Law&Order CI e Dollhouse se despedem de suas temporadas

5/novembro/2009 por Júlia Bernardes

É gente, a noite desta quinta-feira (05 de novembro/09) será mesmo marcada por despedidas. Duas séries encerrarão suas temporadas hoje. Sem muita pompa, sem muito alarde, mas ainda assim temos de lembrar que elas são séries e que merecem todo o nosso respeito. Digo isto porque muita gente não gosta da franquiada “Law & Order CI” por considerá-la a mais frágil das criações “Law and Order” de Dick Wolf, e também existem milhares de pessoas que pegaram birra de “Dollhouse” porque o canal FOX, responsável por sua produção e exibição nos EUA cancelou, cancelou “Terminator: The Sarah Connor Chronicles” com o propósito de dar mais uma chance à dita cuja que encerra temporada hoje no Brasil.
A história é a seguinte: “Terminator” e “Dollhouse” são série muito caras. A produção de cada episódio é uma verdadeira fortuna. Como a audiência de ambas estava abaixo (“bota abaixo nisso) das expectativas, a emissora resolver cancelar uma das duas, e a perdedora foi “Terminator” (é que na idéia dos gênios da FOX, “Terminator” já tinha recebido uma chance quando ganhou a 2ª temporada e “não soube aproveitar”… super inteligente a lógica dos camaradas, rs). Resultado: fãs da série cancelada ficaram inconsoláveis.
Todos sabemos como age um fã quando sua série é cancelada por outra, não é?
Revolta na certa, rs,rs
Boicote, rs…

Enfim, quero “aqui”, neste espaço que é bem democrático dizer que todas as séries merecem respeito. Gostando ou não da produção, temos de pensar que alguém gosta, alguém se esforça para que ela dê certo, para ela seja querida.
Ora bolas, eu gosto de “Law and Order CI”. Claro que não posso dizer que ela faz parte da minha lista “TOP 10”, maasssss, eu gosto dela; também curto “Dollhouse”. Gostava mais de “Terminator”, rs, rs… mas acompanho sempre que posso as “aventuras” da Echo…
Bem, o fato é que as duas temporadas terminam hoje e não vi muita gente se importando, isso me deixa chateada. Gosto de “ver” o desespero dos fãs quando descobrem estar próximo o final da temporada de sua série querida… sei lá, acho que estou viajando, vou deixar de papo furado e comentar sobre os tais finais… “vamo lá”, rs…
Canal AXN – final de “Law & Order CI” – às 21h
Em “Revolutions” –  S08E16/16 – Os detetives Zach e Alexandra investigam o assassinato de um banqueiro após uma tentativa de sequestro e ainda têm de lidar com uma ameaça terrorista.
Adrenalina no último episódio, é possível?
E como… não percam!

Canal FX – final de “Dollhouse” às 22h
Em “ Epitaph One” – S01E13/13 — O ano é 2019, e o mundo está quebrado. Um pequeno grupo de sobreviventes descobre a Dollhouse abandonada e deduz que a tal organização sombria e um tanto quanto “suspeita”,pode ter sido a responsáveis pelo atual estado do mundo.
Echo, por sua vez, vai tentar mais uma vez destruir o que julga ter acabado com sua história, com sua vida, mas antes de “atacar” a Dollhouse ela terá de suportar dores de cabeça infernais.

*** O ator Jeff Goldblum parece já ter confirmado presença na próxima temporada da série “Law & Order”… será? Estou torcendo para que seja verdade por dois motivos: 1º -  porque adoro o eterno “A Mosca” desde a primeira vez que o vi (pela tv, é claro) em um filme, “prá lás “ de sessão da tarde, ao lado da Cyndi Lauper, o nome do filme em inglês é “Viber”, vocês se lembram?…muito sessão da tarde… total sessão da tarde, rs, rs…
Mas então, o segundo motivo é o seguinte: se estão falando sobre a renovação do contrato do “Mosca”, logo… haverá mais uma temporada de “Law & Order CI”, e depois dos rumores de cancelamento da série, essa é uma excelente notícia aos fãs, não acham?

*** “Dollhouse” está passando por maus bocados “lá” na terra do Tio Sam. É que a 2ª temporada da trama não tem conseguido bens índices de audiência, e nos corredores do canal FOX já se fala em “CANCELAMENTO”.

Horário: quinta-feira às 21h no AXN final de “Law & Order CI”
                                  às 22h no FX final de “Dollhouse”

Glee – a busca por um sonho começa hoje

4/novembro/2009 por Júlia Bernardes

Oh não, mas um “High School Music”?
Acalmem-se, “Glee” é uma delícia, pelo menos para os amantes de música, fantasia e adolescentes, rs.
Will Schuester (Matthew Morrison) é um dedicado professor de espanhol que decide fazer com que a escola em que tralha, e que também se formou, volte a participar, e a ganhar, é claro, de concursos musicais. Preocupado com o futuro de sua família, e após receber tantos “desestímulos” por parte da direção do colégio que só patrocina cheerleaders e seu time de futebol, Will, mesmo já tendo iniciado um grupo de adolescentes “não populares” ao chamado Glee Club, decide abandonar o projeto.
Não satisfeita com a atitude de Will, Rachel (Lea Michele), a mais empenhada das alunas do clube, sugere aos outros cinco integrantes que continuem mesmo sem o professor. Inicialmente Finn, por quem é apaixonada, se recusa a continuar, visto que só entrou para o projeto depois de ter sido “ameaçado”, no bom sentido, por Will. Depois a história muda, Finn percebe que o que Rachel disse é a mais pura verdade, ele de fato é um excelente cantor, melhor até que jogador de futebol, sua principal atividade dentro da escola.
Motivados pela singela inspiração e pelo sonho de se transformarem em “os populares” da escola e dos EUA, a turma formada por Arty, Tina, Mercedes, Kurt, Finn e Rachel, promete encantar os telespectadores com suas lindas vozes.

O episódio piloto da série já mostrou a que veio, e já conquistou um público cativo nos EUA, resta agora saber que os brasileiros também se renderão aos talentos embutidos em “Glee”.
Em principio pensei se tratar de uma “sériezinha” sem sal e sem açúcar, do estilo “High School” mesmo. Cheguei a cogitar a idéia de nem assistir ao episódio piloto, mas fiquei possuída pela culpa. Êh maniazinha de julgar antes de conhecer. Eu tento melhorar, mas é difícil. É da natureza do ser humano olhar com olhos de desdém o que não quer conhecer, mas basta uma simples “espiadinha” para sua opinião mudar. Pode ser que “Vocês” não curtam “Glee”, mas PCO que ao menos concedam uma oportunidade à novata que é uma mistura de musical, comédia e fantasia.

Que atire a primeira pedra quem, enquanto criança ou adolescente, não sonhou ser um astro do rock, um uma super estrela de Hollywood? Atire a primeira pedra quem nunca sonhou em ser reconhecido por fazer algo admirável… em ser bom em alguma coisa.

Eu, por exemplo, sempre quis ser médica. Meu sonho era me transformar em uma médica cirurgiã plantonista. Nada de consultórios, apenas casos urgentes em que eu pudesse de fato salvar vidas. Pudera eu ter tido a chance de segurar em minhas mãos o coração de um transplantado para depois dizer: olá, o senhor está bem com seu novo coração?
Ou ainda poder dizer: acorde, sua mãe quer te fazer uma visita. Saiba que a operação foi um sucesso.

Infelizmente na escola em que estudei, não tive professor de matemática da quinta à oitava série, e quando fui para o colegial, minha turma estava super adiantada, e eu não sabia nada de matemática. Resultado: sou uma verdadeira azêmola em matemática, química, física… jamais poderia ser médica.
Foi então que decidi: “Serei atriz, assim poderei ser médica quantas vezes eu quiser.”
Infelizmente também não deu certo.
“E cantora?”
Também não… não tenho pai famoso, ou mesmo quem indique, rs… não ia rolar.

Cá estou eu, já adulta, com quase 31 anos nas costas, sem ser médica/sem ser atriz, rs.
Mas quem disse que nas horas vagas não sonho em como poderia ter sido.
Quem disse que não canto em frente ao espelho com uma escova de cabelo nas mãos como se microfone fosse?
E se eu não tivesse desistido tão fácil. E se eu tivesse corrido atrás como fez a personagem Rachel de “Glee”… e se… e se…

O que me importa hoje, é viver bem e saber que posso sim ter meus momentos de ilusão, de fantasia e de sonhos graças aos roteiristas de grandes filmes, séries… graças aos autores de lindas e emocionantes peças teatrais…lindas músicas…
Eu gostei de “Glee” por toda a ternura existente em um adolescente ingênuo, que vê em seu presente a mais pura esperança para um futuro brilhante e feliz. Gostei de “Glee” por ter conseguido me tirar da dura realidade, mesmo que por minutos. Gostei de “Glee” por ter me feito relembrar da esperança e da vida que em mim existia quando era uma sonhadora adolescente.

Sei que muitos discordarão de minha opinião. Dirão que a série é chata, e que não passa de uma novelinha global do estilo “Malhação”, mas ainda assim, não me envergonho de dizer que ao assistir “Glee”, esqueço que tenho quase 31 anos e me imagino aos 15, quando ainda tinha o frescor de ser quem eu quisesse ser.
*** Para variar, algo me chateia. A FOX irá exibir “Glee” a partir de hoje (quarta-feira, dia 04 de novembro/09), às 22h, e é isso que não entendo. Como é que uma série voltada ao público adolescente pode ser exibida em um horário tão ingrato? Será que já não basta exibir suas séries na versão dublada, é preciso também avacalhar no quesito “horário de exibição”?

É possível acreditar que há vida inteligente no comando da programação do canal em questão?
Fala sério?!

*** A atriz Lea Michele, intérprete da personagem Rachel, é conhecida por suas participações em musicais da Broadway, especialmente por seu desempenho em Spring Awakening.
*** Devido ao mega sucesso, a série já garantiu temporada completa com 22 episódios.

Horário: quarta-feira às 22h (FOX)

Trauma – Drama médico estreia hoje

4/novembro/2009 por Júlia Bernardes

É possível esperar que uma série seja um espetáculo após ela ter recebido ordem de cancelamento nos EUA?
Após nove episódios, “Trauma” recebeu a autorização que todas as séries “novatas” esperam receber: a produção de mais 4 episódios. Teria sido a melhor notícia para os envolvidos em uma das mais caras produções já vistas no “fantástico mundo das séries, não fosse a “bad news” (má notícia) recebida na seque: a de que a série havia recebido a ordem de cancelamento após seu 13º episódio da primeira (e única) temporada.

Resta afora definir se foi ou não justo o tal cancelamento, certo?

Pois então, muitos dos meus amigos série maníacos não curtiram a trama. Consideram-na frágil em seu quesito mais importante: ROTEIRO
Também não aprovaram os personagens “prá lá” de clichês.
outro fator negativo, aos olhos de alguns destes meus amigos, foi a falta de compromisso e atenção com os “casos” escolhidos justamente como “casos” do episódios. Ou seja, os socorridos em nada acrescentam à trama, e os dramas particulares de cada um dos personagens principais não conseguem em absoluto chamar a atenção dos mais exigentes telespectadores/série maníacos de plantão.
Mas e eu… eu gostei de “Trauma”?
Não posso dizer que amei, mas também não posso simplesmente me unir ao grupo dos que não gostaram, e explico o porquê:
Sou uma apaixonada inveterada por séries de drama médico, isto é, por pior que ela seja, eu sempre irei vê-la com olhos ternos, sem julgamentos.
Entretanto, não posso ignorar tudo o que foi dito de negativo sobre “Trauma”. É preciso sempre manter a mente aberta seja para críticas, seja para elogios.
Não posso me trancafiar no mundinho “está tudo perfeito” em todas as séries só porque gosto do gênero.
Tenho a noção de que nem todas as séries de drama hospitalar são boas como “Grey’s” e “ER”, porém consigo entender que nenhuma obra conseguirá substituir outra. Cada um com sua cada qual.

Eu gostei de “Trauma” porque o episódio piloto contou com um algo que não estamos acostumados a ver em dramas médicos: os efeitos especiais.
Amei acena do choque aéreo entre dois helicópteros. ANIMAL!!!
Claro que os recursos para a utilização de efeitos especiais utilizados em uma série não são, e nem podem ser equiparados aos utilizados em longas. O que estou dizendo é que há tempos não via uma sequência tão empolgante em uma série que não fosse policial.

“Trauma” não vingou por “n” motivos, mas o que mais motivou o cancelamento foi alto custo de produção de cada um dos episódios.
Se o problema fosse apenas o roteiro, os roteiristas dariam decerto um jeitinho.
Se o problema maior fosse a mesmice de personagens “prá lá de manjados”, os roteiristas também dariam um jeitinho, mas eles jamais conseguiriam modificar a essência da produção, jamais conseguiriam transformar episódios repletos de ação e explosões em singelas dores de barriga. Não poderiam transformar o piloto de “Trauma” em uma temporada de “Three Rivers”, entendem.
Foi então, que sem saída racional para um enorme problema financeiro, o canal NBC resolveu por bem cancelar “Trauma”.

Ao contrário de muitos, sentirei falta da novata… frágil ou não, repleta de clichês ou não, ela me cativou  por ser exatamente assim: uma série “à la sessão aventura”. Não vale um Box mas “Vale a pena ver de novo”, rs.

Em “Pilot” – S01E01/13 – Uma equipe de paramédicos de San Francisco City Hospital resgatam  por terra, por mar ou por ar, sempre agindo contra o tempo, os integrantes desta equipe se arriscam dia e noite para salvar vidas. Neste episódio, a tragédia atinge gravemente alguns dos membros desta equipe. Um após o trágico acidente aéreo, o único sobrevivente volta às ruas, causando alvoroço e preocupação em parte da equipe.

O elenco conta com: Derek Luke, Cliff Curtis, Anastasia Griffith, Aimee Garcia, Kevin Rankin e Jamey Sheridan

Conselho: não embarquem na minha. É melhor que fiquem com a opinião massacrante dos meus amigos que nada gostaram de “Trauma”, pois desta maneira, não ficarão chateados com a partida precoce de uma novata sem personalidade.
** A produção de “Trauma” é de Peter Berg (“Friday Night Light” e “Chicago Hope”)
Horário: quarta-feira às 21 (Warner)

Calendário de estreias para novembro “aqui” no Brasil

2/novembro/2009 por Júlia Bernardes

estreias

Enfim o mês de novembro chegou, trazendo consigo um calendário de estreias. Estreias de novas temporadas de séries já conhecidas e também temporadas de novatas. Confira a lista abaixo e já se programe para não perder um só lançamento:

dia 4
Trauma”  — 1ª e única temporada – Warner às 21h

Glee” – 1ª temporada – FOX às 22h

dia 9
Grey’s Anatomy” – 6ª temporada – Sony às 21 (episódio duplo com duas horas de duração)

The Good Wife” – 1ª temporada – Universal Channel às 22h (com Juliana Marguiles, ex “ER” e Chris Noth, ex “Law and Order CI” e “Sex and the City”)

Curb your Enthusiasm” – 7ª temporada – HBO às 20h30 (o sétimo ano traz o elenco da extinta e saudosa “Seinfeld”)

dia 10
90210” – 2ª temporada – Sony às  21h

Melrose Place” – 1ª (e talvez única) temporada da nova versão – Sony às 22h

dia 11
Desperate Housewives” – 6ª temporada – Sony às 22h

dia 16
Drop Dead Diva” – 1ª temporada – Sony às 22h
dia 20

Ghost Whisperer” – 5ª temporada – Sony às 21h

dia 22
Bored to Death” – 1ª temporada – HBO às 22h

“… ta chegando a hora…”

Médium – Final de temporada

2/novembro/2009 por Júlia Bernardes

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Para quem não se cansa da incansável Allison, uma dica: não é recomendável perder a exibição do último episódio da 5ª temporada de “Médium”

Durante cinco anos a rede NBC produziu e exibiu a série em questão, mas ao final do quinto ano, o canal resolveu não mais produzi-la. Com a desculpa de que “Médium” já não mais rendia ao canal um retorno satisfatório, o alto escalão resolveu cancelá-la.
Burrice?
Que nada, foi estupidez mesmo.
Vocês não têm noção de como é o final da 5ª temporada… eu ficaria maluca se não houvesse uma continuação, ou seja, uma sexta temporada.
É série gente. Falta de consideração é pouco perto do que a NBC fez com seus fiéis telespectadores.
Massssss, como há vida inteligente fora da atmosfera “emburrecida” da NBC, os fãs de “Médium” puderam respirar novamente com tranqüilidade, isso porque o canal CBS, numa sacada de gênio, comprou os direitos de produção da série de Allison Dubois e investiu na 6ª temporada.
“Thanks God”!!!
É nessas horas em que olho para o céu e agradeço por ainda existir vida inteligente na Terra, rs.

É, parece que Allison Dubois tem mesmo ligação com o outro mundo, rs.

Se Allison sobreviveu a toda essa confusão de fica ou não fica, de cancela ou não cancela…então o último episódio da 5ª temporada que irá ao ar esta noite (segunda-feira, 02 de novembro/09), pelo Sony Entertainment Television, a partir das 21h, não vai nem fazer cócegas nesta guerreira, e olha que este final de temporada não é fraco não.
Em  “Bring me the head of Oswaldo Castilho”  — S05E19/19 – O episódio começa com um sonho “prá lá” de assustador. Allison acorda assustada após ter visto o massacre de toda a sua família em mais uma de suas visões.
Preocupada, e com uma dor de cabeça insuportável, Allison perde seu controle emocional na frente de suas filhas. Joe, em mais um de seus momentos “não existe marido tão perfeito”, encara sua esposa fazendo-a raciocinar com clareza novamente.

Allison volta a ter o tal sonho amedrontador. Ela sonha com o futuro, e nele se vê em busca do assassino de sua família.
Ainda com fortes dores de cabeça, Allison descobre em mais uma de suas visões, onde está Oswaldo Castilho, um assassino profissional que trabalho para um quartel.
Imediatamente ela comunica o promotor e um policial que já teve sua esposa morta pelo malfeitor. Em seguida, dominada por uma dor ingrata, Allison desmaia e vai parar no hospital. Resultado: A médium mais amada do planeta está com um tumor monstro em seu cérebro, e para que consiga sobreviver, deve aceitar a sugestão de sua médica, que é a de operar imediatamente.
Alisson aceita, mas durante a noite tem outro sonho. Nele ela descobre que não pode se sujeitar à cirurgia antes de descobrir o real paradeiro de Oswaldo, caso contrário, sua família não escapará da morte.

Um episódio emocionante, dinâmico e encorajador que encerra o quinto ano de “Médium” com chave de ouro.

** A 6ª temporada de “Médium” estreou nos EUA no último dia 25 de setembro, e por enquanto a CBS não tem do que reclamar. Allison Dubois tem feito sua parte direitinho: a de levar a audiência do programa a cada semana. Para se ter uma idéia, a série “Médium” tem conseguido prender a atenção de mais de 8 milhões de telespectadores. E detalhe, “médium” é exibida na terra do Tio Sam às sextas-feiras, e ainda assim consegue obter bons índices.

Horário: segunda-feira às 21h (Sony)
Horário Alternativo: domingo à 20h (Sony)

Three Rivers: estreia hoje

28/outubro/2009 por Júlia Bernardes

A novata “Three Rivers” estreia esta noite (quarta-feira, 28 de outubro), a partir das 23h, pelo universal Channel sua 1ª temporada.

A série vai mostrar o dia-a-dia de uma equipe médica responsável por realizar transplantes em um hospital que considerado o melhor dos EUA.
O piloto não é marcante o suficiente para causar paixão, mas cumpre com seu propósito e faz com que o telespectador se interesse, de leve, pelo episódio dois.

O elenco conta com Katherine Moennig , a Shane da extinta “The L World”. E ainda, Alex O’Loughlin, da extinta Moonlight) e Alfre Ette Woodard  (Desperate Housewives).

“Three Rivers” estreou nos EUA no último dia 04 de outubro, e exatamente por esse motivo, não há como prever se ela conseguirá ou não uma segunda temporada.

Em “Place Of Life” – S01E01 — Depois de sofrer um ataque do coração, a vida de uma jovem mulher grávida está em jogo e a única maneira de salvá-la é submete-la a um transplante de coração. A família de um possível doador se nega a doar os órgãos. Andy corre contra o relógio para salvar a vida da jovem grávida. Um outro caso chega ao hospital, mas transplante não resolverá o problema.

** Falha minha: infelizmente não conseguirei escrever mais a respeito da série, como faço de costume, porque estou atolada “aqui” no trabalho. Desculpa galera.

Horário: quarta-feira às 23h (Universal Channel)
Horário Alternativo: sábado às 19h

ER: série se despede após 15 anos de sucesso

28/outubro/2009 por Júlia Bernardes

Triste é pouco. Estou arrasada.
Final de temporada já é angustiante, quando é término da série então…nem se fale.
Como continuar acordando às quintas-feiras sabendo que o dia não será plenamente completo pois “ER” não fará mais parte da programação do Warner Channel, pelo menos não com episódios inéditos?
Sei que parece drama mexicano, mas não é não. O fato é que quem se envolve com a trama, com os dilemas, com os personagens de uma série, cmo se da família eles fossem, não suporta a idéia do “ADEUS”. É sofrido saber que o fim está próximo. É lamentável ser obrigado a enfrentar o fim de um ciclo, de uma história, de uma temporada.

“ER” foi a responsável por desmistificar médicos e enfermeiras, antes vistos como heróis da perfeição, os profissionais da medicina se “transformaram” em seres humanos. Humanos que erram e acertam. Humanos que vibram com o salvamento de uma vida e choram com a derrota. Pessoas como eu, como você, com apenas uma diferença, assim como bombeiros e policiais, os médicos e enfermeiros são seres especiais e iluminados, que doam suas vidas em prol de estranhos, que nem sempre conseguem agradecer seus esforços.

“ER” em princípio seria um longa metragem, mas Michael Crichton (criador da trama) e Steven Spielberg, (produtor executivo do projeto), resolveram transformar o roteiro de filme em roteiro de série.
Inúmeras foram as pessoas que disseram: “Spielberg é diretor de filme, não de série. Isso não vai dar certo, não vai vingar esse projeto.”
Para os que não acreditavam… 15 anos é uma excelente resposta.
Foram 331 episódios, 750 atores, incluindo George Clooney, dono de um Oscar e um dos mais respeitados e influentes atores  de Hollywood.
Recordista em indicações ao Emmy, o prêmio mais importante da tv. Ao todo foram 123 nomeações, das quais 22 foram revertidas em estatuetas douradas.
Recebeu 9 indicações ao Globo de Ouro.
Pelo People’s Choice Awards a série conseguiu a proeza de vencer na categoria de “Série de Televisão Dramática Favorita” todo ano, de 1995 a 2002.
Impressionante é pouco. Isso é um verdadeiro marco.

O Warner Channel exibirá esta noite (quarta-feira, 28 de outubro/09), a partir das 21h, uma espécie de “Especial ER”.
Antes da exibição do episódio duplo final da 15ª e última temporada de “ER”, o Warner agraciará os telespectadores e fãs incondicionais da série em questão, um especial de uma hora com depoimentos emocionados de pessoas que deram vida ao fenômeno da tv.
Juliana Margulies, Anthony Edwards, Noah Wyle (recordista em aparições na série), Angela Bassed, Jorja Fox, Goran Visnjic (curiosidade: o ator foi o responsável pela nomeação de seu personagem, o doutor Luka Kovac), Laura innes, Maura Tierney, John Stamos, Parminder Nagra (ADOOOORO)… estes são alguns dos nomes que estão neste “especial” desta noite. Atores e produtores envolvidos no projeto se emocionam em seus depoimentos, se fragilizam ao lembrar de cenas memoráveis e choram por conta de um saudosismo grato.

É gente, emoção é o que não vaio faltar.
Na sequência, o Warner exibirá o episódio final e aí sim…. haja coração para nos minutos finais da trama se despedir sem enfartar.
É lindo ver que o mundo gira e que as ações e cenas se repetem, não necessariamente com as mesmas pessoas como protagonistas, mas com o mesmo propósito: o de salvar vidas.
Sei que para muitos “ER” já não era mais “ SÉRIE”, mas para mim ela continuava sendo um presente ímpar de Michael Crichton (morto em 2008 ele não pode ver o término de sua obra prima. Uma pena).

Adeus “ER”, esteja certa que não me esquecerei de ti.
Ah! e obrigada por ter me ensinado lições de vida em cada um de seus belos episódios.

** “ER” estreou nos Eua um dia depois de Ter ido ao ar outro drama hospitalar, “Chicago Hope”.
Todos esperavam uma verdadeira guerra de audiência entre os dois dramas, mas “Chicago hope” não teve forças para lutar de igual para igual com o sucesso mundial “ER”.
“Chicado Hope” “Sobreviveu” por apenas 4 anos.
Horário: quarta-feira às 21h especial de uma hora “ER” (Warner Channel)
Horário: quarta-feira às 22h episódio final duplo às 22h (Warner Channel)

Warehouse 13 – Novata estreia em prime time

26/outubro/2009 por Júlia Bernardes

A novata acaba de encerrar sua temporada de estreia nos EUA, e ao que tudo indica, conseguirá renovação para o segundo ano.
Foram 12 episódios de ficção científica pura.
Uma espécie de “Arquivo X” e “Bones”
“Arquivo X” pelos mistérios paranormais;
E “Bones” pela dupla impagável.

Quando comecei a assistir ao episódio duplo de estreia logo pensei: Putz, uma hora e quarenta e cinco minutos de uma novata que nem sei se vale a pena?!”
Minutos depois eu estava praticamente dentro da tela do computador, torcendo para que o episódio duplo se estendesse para três, quatro horas. Ok,  exagerei um pouco, rs…
O que quero dizer é que o “novo” me surpreendeu positivamente, fazendo com que me envolvesse na trama e que quisesse ver  mais e mais episódios.
A ficção reúne diversos gêneros sem perder sua essência, sua natureza. Ora é cômica, ora é dramática, ora é enigmática e ora é previsível, entretanto, mesmo tendo seus momentos “clichês”, ela não peca no quesito dinamismo.
Ela é ágil e tecnicamente falando, impecável. Consegue prender a atenção dos que se dispõe a entendê-la, e não deixa a mesmice tomar conta dos seus diálogos.

“Warehouse 13” não vai e nem pode ser comparada aos novos projetos que prometem substituir os mistérios que envolvem a ilha de “Lost”, mas é possível afirmar que ela chegou a fim de conquistar seu lugar ao sol no ranking das melhores séries de ficção/comédia dramática.

Eu gostei e recomendo uma espiada. Que sabe você não se encanta pela novata assim como aconteceu comigo?
Não é nenhum fenômeno, não é nenhuma “coisa do outro planeta”, ou algo tão inovador que nos faça gritar aos quatro ventos o quão excepcional ela é, maaaassss, com sua humildade a novata “Warehouse 13” cumpre com seu objetivo inicial que é entreter os famintos” séries maníacos com excelência, dentro de seus limites, é claro.

Em Resonance” – S01E01 e 02/12 – Os agentes secretos Peter e Myka são recrutados por uma agencia do governo ainda mais secreta do que a que os emprega. Desconfiada e nada confortável com a situação de imposição, Myka (Joanne Kelly) tenta se livrar da nova “função” para voltar ao seu antigo e saudoso posto, o de agente secreta em Washington DC, enquanto Peter ( Eddie Mcclintock), um homem sensitivo e com um senso de humor “prá lá” de irritante aos olhos de Myka, passa a se interessar pelas misteriosas teorias que envolvem o Armazém 13, contadas e demonstradas por Artie (Saul Rubinek).
Myka, que mal consegue ficar ao lado de Peter, acaba percebendo que dentro do “galinha de plantão”, há um coração bom, cheio de disposição e coragem, o que a deixa vulnerável e mais emotiva.
Bom para ela, rs.

Ela: durona e cheia de racionalidade.
Ele: simpático e sensível

Não tem como não lembrar de Brennan e Booth (“Bonés”)

Estreia hoje (segunda-feira, dia 26 de outubro/09), a partir das 23h, a novata “Warehouse”, pelo Warner Channel.
Detalhe, em episódio duplo.

Horário: segunda-feira às 23h (Warehouse)

The Mentalist – retorno sem surpresas

26/outubro/2009 por Júlia Bernardes

Meu querido, amado, salve, salve (lembram-se da personagem Ilka Tibiriçá, da novela Fera Ferida…ela que falava assim: “amado, salve, salve…”, adorava, rs) “The Mentalist” está de volta para mais uma temporada.
Está certo que Patrick Jane não voltou com força total, também pudera, o término da 1ª temporada não foi dos mais instigantes possível. E quando o encerramento de uma temporada não deixa no ar o suspense, a emoção, o gostinho de quero mais, os telespectadores não ficam com a curiosidade tão aguçada, nem cria muitas expectativas para o próximo ano, o que faz com que a audiência de estreia sofra com a “falta de interesse” de seus fãs.
Foi exatamente isso o que aconteceu com a série revelação da fall season de 2008, a querida “The Mentalist”, que conseguiu a proeza de desbancar consagradas séries como “CSI – Lãs Vegas” logo em seu ano de estreia.
Patrick Jane retornou ao circuito televisivo americano no último dia 24 de setembro/09, e ao contrário do que os produtores executivos esperavam, a nova temporada não “estourou a boca do balão”, como fizeram as estréias de “Grey’s Anatomy” e “House”, que conseguiram a atenção de mais de 16 milhões de telespectadores com seus episódios duplos de estréias.
“The Mentalist” não impressionou, porém também não decepcionou seus fãs, e mesmo tendo tido uma audiência “norma”, Patrick Jane e seus amigos não deixaram a audiência cair, o único problema é que ela deixou de subir. Simples assim.

Mas o que de fato importa aos atenciosos fãs do observador mais charmoso do planeta, é que a nova temporada começa hoje, a partir da 22h, pelo Warner Channel.

Com início sem surpresas, sem grandes acontecimentos e sem a adrenalina contagiante, “The Mentalist” ainda assim consegue manter sua essência com diálogos e interpretações “prá lá” de interessantes e intrigantes. Ou seja, quem curte a série de Patrick Jane vai assistir ao episódio de estreia da segunda temporada com a atenção devida, sem críticas destrutivas, sem reclamações e sem piscar, claro, rs.

Em “Redemption” – S02E01 – Patrick e Lisbon parecem não mais controlar situações que poderiam ser controlada caso não tivessem com seus pensamentos voltados ao caso “Red John”. Aliás, é por estarem tão “dispersos” que o chefe resolve tirar o caso de “Red” deles e transferir para o agente Bosco, que por sua vez, não tece simpatia alguma a Jane.

OS: não sei não, mas to começando a achar que o tal Red John é o Bosco, tamanha raiva que peguei dele após ter sido tão asqueroso com Patrick.
O cara é insuportável.

Horário: segunda-feira às 22h (Warner Channel)

Cold Case – Lilly Rush está de volta

26/outubro/2009 por Júlia Bernardes

Sobrevida.
Esta é a palavra certa a ser utilizada quando o assunto é “Cold Case”.
A CBS, emissora americana responsável pela produção e exibição da série em questão nos EUA, resolveu dar uma nova chance ao sucesso de outrora com uma nova temporada, mas ao que tudo indica, o público americano vai mesmo forçar o canal a cancelar a trama.
Com orçamentos altos para a feitura dos episódios que não mais conseguiam bom retorno de audiência que mantinham até a 5ª , a CBS , mesmo disposta a dar uma segunda oportunidade para “Cold Case”, decidiu “transferi-la” para outra cidade., no caso, Los Angeles.
Ao invés da trama continuar tendo seus episódios produzidos na Philadelphia, ela passou a ser gravada na terra das estrelas, baixando consideravelmente os custos de produção.
O problema é que o público de “Cold Case” ou se cansou das “aventuras” de Lilly e sua turma, ou  decidiu assistir outra trama, talvez até exibida no mesmo horário só que é claro, em canal diferente.
Mais ou menos o que acontece por aqui. Exemplo claro acontece quando Warner, AXN e Sony resolvem colocar suas melhores séries no mesmo dia e horário, obrigando o telespectador optar por uma delas. Claro que as reprises ajudam, mas não é sempre que se tem disposição para assistir algo “perdido” no meio da madrugada, ou mesmo durante tardes de sábado ou domingo.
Uma, duas ou mesmo três “coitadas” sempre ficarão de fora do “jogo”. Normal, isso chama-se disputa acirrada pela atenção dos telespectadores por diversos canais, que apostam que suas séries são sempre melhores do que as séries dos outros canais.
Um risco: “Grey’s” X “The Mentalist”
“House” X “CSI”
“Dexter” X “Lost”
Enfim… já deu para entender né?
Então, é “esta disputa” pela atenção dos telespectadores que “Cold Case”, em sua 7ª temporada, tem vivenciado, e tem perdido. Também pudera, a série tem sido exibida às 22h, aos domingos., concorrente direta de “Californication” 3º temporada. E ela não só tem perdido para a série de David Duchovny, como tem sido humilhada. É gente, não é fácil passar da quinta temporada e sobreviver por muito tempo. As veteranas têm de ser fortes senão as novatas, com todo o seu frescor, derrubam-nas como se o sucesso passado não significasse absolutamente nada.
Passar da quinta temporada sem perder o dinamismo, os inteligentes diálogos e o “cast”  (elenco), podem sim garantir novas temporadas, mas se no sexto ano a coisa não andar bem…. o cancelamento ataca sem piedade.
Não foi o caso de “Cold Case”, que apesar do fato de ter se dado mal no sexto ano, conseguiu, com muito custo, diga-se de passagem, mais uma chance, mas isso é raro e sabem o motivo?
“Cold Case” é a melhor das respostas.

Em “The Crossing” –  S07E01 – Lilly e seus companheiros investigam o assassinato de uma mulher à bordo de um navio em 1966, e que por longos anos acreditou-se na idéia de que tinha ela se atiro ao mar.
Começa o julgamento contra o major Moe Kitchener (Daniel Baldwin), oficial militar que tentou matar Rush na durante a 6ª temporada.
Uma decisão judicial pode vir a fazer com que a fofa Lilly perca seu controle emocional.

Eu não posso dizer que “Cold Cse” está no rol das séries que mais gosto hoje, mas ela já esteve.
Gosto de sua essência, de seu “caráter” e da Lilly, apesar de achá-la meio chatinha em alguns momentos, mas em geral “Cold Case” é uma série que curto acompanhar, porém está longe, bem longe de ser ela algo viciante.

PS: “O ministério dos série maníacos alerta: se estiver com fome, tente não assistir aos minutos finais do episódio de estreia da sétima temporada. Imagens fortes de comidas irresistíveis podem levá-lo à geladeira mais próxima, e não queremos que seu regime vá pelos ares.”rs

“Cold Case”, estreia da 7ª temporada, hoje (segunda-feira, 26 de outubro/2009), às 21, pelo Warner Cannel.

Horário: segunda-feira às 21h (Warner Channel)