Ele está de volta com mais uma de suas dicas muito bacanas.
Fala Rafael de Souza, qual sua indicação de hoje:
“Júlia Eu tenho uma excelente dica para quem como você gosta de um bom drama de tribunal eu indico a excelente série The Practice que em português o titulo foi traduzido como O Dessafio.
A Série foi uma produção do produtor Devid E Kelly associado com a Fox Television Studios que ficou no ar entre os anos de 1997 a maio de 2005 nos EUA a série foi Transmitida pela Rede ABC no Brasil série foi transmitida pela FOX.
A Série Narrava o dia a dia de um escritório de advocacia de Boston que era liderado pelo personagem Robert Donnel interpretado pelo ator Dylan Macdermott
No elenco da série ainda tem rostos conhecidos do publico atriz Killi Willims que na série onterpretava a personagem Lindsay Dole atuamente ela interpreta a DR: Gillian Foste na série Lie To Me
Camryn Manheim na serie ela interpretou a personagem Ellenor Frut atualmente ela interpreta a personagem Delia Banks na série Ghost Whisperer.
Lara Flynn Boyle na série ela interpretava a personagem Helen Gamble ela fez participação na série Las Vegas.
A Série O Desafio gerou o Spin Off Boston Legal Justiça sem Limites”
Típica série que chama a atenção do telespectador não só por seu roteiro, mas também por seus atores principais. Julianna Margulies (ex “ER”) e Chris Noth (Mr. Big “Sex and the City”), queridíssimos do público especializado (em séries, é claro) e respeitados por seus desempenhos em séries de sucesso são justamente os atores que encabeçam a novata.
É pouco?
Então “ouve” esse: entre os produtores da série estão os irmãos Scott, Ridley e Tony.
Ok, ok! Já entendi. Vale a pena dar um voto de confiança à novata.
O Universal Channel exibirá hoje (segunda-feira, 09 de novembro/09), às 22h, o primeiro episódio da 1ª temporada de “The Good Wife”
A história é conhecida mundialmente, mas a essência de “The Good Wife” mostra o outro lado da moeda.
Chris Noth é Peter, um político que se vê obrigado a renunciar seu cargo após Ter seu nome envolvido em um verdadeiro escândalo sexual.
Julianna Margulies é Alicia, a esposa que não abandona seu marido, mesmo depois de toda a humilhação em público.
Determinada e cheia de garra, ela passa a ser a “chefe” de sua família após a prisão de seu marido.
Ainda ferida, humilhada e ridicularizada, ela resolve voltar aos tribunais.
Seu retorno será marcado pela luta em conquistar o respeito profissional de seus colegas de trabalho, e claro, o respeito como mulher em uma sociedade “ainda” machista e cheia de preconceitos.
O episódio “Piloto” mostra uma Julianna como há tempos não víamos; tempos em que semanalmente ela dava o ar de sua graça como a enfermeira Carol de “ER”. Juliana mostra que talento não se perde com o tempo e dá um verdadeiro show na pele de Alicia.
Sabe quando um ator te convence de verdade de que aquele personagem existe de verdade. Que aquele personagem de fato sofreu, amou, vibrou, chorou, sorriu, venceu?! Sabe?
Pois então, Julianna nos convence de que “Alicia” existe, e por esse motivo ela emociona.
Como bem disse uma amiga minha, a Wandry, “The Good Wife” não é nem de longe uma daquelas séries que deixam os fãs ansiosos/nervosos e curiosos, não. Mas ela também não deixa de fazer com que o telespectador queira ver mais episódios.
Horário: segunda-feira às 22h (Universal Channel)
Horário Alternativo: domingo às 19h
A novata “Three Rivers” estreia esta noite (quarta-feira, 28 de outubro), a partir das 23h, pelo universal Channel sua 1ª temporada.
A série vai mostrar o dia-a-dia de uma equipe médica responsável por realizar transplantes em um hospital que considerado o melhor dos EUA.
O piloto não é marcante o suficiente para causar paixão, mas cumpre com seu propósito e faz com que o telespectador se interesse, de leve, pelo episódio dois.
O elenco conta com Katherine Moennig , a Shane da extinta “The L World”. E ainda, Alex O’Loughlin, da extinta Moonlight) e Alfre Ette Woodard (Desperate Housewives).
“Three Rivers” estreou nos EUA no último dia 04 de outubro, e exatamente por esse motivo, não há como prever se ela conseguirá ou não uma segunda temporada.
Em “Place Of Life” – S01E01 — Depois de sofrer um ataque do coração, a vida de uma jovem mulher grávida está em jogo e a única maneira de salvá-la é submete-la a um transplante de coração. A família de um possível doador se nega a doar os órgãos. Andy corre contra o relógio para salvar a vida da jovem grávida. Um outro caso chega ao hospital, mas transplante não resolverá o problema.
** Falha minha: infelizmente não conseguirei escrever mais a respeito da série, como faço de costume, porque estou atolada “aqui” no trabalho. Desculpa galera.
Horário: quarta-feira às 23h (Universal Channel)
Horário Alternativo: sábado às 19h
A novata acaba de encerrar sua temporada de estreia nos EUA, e ao que tudo indica, conseguirá renovação para o segundo ano.
Foram 12 episódios de ficção científica pura.
Uma espécie de “Arquivo X” e “Bones”
“Arquivo X” pelos mistérios paranormais;
E “Bones” pela dupla impagável.
Quando comecei a assistir ao episódio duplo de estreia logo pensei: Putz, uma hora e quarenta e cinco minutos de uma novata que nem sei se vale a pena?!”
Minutos depois eu estava praticamente dentro da tela do computador, torcendo para que o episódio duplo se estendesse para três, quatro horas. Ok, exagerei um pouco, rs…
O que quero dizer é que o “novo” me surpreendeu positivamente, fazendo com que me envolvesse na trama e que quisesse ver mais e mais episódios.
A ficção reúne diversos gêneros sem perder sua essência, sua natureza. Ora é cômica, ora é dramática, ora é enigmática e ora é previsível, entretanto, mesmo tendo seus momentos “clichês”, ela não peca no quesito dinamismo.
Ela é ágil e tecnicamente falando, impecável. Consegue prender a atenção dos que se dispõe a entendê-la, e não deixa a mesmice tomar conta dos seus diálogos.
“Warehouse 13” não vai e nem pode ser comparada aos novos projetos que prometem substituir os mistérios que envolvem a ilha de “Lost”, mas é possível afirmar que ela chegou a fim de conquistar seu lugar ao sol no ranking das melhores séries de ficção/comédia dramática.
Eu gostei e recomendo uma espiada. Que sabe você não se encanta pela novata assim como aconteceu comigo?
Não é nenhum fenômeno, não é nenhuma “coisa do outro planeta”, ou algo tão inovador que nos faça gritar aos quatro ventos o quão excepcional ela é, maaaassss, com sua humildade a novata “Warehouse 13” cumpre com seu objetivo inicial que é entreter os famintos” séries maníacos com excelência, dentro de seus limites, é claro.
Em Resonance” – S01E01 e 02/12 – Os agentes secretos Peter e Myka são recrutados por uma agencia do governo ainda mais secreta do que a que os emprega. Desconfiada e nada confortável com a situação de imposição, Myka (Joanne Kelly) tenta se livrar da nova “função” para voltar ao seu antigo e saudoso posto, o de agente secreta em Washington DC, enquanto Peter ( Eddie Mcclintock), um homem sensitivo e com um senso de humor “prá lá” de irritante aos olhos de Myka, passa a se interessar pelas misteriosas teorias que envolvem o Armazém 13, contadas e demonstradas por Artie (Saul Rubinek).
Myka, que mal consegue ficar ao lado de Peter, acaba percebendo que dentro do “galinha de plantão”, há um coração bom, cheio de disposição e coragem, o que a deixa vulnerável e mais emotiva.
Bom para ela, rs.
Ela: durona e cheia de racionalidade.
Ele: simpático e sensível
Não tem como não lembrar de Brennan e Booth (“Bonés”)
Estreia hoje (segunda-feira, dia 26 de outubro/09), a partir das 23h, a novata “Warehouse”, pelo Warner Channel.
Detalhe, em episódio duplo.
A novata estreou há pouco nos EUA, mais precisamente no último dia 10 de setembro/09, e sim, chamou a atenção de um público determinado, que se encanta e que se sente atraído pelo gênero e pelo apelo sensual que envolve o “mundo vampiresco”… e não, não chamou atenção suficiente para ser considerada uma estreia esfuziante.
A onda muda, os gostos se modificam, a moda cai por terra e tempos depois ressurge das cinzas, os temas antes abordados com sucesso são deixados de lado quando novos temas surgem, e tramas recentes são derrubadas por fórmulas milenares. Vejam o caso do tema “VAMPIROS”, quantas vezes ele já foi e já deixou de ser “top”? Inúmeras vezes., desde o clássico “Conde Dráculo”, até o mais recente sucesso “Crepúsculo”.
Ora são “cult”, ora são “fashion”, ora clássicos, ora bregas, que é quando o tema passa a ser explorado por diversas mídias, saturando o gênero, e deixando os espectadores/telespectadores literalmente de “saco cheio”.
“Drácula de Bram Stroker”, “Entrevista com Vampiro”, “Blade”, “Van Helsing”… ufa! Haja vampiros, e olha que citei apenas alguns títulos do gênero, justamente os que mais arrecadam nas bilheterias.
E ainda tem as séries… “Buffy”, “A Família Monstro”, “Angel”, “Moonlight”, “ Blood Ties”, o mega sucesso “True Blood” e agora a novata “The Vampires Diares”, que foi criada a partir dos livros da autora Lisa Jane Smith.
FOFOCA: dizem as más línguas que a autora de “Crepúsculo’ e cia, Stephenie Meyer, teria conseguido “inspiração” para a feitura de suas obras, a partir das criações de Lisa. Será? (babado forte!!!)
Bem, o que importa é que no momento os vampiros estão em alta. Nos EUA a onda vampiresca virou febre, só se fala de “Crepúsculo”, “True Blood” e claro, da estreante “The Vampires Diares”.
E por falar nela: Stefan (Paul Wesley) é um vampiro do bem, “jovem” e misterioso que resolve voltar para sua cidade natal após séculos, com o intuito de encontrar Elena (Nina Dobrey). Uma jovem estudante que passa por um momento difícil em sua vida. A garota, tão nova, se vê obrigada a superar a morte dos pais em tempo recorde para não deixar seu irmão se perder na vida.
Inicialmente não entendemos o propósito de Stefan.
Por que voltar para se encontrar com quem ele nem conhece?
Mas com o desenrolar da história, os telespectadores vão entender o porquê da procura. Uma dica: Elena parece ter sido uma mulher importante na vida de Stefan no século XIX. Xiiii
Tudo caminha conforme os planos de Stefan, até que alguns ataques começam a acontecer na cidade…
O sossego e a paz do vampirinho do bem vão por água abaixo quando ele se encontra com Damom, seu irmão do mal, que vai entrar na história para tumultuar e disputar o coração de Elena.
E então, quem levará a melhor?
Eu escolheria Stefan pela doçura e caráter, mas não vou negar que a beleza de Damon me deixaria em dúvida. E sabem como é que é né, os vampiros tem um poder de sedução inimaginável, sendo belos então….nem se fale, rs.
Para quem gosta da essência que dá vida à série, recomendo que assista ao menos o episódio piloto. Nada como tirar a teima “você mesmo”. Assista e analise se a nova trama envolvendo o “mundo vampiresco” vale sua atenção. A estreia será esta noite (quinta-feira, 22 de outubro/09), às 21h, pelo Warner Channel.
Confesso que não estava nem um pouco animada para ver a tal novata, mas depois que assisti fiquei com aquela vontade de saber como é que a história vai se desenrolar.
Não foi nenhum amor à primeira vista, mas também não decepcionou, o que já é alguma coisa, certo? rs
Infinitamente melhor, em minha humilde opinião, que “Monlight” e “Blood Ties”, já extintas por baixa audiência.
Horário: quinta-feira às 21h (Warner Channel)
Horário Alternativo: ninguém merece…meia-noite de domingo para segunda-feira. Só o gênio que programou esse horário é quem vai assistir….
Incrível e inacreditável!
Aliás, só acreditei porque eu vi.
Ed Westwick, ator que interpreta o galã Chuck no sucesso “Gossip Girl”, não teve dúvidas e encarou um desafio que muitos fariam cara feia, ele beijou outro ator em uma cena do sexto episódio da 3ª temporada. Episódio este que foi ar na terra do Tio Sam no último dia 19 de outubro.
Ed provou não ser apenas mais um rostinho bonito fazendo sucesso via série de repercussão mundial, ele provou por “A+B” ser de fato um grande ATOR. Ele se doou ao personagem com tamanho afinco que em momento algum duvidei que seu personagem Chuck estava literalmente flertando com outro homem, e não com um mulherão, como de costume, sabem como é o Chuck não é? rs
Infelizmente o preconceito é uma constante em todo o mundo, em diferentes culturas e regiões, inevitável deixar de se deparar com ele, que se propaga irracionalmente e que se dissimula ora de racismo, ora como homofobia, xenofobia, ora como anti-semitismo. Há momentos em que penso: Será que um dia os seres humanos vão entender e aceitar que todos os “semelhantes” são “iguais”? Ou seja, (perdoem-me agora a indelicadeza das palavras, mas… vamos lá…) todos nascemos, crescemos, comemos, respiramos, adoecemos, frequentamos o dito “BANHEIRO”, resfriamos, infeccionamos, beijamos, amamos …e morremos. Ah! e para quem não sabe… um corpo morto “fede” e não é pouco não, é muiiiito.
Conclusão simples… somos todos igual, independente de opção religiosa, sexual, “futebolística”, rs… eu sou santista, não costumo ser rechaçada porque meu time “tá mais lá, do que prá cá”, rs… quis brincar um pouquinho mas o assunto preconceito é sério.
Vamos deixar os preconceitos de lado e louvar o trabalho de um jovem ator, que mesmo sabendo dos riscos que o “Senhor Implacável”, denominado “PRECONCEITO”, poderia vir um dia a lhe causar, arriscou, trabalhou, se dedicou e interpretou como poucos novatos teriam feito.
Uma salva de palmas para o mais novo “beijokeiro” da praça, o talentoso Ed Westwick.
***OBS: não se esqueçam, no próximo domingo, dia 25 de outubro, a partir das 23h, o Warner Channel exibirá o primeiro episódio da 3ª temporada de “Gossip Girl.”
Estreia “naquelas”, porque eu lembro de ter tido “estreia” de 2ª temporada em novembro passado. Lembro ainda de o canal FOX não ter exibido a temporada inteira… mas pode ser que eu tenha sonhado, batido a cabeça…
“Abafa o caso”
“Deixa prá lá”
Eu particularmente sou “mega fã” de “Burn Notice”.
Jeffrey Donovan se superou com esse papel de “ex agente secreto”. Michael é cativante, bonito, charmoso, inteligente e extremamente divertido. Está bom ou quer mais?
Eu me satisfaço com estas características, rs!!!
Quantas por aí não gostariam de ser a Fi, personagem interpretada pela belíssima atriz Gabrielle Anwar (“The Tudors), heim?
Mas chega de “puxa saquismo”… preciso me atentar aos fatos.
O canal Fox estreia hoje (terça-feira, 06 de outubro/09), a partir das 21h, a 2ª temporada da série “Burn Notice”.
Em “Breaking and Entering” – S02E01/16 - Michael vai tentar descobrir quem está por trás de sua demissão, mas acaba caindo em mais um jogo perigoso, uma mulher que atente pelo nome Carla, vai começar a “dar as cartas”.
Ao lado de um gênio da informática, e de seus amigos leais e fiéis de sempre, Fi e Sam, Michael vai conseguir cumprir a “tarefa” dada por Carla, entretanto, não vai conseguir escapar tão cedo das manipulações da nova “chefe”.
** A 2ª temporada que “só estreia agora” no Brasil, teve sua estreia marcada por um record de audiência do canal que a produz e a exibe na terra do Tio Sam.
O USA ficou feliz da vida em julho do ano passado, quando “Burn Notice”, em seu segundo ano, fez com que o canal ficasse em segundo lugar no horário das 22h. DETALHE: USA é tv por assinatura!
É gente, o Michael não é fraco não.
Que o público americano se rendeu ao encanto de “Qurn Notice”, isso todos já sabem, resta agora, saber se o público brasileiro a acolherá da mesma. É esperar para ver.
Horário: terça-feira às 21 (FOX)
Horário Alternativo: domingo às 17h
O canal AXN começa a exibir hoje (segunda-feira, 05 de outubro/2009), a partir das 21h, a novata “Raising the Bar”.
A série vai mostrar o dia-a-dia de uma equipe de juristas que se divide em 3 partes: os bonzinhos, os bonzinhos do mal, e os do mal.
Traduzindo: os defensores públicos, os promotores e a “Rainha Louca”, ops!, melhor dizendo, a Juíza insana.
Como eu estou “suuuper” carente no quesito “dramas de tribunal”, resolvi assistir “Raising the Bar” na maior das boas vontades.
Resultado: Adorei!!!
É claro e evidente que a novata não substitui as queridas e saudosas “Boston Legal” e “Shark”, mas ela de fato consegue prender a atenção dos que apreciam o tema.
Em alguns momentos é possível sentir a vontade de invadir a tv para “esbolachar’ a Juíza louca, mas eis que surge o grito do lado “racional” que te faz entender não passar de uma série. Mas que dá raiva dá, ôh se dá.
O novo drama de tribunal não é tão “novo” quanto parecer ser. Na verdade a série estreou sua 1ª temporada (com dez episódios) em 2008 nos EUA, e bateu recorde de audiência durante a exibição do episódio “Piloto”.
Do premiado Steven Bochco (“Nova Iorque Contra o Crime”), produtor, roteirista e diretor, sete vezes vencedor do Emmy Awards, a novata conquistou o público americano e garantiu a feitura de mais uma temporada, que há pouco foi encerrada , totalizando doze episódios em seu segundo ano.
Ainda não é sabido o “futuro” de “Raising the Bar” , pois como a 2ª temporada terminou em agosto nos EUA, ainda não há confirmação para um terceiro ano. Entretanto, tudo indica que o drama conseguirá sim mais um ano.
“Raising the Bar” chega hoje ao Brasil com a esperança de agradar os órfãos telespectadores, que assim como eu, não suportam a dor da perda de séries como as já citadas “Shark” e “Boston Legal” e até mesmo da frágil “Justice”. A lacuna será, em partes, preenchida hoje. Resta saber se o público brasileiro recepcionará a novata série sobre “tribunais” com a “devida vontade”, assim como me propus a fazer.
Nada de preconceito gente. Vamos dar uma forcinha ao “novo”, ok?
Mark Paul Gosselaar é Jerry Kellerman, um jovem advogado que tem como princípio de vida, fazer justiça. Dono de um caráter ilibado e de uma ingenuidade perturbadora, Jerry vai enfrentar o narcisismo e a arrogância da juíza Trud Kessler, interpretada pela atriz Jane Kaczmareck.
Ao lado de Jerry está o milionário e generoso Richard, interpretado por Teddy Sears, um rapaz que poderia atuar como advogado de multinacional, devido ao seu “berço” , e claro, também sua aparência. Porém, ao invés de representar multimilionários, Richard optou por defender/ajudar os desprovidos de recursos monetários.
A atriz Roz Whitman (indicada ao Emmy por “ER”) é Gloria Reuben, a chefe e protetora de Jerry e Richard, uma mulher justa e idealista, que busca ao lado de seus pupilos que a justiça seja feita.
Na outra extremidade estão: Currie Graham, interpreta Nick Balco, o “mandante” da promotoria, um homem vil e desumano que dispensa “piedade” quando o assunto é “réu”.
Melissa Sagemiller é Melissa, assistente de Balco e namorada (por enquanto) de Jerry. Ambiciosa, a bela loira age sem lealdade para ganhar status.
Marcus McGrath, interpretado por J. August Richards, completa o time dos promotores, mas diferentemente de seu chefe e de Melissa, Marcus não ignora os fatos, nem mesmo a justiça, e quando pode, ajuda seus amigos da defensoria, sem nunca agir de forma ilegal.
Em “Pitolt” – Jerry preocupa-se com as acusações desferidas a seu cliente, mas com garra e determinação ele consegue um veredito razoável; o problema é que a tal Juíza “louca” interfere por demais na decisão dos jurados e acaba mandando para a prisão o réu e seu defensor, o coitado do Jerry.
Enquanto isso, Richard enfrenta um sério problema com seu cliente, que parece não entender sua grave situação.
Horário: segunda-feira às 21h (AXN)
Horário Alternativo: domingo às 19h
Eu preciso pender imediatamente a triste mania de “julgar” novatas por suas pífias chamadas.
Sei o quão feio é apontar sem conhecer a essência, mas não é sempre que controlo minha “mente perigosa”, rs
Eu sabia que “Hung” iria estrear em breve no canal HBO, mas ainda não tinha tido a oportunidade de assisti-la.
‘Hung’ estava (está) em meu pen drive quase que “implorando” para que eu desse uma atençãozinha especial a ela, entretanto, outros episódios fresquinhos de séries já conhecidas começaram a surgir, e mais do que depressa eu os devorei, sem deixar um espacinho para a novata em questão.
No último domingo, dia 27 de setembro, estava sossegada vendo “Grey Gardens”, filme feito para a tv americana que rendeu o Emmy 2009 de melhor atriz Jessica Lange, no HBO, ao lado de minha mamis, a pessoa mais importante de todo esse mundo, uma coisa fofa…
Então… voltando, rs
Quando terminou o filme, pude ver a “chamada “ comercial de “Hung”. Querem saber? Não me agradou em nada. Não chamou minha atenção. Não me causou curiosidade alguma.
Aí pensei: Não é possível que a novata seja tão ruim como “demonstrou ser” durante a chamada inglória.
Foi então que da incompreensão eu passei para o segundo estágio: A Revolta.
A “Chamada” de uma série, filme, minissérie, novela ou qualquer outro programa de tv, tem por obrigação “chamar” a atenção do espectador/telespectador. Tem por obrigação causar aquela sensação curiosidade, ansiedade de…. “quero ver agora”!
Ao ver a “chamada” de “Hung”, tive uma reação contrária àquela que “deveria” ter tido… absolutamente não me senti “atraída” por ela.
Porém, não poderia deixar que uma simples “chamadinha” me desmotivasse. Foi então que decidi deixar os novos episódios de “House”, “Heroes” e Cia para depois.
Essa foi a melhor decisão que poderia ter tomado. A novata não apenas desmistificou a chula “propaganda”, como me fez acreditar em sua verdade.
“Hung” é uma grata surpresa, assim como foi “Californication” quando estreou.
Thomas Jane é Ray Drecker, uma homem que tinha tudo para “dar certo”, mas que por ter se deixado levar por escolhas incertas, acabou como treinador de uma equipe de basquete em uma escola falida, largado pela esposa, uma ex-líder de torcida, com uma casa destruída pelo fogo, e ainda, sem a guarda de seus filhos gêmeos.
Ufa! Desgraça pouca é bobagem.
Mas eis que surge uma luz no fim do túnel, e Ray decida usar seu mais conhecido e reconhecido talento para “ganhar” dinheiro.
Mas que “talento” é esse/
Bem, digamos que o cara manda bem no quesito “sexo”.
É gente, o cara parte para o que há de mais antigo na história humana com relação ao trabalho/profissão.
Ray passa a “utilizar” o “corpinho” que Deus lhe deu, para satisfazer a mulherada.
E não é que o plano dá certo!!!
Não pensem vocês que “Hung” se perfaz sobre um clichê qualquer, pois seria uma inverdade tal afirmação.
“Hung” é uma série que faz rir com a inteligência simplória da necessidade camuflada de felicidade e realização, que todos nós temos.
Afinal de contas, quem é que não quer ser feliz, ser amado, reconhecido e admirado, heim?
** “Hung” encerrou há pouco sua primeira temporada, cmposta por dez episódios, nos EUA. E o personagem Ray agradou, e muito, o telespectador americano. Será que conseguirá cativar também os brasiliros?
Horário: sábado às 23h30 (HBO)
Horário Alternativo: quinta-feira às 21h (HBO)
Eu adoro esta série.
Ops!
Eu adorava esta série, já que ela infelizmente foi cancelada por baixa audiência.
Uma pena, porque a Debra Messing conseguiu apagar a imagem imaculada de Grace, da extinta e saudosa “Will& Grace”.
Bem, já que o fim é inevitável… vamos chorar sim, mas não vamos nos abater! Afinal de contas, “O Fantástico Mundo das Séries” é assim mesmo, em uns dias estamos felizes, noutros tristes.
Em “Woman Over the Influence” – S02E10/10 SEASON FINALE — Molly toma uma decisão com relação ao futuro de Zach, e isso acontece durante o casamento de Lou. Joan surpreende a todos e fica sóbria. Rodney vê sua vida mudar de rumo e Liz, bem, é melhor não falar nada… fãs, vejam o último episódio de Starter Wife com Debra Messing
Horário: terça-feira às 21h (People&Arts)
Horário Alternativo: sábado às 21h