fácil, fácil.

Placar final: 1 x 1, num jogo chato, truncado, cheio de faltas e passes errados, principalmente no primeiro tempo.

O gol do Grêmio veio numa bola parada bem aproveitada por Rafael Marques.

O São Paulo empatou numa falha do lateral Thiego que deixou a bola passar para Dagoberto empatar.

Teve muita marcação, muita correria, mas faltou futebol.

No segundo tempo a coisa desandou e embora o Grêmio tentasse jogar o São Paulo mais se defendeu.

Talvez a proposta fosse o contra-ataque, mas ele não saiu.

Não houve praticamente perigo para os goleiros Victor e Rogério Ceni.

Borges entrou no lugar de Washington e ficou pouco mais de 14 minutos em campo.

Foi expulso por agressão. Já tinha amarelo e devia ser multado pelo São Paulo pela indisciplina.

Pouco depois foi a vez de Dagoberto perder a cabeça e cavar sua expulsão também.

Esse é outro que também merecia uma multinha da diretoria.

Quando o jogo já estava terminando, Jean também foi expulso.

Também já tinha amarelo, fez falta violenta, tomou o segundo e deixou o tricolor com 8 jogadores em campo.

O empate acabou sendo bom para o time do técnico Ricardo Gomes que pelo menos até o fim de semana será o líder do Campeonato Brasileiro com 59 pontos ganhos contra 58 do Palmeiras.

Mais uma vez a gangorra da liderança está presente. Se o Palmeiras vencer o Fluminense, ele reassume a ponta novamente.

O Grêmio vai poder reclamar de um suposto pênalti de Jean em Fábio Santos, no segundo tempo.

O lateral foi empurrado dentro da área, mas o árbitro Jaílson de Freitas considerou jogada normal.

Valeu pelo ponto ganho e Ricardo Gomes agora terá um tempão para ajustar o time sem os três jogadores expulsos.

Além disso terá que melhorar a troca de passes e mandar o time atacar com mais inteligência e ousadia mesmo sem poder contar com Dagoberto e Borges.

Washington, que é titular e que não foi bem em Porto Alegre, terá nova companhia no jogo contra o Vitória daqui a 10 dias, no Morumbi.

Até lá o Palmeiras já terá jogado duas vezes. Domingo contra o Fluminense e na quarta-feira, dia 11, contra o Sport, no Palestra Itália.

Poderá livrar boa vantagem e passar uma pressão danada para o Morumbi.

O empate foi bom hoje, mas poderá ser um mau resultado dentro de alguns dias.

Tudo depende dos adversários que o perseguem. Se eles fizerem a sua parte, o tricolor terá que correr atrás de novo.

Para o Campeonato está ótimo. A disputa continua totalmente aberta.

Impedimento de TV não vale

segunda-feira - 28/setembro/2009

Washington estava impedido 25 centímetros quando fez o gol no Corinthians.

O tira-teima confirmou.

Se teve tira-teima não vale para o jogo.

Quando Hernanes enfiou a bola na área não deu tempo para o bandeira mandar parar a jogada.

Acho até que ele gostaria, mas não deu.

É muito rápido, sabe?

Se tem que ver de novo com tira-teima o bandeira já está absolvido.

O impedimento da TV só vale na TV.

Não me venham com aquela conversinha de que o atacante estava com a ponta do pé na frente, com o dorso mais arqueado para frente que o zagueiro, que a camisa estava a frente.

Isso não existe a olho nu.

É muito preciosismo dos árbitros de poltrona.

Isso é recurso eletrônico, que inclusive não está nas regras do jogo, que só vale para ilustrar a transmissão de TV.

O jogo do campo não tem nada disso.

Reclamam do gol anulado de Dentinho porque o árbitro deu falta do Ronaldo na jogada anterior.

Não houve gol anulado. A jogada já estava parada.

Se discute a interpretação do árbitro. Uns acham que ele acertou, outros que ele errou e só isso.

Há lance de um suposto pênalti de Marcelo Matos em Marlos.

Para mim não foi.

Ah, mas a TV mostra o braço de Matos puxando Marlos.

Mostra em câmera lenta, bem devagarinho.

Foi uma jogada enrolada dos dois.

O árbitro não viu, eu também não vi e segue o jogo.

Esse lance acontece um montão de vezes por partida.

Outra frase muito ouvida ultimamente.

Ele deixou o braço, ele deixou a perna.

Atenção: Jogadores tem braços e pernas, elas não são descartáveis.

Não dá para tirar os membros em questão só para não tocar no adversário.

Futebol é um jogo que tem muito choque e hoje muito mais que no passado.

Em câmera lenta tudo é falta.

O futebol está muito chato, muito cheinho de frescurinhas.

Também os caras querem jogar comendo pipoca e vendo TV.

Vão para o campo. Lá o jogo é pegado, lá o jogo é jogado.

Lá tem erros e acertos dos árbitros, jogadores, treinadores e repórteres.

O maior erro do clássico de ontem, no Morumbi, não foi do árbitro e nem dos bandeiras.

Foi da dupla André Dias e Bosco.

E não precisou nem do replay para se ver.

Assim é o futebol.

Quem não gostar que fique no Playstation.

Ah, um aviso. Mas até no joguinho agora o árbitro também erra.

É que ele tenta imitar o futebol de verdade.

Washington diz que vai cumprimentar Muricy e admite dívida com a torcida

quinta-feira - 27/agosto/2009

Washington tem dificuldades para conquistar a torcida do São Paulo.

Já disse uma vez que até o gandula é mais aplaudido que ele.

Só tem uma solução. Fazer gols e ganhar jogos.

Ele sabe disso e até admite que ainda está devendo, mas bem menos do que no início do ano.

Washington também admite que irá cumprimentar Muricy Ramalho no clássico de domingo.

Ele foi seu técnico e amigo até outro dia no Morumbi.

Eu quis saber do artilheiro se os jogadores do tricolor deviam entrar em campo e já dar aquele famoso abraço, aquele cumprimento em Muricy ou seria melhor deixar para depois do jogo?

Ouça, Washington:

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Goiás e São Paulo não desistem

domingo - 16/agosto/2009

Goiás e São Paulo estão no G-4 e tem conseguido vitórias na base da persistência para uns ou da sorte para outros.

Eles não desistem, se negam a perder como diriam os espanhóis.

O Goiás vencia o Vitória por 2 x 0, tomou o empate e foi buscar com Júlio César o terceiro gol, que lhe deu uma vitória importantíssima dentro de casa.

A jogada do gol da vitória foi orquestrada pelos dois bons laterais goianos.

Vitor fez o lançamento e Júlio César, que não é um grande cabeceador, não é a sua, fez de cabeça e colocou 3 x 2 no placar.

Com o resultado o Goiás é o vice-líder com 35 pontos ganhos e termina o primeiro turno com a melhor campanha da sua história.

No Recife, na lotada Ilha do Retiro, o São Paulo começou vencendo com um gol de Washington.

O gol nasceu de um lançamento de Hernanes para Borges, que de cabeça arrumou para Washington.

Na comemoração os dois jogadores se abraçaram forte e Washington até deu um beijinho na cabeça de Borges.

Parece que eles estão em paz mesmo.

Fabiano empatou o jogo aos 39 minutos do segundo tempo e parecia que o 1 x 1 seria o placar final.

O São Paulo tinha perdido Miranda e Renato Silva por expulsão e Wilson levou cartão vermelho no Sport.

Quando tudo se encaminhava para o empate, Júnior César roubou uma bola de Moacir e atravessou o campo com ela grudada no pé esquerdo.

Caiu pela direita e fez um levantamento perfeito para Hugo fazer de cabeça 2 x 1 e decretar mais uma vitória do São Paulo no Campeonato Brasileiro.

Todos os gols no Recife foram de cabeça.

O São Paulo não perde há 8 jogos e vem de seis vitórias consecutivas.

A última derrota foi para o Atlético Mineiro há um mês.

2 x 0, em Belo Horizonte, no dia 16 de julho.

O tricolor está no G-4 com 33 pontos ganhos, ao lado do Internacional, de Porto Alegre, que tem dois jogos a menos e uma vitória a mais, 10 contra 9.

Quarta-feira enfrenta mais um time que está na zona do rebaixamento.

Jogará com o Fluminense, no Morumbi, como franco favorito.

Com a derrota para o São Paulo, o Sport permanece na lanterna com apenas 13 pontos ganhos.

É um grande favorito para cair.

Em tempo: O internauta fez bem em me corrigir. Nem todos os gols foram de cabeça, mas que foram pelo alto, isso foi.

Washington quer carinho da torcida

segunda-feira - 10/agosto/2009

Washington voltou a fazer gol pelo São Paulo, mas saiu chateado com parte da torcida que o vaia a cada jogada.

O atacante não entende bem o que acontece, mas diz que um dia conquistará também o torcedor que é contra ele.

A verdade é que Washington faz gols.

Não faz em todos os jogos, mas é artilheiro.

Se coloca bem na área, oferece opção para a bola aérea e é perigoso para os zagueiros adversários.

Nos escanteios contra e a favor ajuda muito.

Mas não esperem de Washington nenhuma jogada genial.

Ele não é genial. É um centro-avante a antiga, um pivô, um jogador que faz a parede.

De vez em quando também consegue fazer bons passes e até tabela com os companheiros, mas esta não é a sua principal característica.

Muricy sempre gostou de jogar com um grandão fazendo o pivô a frente, por isso também Washington foi contratado.

Antes dele jogava Aloisio e até Lenílson chegou a ser escalado na função por causa da altura.

São as predileções dos técnicos.

Scolari também gostava de ter um pirolão na frente para resolver pelo alto.

O São Paulo viveu muito tempo do expediente da segunda bola.

Rogério Ceni quebrava no grandão da frente e os companheiros do meio-campo ficavam esperando a bola espirrada para reiniciar a jogada pertinho do gol adversário.

Muitas vezes deu certo, muitas vezes deu errado.

Quem tem Washington não pode ficar esperando jogadas de Careca, de Romário, de Mueller, de Ronaldo.

Isso ele nunca fará, mas estará lá sempre disposto a dividir todas com os zagueiros, abrirá espaços para os companheiros e jogará para o time.

Washington é daqueles atacantes que ou é o melhor em campo ou um dos piores.

Se ele não fizer gol, vão dizer que não serve para nada, mas quando fizer será o centro das atenções.

Essa é a vida do artilheiro nato, aquele que joga para o gol.

Washington ainda fará muitos gols pelo São Paulo, mas tropeçará ainda muito na bola.

Mas a cada tropeção terá mais uma motivação para se levantar e tentar de novo.

A vida do próprio jogador mostra que ele é um guerreiro.

E podem ter certeza, é também boa gente.

Tem se esforçado demais para se aproximar dos companheiros de ataque tentando demonstrar que há boa convivência entre eles, mesmo com a disputa pela posição.

Ontem foi substituído no segundo tempo e foi para o banco de reservas.

Mas fez questão de cumprimentar Borges pelo gol no apagar das luzes.

Assim Washington vai abrindo o caminho e tentando ser útil para o técnico Ricardo Gomes, que embora faça o time jogar com bola no chão, também não desperdiça uma bolinha por cima.

Foi assim que ele fez dois gols ontem contra o forte time do Goiás e ganhou o jogo no Morumbi.

São Paulo continua chegando

domingo - 9/agosto/2009

São Paulo consegue sua quinta vitória consecutiva no Campeonato Brasileiro e entra no chamado G-4.

Embora a classificação seja enganosa neste momento, já que o Internacional tem três jogos a menos e Palmeiras x Atlético Mineiro ainda vão jogar na quarta-feira, os 30 pontos conquistados pelo tricolor são importantes.

Mostram a força do time, o poder de reação do elenco e também começa a apresentar o trabalho do técnico Ricardo Gomes.

Hoje o time está jogando com bola no chão, mas se valendo também das bolas altas e paradas da época de Muricy Ramalho.

Jorge Wagner e Miranda fizeram grande partida na vitória de 3 x 1 sobrre o Goiás.

Além dos gols, o time ainda mandou três bolas na trave com Richarlyson e Júnior César no primeiro tempo e Dagoberto no segundo.

Washington, Jorge Wagner e Borges fizeram os gols do tricolor.

Os jogadores deixaram o campo admitindo que o time passou por uma prova difícil e sonha em se manter entre os ponteiros para brigar pelo título.

Para demonstrar que há amizade entre os jogadores, Washington fez questão de abraçar Borges depois do terceiro gol, quando o jogo já estava encerrado.

Dagoberto e Jean receberam o terceiro cartão amarelo e desfalcam o time domingo no Recife, contra o Sport.

A torcida gritou de novo o refrão, “O Campeão voltou” e provocou os rivais.

Como disse outro dia o presidente Juvenal Juvêncio, a torcida é sábia e percebeu que o time está comprometido com o Campeonato.

Para o presidente não se deve falar em título ainda, mas se deve cobrar um time competitivo em campo.

É o que o São Paulo tem sido nos últimos cinco jogos.

Dagoberto e mais dez

quarta-feira - 5/agosto/2009

A disputa no ataque do São Paulo está reduzida a Washington e Borges.

Dagoberto virou titular absoluto, embora ele diga que ainda não.

Jogador diz que está confiante e tem a confiança do treinador Ricardo Gomes.

Há pouco mais de um mês a presença de Dagoberto no time titular era discutível.

Ele sempre brigava por posição e muitas vezes perdia.

Hoje passou a ser jogador fundamental e os gols estão acontecendo em profusão.

Como é a vida do atleta, não?

De uma hora para outra tudo muda e ele se torna essencial.

Não deixa também de ser uma lição da própria vida.

É isso mesmo. As coisas mudam. Para pior ou para melhor, mas que mudam, mudam.

São Paulo está descontrolado

quarta-feira - 29/julho/2009

Técnico Ricardo Gomes já detectou o mal do São Paulo.

O time está descontrolado emocionalmente e tem levado muitos cartões bobos.

A maioria das punições tem sido por reclamação e não por falta no adversário.

Gomes já reuniu o elenco e pediu mais calma.

“Deixem o árbitro apitar o jogo”, disse o técnico sãopaulino precoupado em ajustar o time sem perder tantos jogadores por suspensões evitáveis.

Ricardo tem razão. Essa é também a função do treinador.

Tem muito dirigente Brasil afora que adora só culpar o árbitro e não vê que às vezes o atleta também provoca um cartão bobo.

Amanhã o São Paulo estará em campo contra o Grêmio sem o atacante Washingto, expulso contra o Barueri, no domingo passado na Arena Barueri.

O jogador jura que nada fez ou falou contra o árbitro Rodrigo Martins Cintra, que no entanto carregou contra ele na súmula e agora Washington pode sofrer uma punição pesada.

A volta de Muricy

quarta-feira - 29/julho/2009

Muricy estréia no Palmeiras hoje à noite no Palestra contra o Fluminense, do Rio de Janeiro.

O time carioca lhe deu muita dor de cabeça no ano passado.

Ganhou dois jogos, 3 x 2 e 3 x 1, respectivamente na Libertadores e no Brasileiro, ambos tendo como técnico adversário Renato Gaúcho, o mesmo que enfrentará hoje na sua estréia palmeirense.

Se disser que o Fluminense e o próprio Renato não estão atravessados na garganta, Muricy estará mentindo.

Vai ser o jogo da volta. Hoje dirige o Palmeiras que ponteia o Brasileiro ao lado do Atlético Mineiro e é o favorito contra os cariocas.

No Morumbi no ano passado contra o Flu de Renato conseguiu vencer por 1 x 0, na Libertadores, e depois sucumbiu no Rio numa grande noite de Washington, então atacante do tricolor de lá.

No returno, no Morumbi, empatou em 1 x 1, mas o Fluminense já era dirigido por Renê Simões.

O Fluminense tem sido uma pedra no sapatinho de Muricy Ramalho.

Hoje é o dia da desforra. Os palmeirenses esperam por isso.

Palmeiras e São Paulo foram vítimas da arbitragem

quinta-feira - 23/julho/2009

São Paulo conseguiu um ótimo empate num jogo quase perdido para arbitragem no Beira Rio, em Porto Alegre.

O time não vence fora de casa há 120 dias, mas ontem podia receber prêmio de vitória pelo que jogou no segundo tempo.

Os dois gols do Internacional foram em impedimento e ambos marcados pelo irmão do Rycharlison, o Alecsandro.

No primeiro ele estava mais de um metro na frente.

Não precisava nem de tira-teima para comprovar e o bandeira Cláudio José de Oliveira Soares não viu, nem o árbitro Rodrigo Nunes de Sá, do Rio de Janeiro.

No segundo houve irregularidade de novo.

Foi quase o repeteco do primeiro gol e de novo jogada de bola parada, o que facilita a visão do bandeira.

Além dos gols, o árbitro deu um pênalti inexistente para o São Paulo e Washington bateu para o goleiro Lauro defender, no rebote tentou o gol, mas o Sr. Rodrigo deu invasão de área de Miranda e não observou a invasão de um jogador do inter do outro lado.

Tinha que voltar o pênalti ou então deixar a jogada prosseguir.

No fim os 2 x 2 foram justos para o São Paulo que melhorou demais no segundo tempo e chegou até a merecer a vitória.

Foi bom o trabalho de Ricardo Gomes no intervalo de jogo.

Em Goiânia, ainda com o interino Jorginho, o Palmeiras perdeu de virada para o Goiás, 2 x 1.

O árbitro Evandro Rogério Roman inventou um pênalti para o Goiás empatar o jogo.

Claramente Wendel toca na bola e não em Júlio César, mas o abitro viu pênalti.

Léo Lima cobrou e empatou o jogo.

Valeu pelo golaço, mais um de Diego Souza, que vive a sua melhor fase no Palmeiras e deve crescer mais nas mãos de Muricy Ramalho.

Palmeiras levou azar no segundo gol do Goiás também.

A bola bateu no zagueiro Marcão, sempre ele, e tirou o goleiro Marcos da jogada no chute de Bruno Meneghel.

Palmeiras e São Paulo podem reclamar abraçados nesta rodada do Brasileiro.

Eles foram prejudicados pela arbitragem.