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Glee – a busca por um sonho começa hoje

quarta-feira - 4/novembro/2009

Oh não, mas um “High School Music”?
Acalmem-se, “Glee” é uma delícia, pelo menos para os amantes de música, fantasia e adolescentes, rs.
Will Schuester (Matthew Morrison) é um dedicado professor de espanhol que decide fazer com que a escola em que tralha, e que também se formou, volte a participar, e a ganhar, é claro, de concursos musicais. Preocupado com o futuro de sua família, e após receber tantos “desestímulos” por parte da direção do colégio que só patrocina cheerleaders e seu time de futebol, Will, mesmo já tendo iniciado um grupo de adolescentes “não populares” ao chamado Glee Club, decide abandonar o projeto.
Não satisfeita com a atitude de Will, Rachel (Lea Michele), a mais empenhada das alunas do clube, sugere aos outros cinco integrantes que continuem mesmo sem o professor. Inicialmente Finn, por quem é apaixonada, se recusa a continuar, visto que só entrou para o projeto depois de ter sido “ameaçado”, no bom sentido, por Will. Depois a história muda, Finn percebe que o que Rachel disse é a mais pura verdade, ele de fato é um excelente cantor, melhor até que jogador de futebol, sua principal atividade dentro da escola.
Motivados pela singela inspiração e pelo sonho de se transformarem em “os populares” da escola e dos EUA, a turma formada por Arty, Tina, Mercedes, Kurt, Finn e Rachel, promete encantar os telespectadores com suas lindas vozes.

O episódio piloto da série já mostrou a que veio, e já conquistou um público cativo nos EUA, resta agora saber que os brasileiros também se renderão aos talentos embutidos em “Glee”.
Em principio pensei se tratar de uma “sériezinha” sem sal e sem açúcar, do estilo “High School” mesmo. Cheguei a cogitar a idéia de nem assistir ao episódio piloto, mas fiquei possuída pela culpa. Êh maniazinha de julgar antes de conhecer. Eu tento melhorar, mas é difícil. É da natureza do ser humano olhar com olhos de desdém o que não quer conhecer, mas basta uma simples “espiadinha” para sua opinião mudar. Pode ser que “Vocês” não curtam “Glee”, mas PCO que ao menos concedam uma oportunidade à novata que é uma mistura de musical, comédia e fantasia.

Que atire a primeira pedra quem, enquanto criança ou adolescente, não sonhou ser um astro do rock, um uma super estrela de Hollywood? Atire a primeira pedra quem nunca sonhou em ser reconhecido por fazer algo admirável… em ser bom em alguma coisa.

Eu, por exemplo, sempre quis ser médica. Meu sonho era me transformar em uma médica cirurgiã plantonista. Nada de consultórios, apenas casos urgentes em que eu pudesse de fato salvar vidas. Pudera eu ter tido a chance de segurar em minhas mãos o coração de um transplantado para depois dizer: olá, o senhor está bem com seu novo coração?
Ou ainda poder dizer: acorde, sua mãe quer te fazer uma visita. Saiba que a operação foi um sucesso.

Infelizmente na escola em que estudei, não tive professor de matemática da quinta à oitava série, e quando fui para o colegial, minha turma estava super adiantada, e eu não sabia nada de matemática. Resultado: sou uma verdadeira azêmola em matemática, química, física… jamais poderia ser médica.
Foi então que decidi: “Serei atriz, assim poderei ser médica quantas vezes eu quiser.”
Infelizmente também não deu certo.
“E cantora?”
Também não… não tenho pai famoso, ou mesmo quem indique, rs… não ia rolar.

Cá estou eu, já adulta, com quase 31 anos nas costas, sem ser médica/sem ser atriz, rs.
Mas quem disse que nas horas vagas não sonho em como poderia ter sido.
Quem disse que não canto em frente ao espelho com uma escova de cabelo nas mãos como se microfone fosse?
E se eu não tivesse desistido tão fácil. E se eu tivesse corrido atrás como fez a personagem Rachel de “Glee”… e se… e se…

O que me importa hoje, é viver bem e saber que posso sim ter meus momentos de ilusão, de fantasia e de sonhos graças aos roteiristas de grandes filmes, séries… graças aos autores de lindas e emocionantes peças teatrais…lindas músicas…
Eu gostei de “Glee” por toda a ternura existente em um adolescente ingênuo, que vê em seu presente a mais pura esperança para um futuro brilhante e feliz. Gostei de “Glee” por ter conseguido me tirar da dura realidade, mesmo que por minutos. Gostei de “Glee” por ter me feito relembrar da esperança e da vida que em mim existia quando era uma sonhadora adolescente.

Sei que muitos discordarão de minha opinião. Dirão que a série é chata, e que não passa de uma novelinha global do estilo “Malhação”, mas ainda assim, não me envergonho de dizer que ao assistir “Glee”, esqueço que tenho quase 31 anos e me imagino aos 15, quando ainda tinha o frescor de ser quem eu quisesse ser.
*** Para variar, algo me chateia. A FOX irá exibir “Glee” a partir de hoje (quarta-feira, dia 04 de novembro/09), às 22h, e é isso que não entendo. Como é que uma série voltada ao público adolescente pode ser exibida em um horário tão ingrato? Será que já não basta exibir suas séries na versão dublada, é preciso também avacalhar no quesito “horário de exibição”?

É possível acreditar que há vida inteligente no comando da programação do canal em questão?
Fala sério?!

*** A atriz Lea Michele, intérprete da personagem Rachel, é conhecida por suas participações em musicais da Broadway, especialmente por seu desempenho em Spring Awakening.
*** Devido ao mega sucesso, a série já garantiu temporada completa com 22 episódios.

Horário: quarta-feira às 22h (FOX)

Trauma – Drama médico estreia hoje

quarta-feira - 4/novembro/2009

É possível esperar que uma série seja um espetáculo após ela ter recebido ordem de cancelamento nos EUA?
Após nove episódios, “Trauma” recebeu a autorização que todas as séries “novatas” esperam receber: a produção de mais 4 episódios. Teria sido a melhor notícia para os envolvidos em uma das mais caras produções já vistas no “fantástico mundo das séries, não fosse a “bad news” (má notícia) recebida na seque: a de que a série havia recebido a ordem de cancelamento após seu 13º episódio da primeira (e única) temporada.

Resta afora definir se foi ou não justo o tal cancelamento, certo?

Pois então, muitos dos meus amigos série maníacos não curtiram a trama. Consideram-na frágil em seu quesito mais importante: ROTEIRO
Também não aprovaram os personagens “prá lá” de clichês.
outro fator negativo, aos olhos de alguns destes meus amigos, foi a falta de compromisso e atenção com os “casos” escolhidos justamente como “casos” do episódios. Ou seja, os socorridos em nada acrescentam à trama, e os dramas particulares de cada um dos personagens principais não conseguem em absoluto chamar a atenção dos mais exigentes telespectadores/série maníacos de plantão.
Mas e eu… eu gostei de “Trauma”?
Não posso dizer que amei, mas também não posso simplesmente me unir ao grupo dos que não gostaram, e explico o porquê:
Sou uma apaixonada inveterada por séries de drama médico, isto é, por pior que ela seja, eu sempre irei vê-la com olhos ternos, sem julgamentos.
Entretanto, não posso ignorar tudo o que foi dito de negativo sobre “Trauma”. É preciso sempre manter a mente aberta seja para críticas, seja para elogios.
Não posso me trancafiar no mundinho “está tudo perfeito” em todas as séries só porque gosto do gênero.
Tenho a noção de que nem todas as séries de drama hospitalar são boas como “Grey’s” e “ER”, porém consigo entender que nenhuma obra conseguirá substituir outra. Cada um com sua cada qual.

Eu gostei de “Trauma” porque o episódio piloto contou com um algo que não estamos acostumados a ver em dramas médicos: os efeitos especiais.
Amei acena do choque aéreo entre dois helicópteros. ANIMAL!!!
Claro que os recursos para a utilização de efeitos especiais utilizados em uma série não são, e nem podem ser equiparados aos utilizados em longas. O que estou dizendo é que há tempos não via uma sequência tão empolgante em uma série que não fosse policial.

“Trauma” não vingou por “n” motivos, mas o que mais motivou o cancelamento foi alto custo de produção de cada um dos episódios.
Se o problema fosse apenas o roteiro, os roteiristas dariam decerto um jeitinho.
Se o problema maior fosse a mesmice de personagens “prá lá de manjados”, os roteiristas também dariam um jeitinho, mas eles jamais conseguiriam modificar a essência da produção, jamais conseguiriam transformar episódios repletos de ação e explosões em singelas dores de barriga. Não poderiam transformar o piloto de “Trauma” em uma temporada de “Three Rivers”, entendem.
Foi então, que sem saída racional para um enorme problema financeiro, o canal NBC resolveu por bem cancelar “Trauma”.

Ao contrário de muitos, sentirei falta da novata… frágil ou não, repleta de clichês ou não, ela me cativou  por ser exatamente assim: uma série “à la sessão aventura”. Não vale um Box mas “Vale a pena ver de novo”, rs.

Em “Pilot” – S01E01/13 – Uma equipe de paramédicos de San Francisco City Hospital resgatam  por terra, por mar ou por ar, sempre agindo contra o tempo, os integrantes desta equipe se arriscam dia e noite para salvar vidas. Neste episódio, a tragédia atinge gravemente alguns dos membros desta equipe. Um após o trágico acidente aéreo, o único sobrevivente volta às ruas, causando alvoroço e preocupação em parte da equipe.

O elenco conta com: Derek Luke, Cliff Curtis, Anastasia Griffith, Aimee Garcia, Kevin Rankin e Jamey Sheridan

Conselho: não embarquem na minha. É melhor que fiquem com a opinião massacrante dos meus amigos que nada gostaram de “Trauma”, pois desta maneira, não ficarão chateados com a partida precoce de uma novata sem personalidade.
** A produção de “Trauma” é de Peter Berg (“Friday Night Light” e “Chicago Hope”)
Horário: quarta-feira às 21 (Warner)

Three Rivers: estreia hoje

quarta-feira - 28/outubro/2009

A novata “Three Rivers” estreia esta noite (quarta-feira, 28 de outubro), a partir das 23h, pelo universal Channel sua 1ª temporada.

A série vai mostrar o dia-a-dia de uma equipe médica responsável por realizar transplantes em um hospital que considerado o melhor dos EUA.
O piloto não é marcante o suficiente para causar paixão, mas cumpre com seu propósito e faz com que o telespectador se interesse, de leve, pelo episódio dois.

O elenco conta com Katherine Moennig , a Shane da extinta “The L World”. E ainda, Alex O’Loughlin, da extinta Moonlight) e Alfre Ette Woodard  (Desperate Housewives).

“Three Rivers” estreou nos EUA no último dia 04 de outubro, e exatamente por esse motivo, não há como prever se ela conseguirá ou não uma segunda temporada.

Em “Place Of Life” – S01E01 — Depois de sofrer um ataque do coração, a vida de uma jovem mulher grávida está em jogo e a única maneira de salvá-la é submete-la a um transplante de coração. A família de um possível doador se nega a doar os órgãos. Andy corre contra o relógio para salvar a vida da jovem grávida. Um outro caso chega ao hospital, mas transplante não resolverá o problema.

** Falha minha: infelizmente não conseguirei escrever mais a respeito da série, como faço de costume, porque estou atolada “aqui” no trabalho. Desculpa galera.

Horário: quarta-feira às 23h (Universal Channel)
Horário Alternativo: sábado às 19h

Army Wives – Último episódio – Hoje!

terça-feira - 13/outubro/2009

É tão triste quando uma série encerra sua temporada.
Triste porque o fã muda seus hábitos para se adaptar ao horário de sua trama predileta. Se prepara para mais um episódio da vida de personagens, que por conquista e conhecimento, já são seus parentes, amigos, namorados, chefes, amantes ou simples companheiros.
De repente a série querida diz adeus e parte para alguns meses de “férias”. Como é possível entender que “aquele’ personagem que encerra a temporada na beira de um abismo vai tirar “férias”? Não Dá. É como se a vida parasse também.
Não que a nossa vida não continue, não é isso, serie por demais dramático se pensássemos de tal forma, entretanto, é extremamente difícil entender que uma vida fica estática durante aproximadamente 6 meses.
A vida de um personagem pode ser trágica, mas não deixa de ser sempre bela, pois por pior que seja a situação em que encerra um estágio, é possível pensar em que atitude tomar nos próximos meses. Um término de temporada feliz é ainda mais festivo se pensarmos que o, ou os personagens que tanto amamos ficarão por “seis” meses comemorando algo que na vida real não passaria de horas.
Em uma análise poética e um tanto quanto “insensata”,  é possível afirmar que quase eternos são os momentos finais de uma série, de um ciclo, de uma temporada, de uma vida.
“Nós”, telespectadores, felizmente fazemos parte dessa eternização. Somos nós que durante o período de “espera”(por uma nova temporada), por conta criamos expectativas sobre o que foi visto e que não se cansa de ser relembrado. Tamanha criatividade que nos acompanha, é por vezes capaz de roteirizar o primeiro episódio do que está por vir. E mais, devido aos pensamentos ansiosos e deveras curiosos, não deixamos nunca, e quando digo nunca, não me faço hiperbólica, de falar, comentar, esboçar opiniões a respeito, faz com que os términos de temporadas de diversas séries estejam sempre presentes.

“Army Wives” começou “aqui’ no Brasil quietinha, como quem não quer nada, e de repente, se mostrou tão forte e impactante, que não só conseguir telespectadores cativos, como garantiu fãs aficionados por ela. (assim como eu e a Rute, nossa blogueira sempre de plantão)

Essa série vai deixar saudades, e olha que ela ainda nem terminou heim… o último episódio só irá ao ar esta noite (terça-feira, 13 de outubro 2009), às 22h, pelo People&Arts, mas minha lamentação já é se faz desvairada. Minha sorte, aliás, sorte de todos os fãs da série em questão, é que “Army Wives” encerrou nos EUA no dia 11, sua 3ª temporada, com expectativa de renovação para o quarto ano. OBA!!!

Ok, mas quando a 2ª temporada de “Army Wives” vai estrear por “aqui”?
Mistéééééério…
Isso ainda não dá para saber, mas se o People&Arts for seguir o que faz com as exibições de “the Tudors”, então… só veremos a nova temporada de “Army Wives” em julho de 2010.
Nãããããoooo!
Não vou aguentar até lá depois do que vi nos minutos finais do 13º e último episódio da primeira temporada que se encerra hoje.
Vocês não têm noção do que estou falando, é sério gente.
O final é daqueles estilo: 24h, ou Grey’s Anatomy, ou Criminal Minds, ou NCIS, ou mesmo Dexter…ou seja, eu preciso assistir “pra ontem” o início do segundo ano…. SOCOOOOORRO!!!

Em “Goodbye Stranger” – S01E13/13– Roland se despede das amigas e avisa que está se mudando para Chicago. Travor recebe o comunicado dizendo que partirá em dois dias. O mesmo acontece com Frank, marido de Denise.
Marilyn resolve abandonar o marido, mas ele descobre sua traição. O que a deixa amedrontada.
É declarado “defcom alpha plus” na base, por conta de um possível ataque terrorista.
“Defcom” é uma espécie de primeiro alerta ao terrorismo… não se permite entrada de estranhos no forte e todo o cuidado passa a ser pouco.
Frank se despede de Denise. Trevor, após uma cena emocionante se despede de Roxy.
Chase recebe um chamado mas não consegue avisar Pamela, que está na casa de Roxy cuidando dos seus filhos e dos dela.
Claudia Joy resolve fazer outra boa ação antes de levar sua filha até o trem que a conduzirá até a faculdade, mas sua parada pode fazer com que ela se arrependa amargamente.
O marido de Marilyn resolve invadir o barzinho em que a turma costuma se encontrar, tornando a noite de Roxy, Roland, Denise, Claudia e sua filha  em um verdadeiro pesadelo.
AH! quase esqueço de dizer que Joan está… tan tan tantan?!?!?!?! é isso mesmo gente, ela está grávida.
E agora Roland?

Se você é uma fã incondicional da série, então não perca o episódio que encerra a primeira temporada, ou então, você irá se arrepender. É sério, escuta o que estou te falando, rs…

PS: gente, gente… no próximo sábado, dia 17 de outubro, o canal People&Arts fará a última maratona “Army Wives”. Serão exibidos os últimos cinco episódios da primeira temporada na sequência, a partir das 14h.

Horário: terça-feira às 22h (People&Arts)
Horário Alternativo: domingo às 20h

Tem novata no HBO – HUNG

sábado - 3/outubro/2009

Eu preciso pender imediatamente a triste mania de “julgar” novatas por suas pífias chamadas.
Sei o quão feio é apontar sem conhecer a essência, mas não é sempre que controlo minha “mente perigosa”, rs
Eu sabia que “Hung” iria estrear em breve no canal HBO, mas ainda não tinha tido a oportunidade de assisti-la.
‘Hung’ estava (está) em meu pen drive quase que “implorando” para que eu desse uma atençãozinha especial a ela, entretanto, outros episódios fresquinhos de séries já conhecidas começaram a surgir, e mais do que depressa eu os devorei, sem deixar um espacinho para a novata em questão.

No último domingo, dia 27 de setembro, estava sossegada vendo “Grey Gardens”, filme feito para a tv americana que rendeu o Emmy 2009 de melhor atriz Jessica Lange, no HBO, ao lado de minha mamis, a pessoa mais importante de todo esse mundo, uma coisa fofa…
Então… voltando, rs
Quando terminou o filme, pude ver a “chamada “ comercial de “Hung”. Querem saber? Não me agradou em nada. Não chamou minha atenção. Não me causou curiosidade alguma.
Aí pensei: Não é possível que a novata seja tão ruim como “demonstrou ser” durante a chamada inglória.
Foi então que da incompreensão eu passei para o segundo estágio: A Revolta.
A “Chamada” de uma série, filme, minissérie, novela ou qualquer outro programa de tv, tem por obrigação “chamar” a atenção do espectador/telespectador. Tem por obrigação causar aquela sensação curiosidade, ansiedade de…. “quero ver agora”!
Ao ver a “chamada” de “Hung”, tive uma reação contrária àquela que “deveria” ter tido…  absolutamente não me senti “atraída” por ela.
Porém, não poderia deixar que uma simples “chamadinha” me desmotivasse. Foi então que decidi deixar os novos episódios de “House”, “Heroes” e Cia para depois.
Essa foi a melhor decisão que poderia ter tomado. A novata não apenas desmistificou a chula “propaganda”, como me fez acreditar em sua verdade.
“Hung” é uma grata surpresa, assim como foi “Californication” quando estreou.

Thomas Jane é Ray Drecker, uma homem que tinha tudo para “dar certo”, mas que por ter  se deixado levar por escolhas incertas, acabou como treinador de uma equipe de basquete em uma escola falida, largado pela esposa, uma ex-líder de torcida, com uma casa destruída pelo fogo, e ainda,  sem a guarda de seus filhos gêmeos.
Ufa! Desgraça pouca é bobagem.
Mas eis que surge uma luz no fim do túnel, e Ray decida usar seu mais conhecido e reconhecido talento para “ganhar” dinheiro.
Mas que “talento” é esse/
Bem, digamos que o cara manda bem no quesito “sexo”.
É gente, o cara parte para o que há de mais antigo na história humana com relação ao trabalho/profissão.
Ray passa a “utilizar” o “corpinho” que Deus lhe deu, para satisfazer a mulherada.
E não é que o plano dá certo!!!

Não pensem vocês que “Hung” se perfaz sobre um clichê qualquer, pois seria uma inverdade tal afirmação.
“Hung” é uma série que faz rir com a inteligência simplória da necessidade camuflada de felicidade e realização, que todos nós temos.
Afinal de contas, quem é que não quer ser feliz, ser amado, reconhecido e admirado, heim?

** “Hung” encerrou há pouco sua primeira temporada, cmposta por dez episódios, nos EUA. E o personagem Ray agradou, e muito, o telespectador americano. Será que conseguirá cativar também os brasiliros?

Horário: sábado às 23h30 (HBO)
Horário Alternativo: quinta-feira às 21h (HBO)

Recadinho do SBT

quinta-feira - 1/outubro/2009

A super fofa e sempre prestativa Marjorie, que faz parte Central de Comunicação – Relações com a Imprensa, enviou o seguinte comunicado aos série maníacos:

“Depois de Harper’s Island, vem aí Sobrenatural

Quando crianças eles presenciaram a misteriosa morte da mãe. Vinte dois anos depois, o desaparecimento do pai. Agora, esses dois irmãos tem uma missão assustadora. Encontrar, enfrentar e destruir qualquer manifestação do mal. Prepare-se, porque o que vem pela frente é de arrepiar.
O SBT exibe a partir de hoje (quinta-feira 01.10), às 21h15, a série de grande sucesso em todo o mundo, Sobrenatural- 1º temporada (Supernatural). Os irmãos Dean e Sam Winchester são órfãos de mãe, que teria morrido por conta de uma força maligna, e desde então o marido não se cansa de investigar este mistério. Sam se manteve sempre perto do pai e de sua rotina profissional (conhecimentos sobrenaturais), enquanto Dean deixou a casa há 4 anos e se prepara para entrar na faculdade de Direito. Até que seu irmão caçula o procura pedindo ajuda pois o pai teria desaparecido. Dean abandona seus projetos pessoais, inclusive sua bela namorada, e o acompanha na busca pelo pai. Nesta perigosa jornada, além de tentarem superar as diferenças pessoais terão pela frente um perigoso trabalho sobrenatural. Encontrarão criaturas que a maioria das pessoas acreditavam existir apenas no folclore, superstição e pesadelos.
Confira o 1º e 2º episódio da série
1º Episódio (01.10): Sam e Dean seguem as coordenadas deixadas no diário do pai e acabam no meio de uma floresta no Colorado. Os dois se infiltram num grupo onde uma garota procurava ali seu irmão e outras pessoas que misteriosamente desapareceram num acampamento. Sam e Dean logo descobrem que eles estão lidando com um Wendigo, uma criatura canibal com força e velocidade excepcional.
2º Episódio (02.10): Sam e Dean desta vez vão parar no Iowa, onde se deparam com crimes que indicam terem sido cometidos pelo lendário “homem gancho”. A investigação dos crimes fica ainda mais difícil pois há algo muito estranho que liga lori, a filha do reverendo local, o próprio reverendo e o homem gancho.”

Obrigada Marjorie…

Ah! O SBT arriscou e acertou quando há pouco mais de duas semanas resolveu exibir “Harper’s Island” em um formato diferente do “tradicional”, ou seja, ao invés de exibir os episódios da série semanalmente, a emissora optou por transmiti-la como se fora uma novela, isto é, diariamente.
Resultado: deu mais do que certo. A série “Harper’s Island”  conquistou a vice-liderança  em diversos dias, chegando a marcar 10 pontos no episódio final exibido ontem (quarta-feira, 30 de setembro).

Em time que está ganhando não se mexe, assim sendo, o SBT espera manter, ou até mesmo, elevar a audiência conquistada com “Harper’s” , agora com a “novata” “Supernatural”.
É esperar para ver.

Boa sorte SBT!

Mental – final de temporada (Nããããããoooo!!!)

quarta-feira - 26/agosto/2009

Sei que já está quase na hora da exibição do último episódio da 1ª temporada de “Mental”, mas não consegui postar antes.
Sorry!
E como existe aquele ditado … “…antes tarde do que nunca…”
Sem contar o fato de eu não aceitar deixar o final de “Mental” passar em brancas nuvens… “nananinanão”!
Eu ADOOOOORO Jack Gallagher. Sou apaixonada por ele.
É gente, tenho várias paixões.
Qual é o problema?
Perdoe-me a “humildade” mas… não tenho culpa de ser capaz de me apaixonar por vários ao mesmo tempo.
Jack Gallagher (“Mental”), Patrick Jane (“The Mentalist”), Dr. Sloan (“Grey’s Anatomy), Dr. Shepherd (“Grey’s Anatomy), House (como diz a Copélia: “prefiro não comentar”, rs), Derek Morgan (“Criminal Minds”)… aliás esse Derek, “benza Deus”… enfim, é melhor parar a lista por aqui para não me comprometer, vai que eu me empolgo e acabo saindo da ficção…rs
Mas vamos ao ponto, já se faz tarde e não posso ficar com “gracinhas”…

O canal FOX exibirá hoje (quarta-feira, 26 de agosto), a partir das 22h, o 13º e último episódio da 1ª temporada de ‘Mental”, a primeira série de produção americana feita na América Latina com atores americanos… tudo para baratear o projeto. [ok, para o telespectador pouco importa o lugar das locações, se os atores são britanicos, americanos, latinos ou asiáticos, o que seduz o série maníaco é o respeito com que ele (telespectador, série maníaco) e a obra são tratados pelos “produtores” da arte, só].

No último episódio:… Jack resolve procurar um terapeuta. Nora recebe uma proposta indecente, ou demite Jack ou fica sem patrocínio para a ala psiquiátrica do hospital. Um paciente perde o controle e coloca os membros da equipe de Gallegher em perigo iminente, inclusive Carl.
Jack pede demissão, mas Nora diz não… como para Jack não existe “NÃO”…

Quanto ao futuro da série…bem, ainda é incerto. Não há confirmação sobre uma 2ª temporada, mas tudo indica que sim.
Eu estou desesperada para ler em algum canto a tal confirmação para o segundo ano. E quando digo desespero não estou sendo hiperbólica não, porque de fato eu surto só de pensar na hipótese de cancelamento de “Mental”… ai, deu até um aperto no meu coração.
Por falar em coração…
Vocês leram ou ouviram a informação divulgada pela Warner, sobre a nova produção do filme/clássico que há pouco completou 70 anos, “O Mágico de OZ”?
A pequena, que não é mais tão pequena assim, Dakota Fanning é quem interpretará Doroty na versão mais Gótica” do longa?
Então gente, eu me lembrei do filme porque o personagem Homem de Lata não tem coração, e o coitado é que mais sofre na trama… tão lindo…
(que louca não?!, rs…ramificações de pensamentos…ramificações…)

MENTAL… volte logo que já estou com saudades…

(gente, nem li o que acabei de escrever… foi na “lata”, sabe?! Deixa “prá” lá…rs)

Horário: quarta-feira às 22h (FOX)
Horário Alternativo: domingo às 15h

Fringe: final de temporada, hoje!

terça-feira - 25/agosto/2009

Como se já não bastasse criar uma série repleta de mistérios e viciante ao extremo, o maluco J.J. Abrams criou outra maluquice, “Fringe”, não tão envolvente como “Lost”, mas tão instigante quanto. Talvez a seja o roteiro inteligente, ou as interpretações convincentes, o dinamismo transcendente, ou até mesmo o drama paradoxal que envolve cada um dos personagens da trama de ficção, os responsáveis por ser “Fringe” mais um sucesso do criador de maluquices de plantão, mas o que de fato é FATO, é que J.J. Abrams está se transformando aos pouco em “Midas”, rs…brincadeirinha.
 
Mas quando o assunto é término de temporada eu não brinco em serviço. (ops, outra brincadeirinha. “Tô” impossível hoje)
“…falando sério… Eu não queria ter você por um programa”
Não por um programa, mas por uma série eu poderia pensar no caso, rs
Chega!!!
ok

O Warner Channel exibirá esta noite (terça-feira, 25 de agosto), a partir das 21h, os dois últimos episódios da 1ª temporada de “Fringe” (na sequência).
A exibição dupla é uma boa estratégia para atrair a audiência e a atenção de fãs, que por ventura, deixaram de assistir ao penúltimo episódio, e que deixariam de “entender” o final do primeiro ano da trama, não fosse por essa “reexibição”, que antecederá o final da temporada.
(super simples)

Em “There’s More Than One of Everything” – S01E20 –  a divisão Fringe é atacada, e Mr. Jones retorna à trama. Walter desaparece. Mas o drama, a angústia do episódio, se deposita em Olívia, pois é incerto seu futuro, e é possível que a agente especial fique reclusa em uma realidade paralela.

** O último episódio conta com a participação especialíssima do ator Leonard Nimoy, eterno Spock de “Star Treck”.
** A 2ª temporada de “Fringe” estreará no próximo dia 17 de setembro, nos EUA.

Horário: terça-feira (excepcionalmente) às 21h (Warner Channel)

Brotherhood – hoje

domingo - 9/agosto/2009


O canal people&arts exibirá esta noite (domingão, 09 de agosto), às 22h, logo após o primeiro episódio da terceira temporada de “The Tudors”, o primeiro episódio da 1ª temporada do drama “Brotherhood”.
A série já havia sido exibida no Brasil pelo canal FX, mas como todos já sabemos, o canal citado não é o melhor exemplo de respeito e consideração. Por vezes o FX corta suas séries sem ao menos avisar seus telespectadores.
Assim sendo, podemos considerar a exibição de “Brotherhood” pelo People&Arts inédita.

A série mostra a saga de dois irmãos que estão de lados opostos da lei. Tommy Caffee é um político local em ascensão, e Michael, está envolvido com a máfia irlandesa do bairro.
Em certos momentos pensamos ser Michael o “mocinho” da história, noutros temos a certeza de que  o “mocinho” é Tommy”.
Uma série bem escrita e que conta ainda com excelentes interpretações.
Sei que muitos série maníacos não curtem “violência” exacerbada nas séries, mas há de se fazer um parênteses quando o roteiro dá condições para que ela de fato aconteça, ou seja, para tudo há uma explicação, um motivo. Nada é desnecessário.
Assim como acontecia em “The Sopranos”, lembram-se. Em alguns momentos as cenas violentas eram de extrema valia. Estavam dentro de um justificado contexto. E é exatamente isso que acontece em “Brotherhood”, série que começa hoje sua primeira temporada, que conta com 11 episódios.
***A série “Brotherhood” estreou em 2006 nos EUA e foi cancelada pós seu terceiro ano, uma pena.
Horário: domingo às 22h
Horário alternativo: segunda-feira às 3h

Army Wives acaba de ganhar uma fã de carteirinha

terça-feira - 21/julho/2009

Acabei de assistir ao primeiro episódio da 1ª temporada de “Army Wives”.
Gostei, gostei muito.
O que é aquele marido da Roxy, alguém por gentileza me diga onde encontrar essa espécie em extinção… ?rs
Em compensação, alguém pode fazer o favor de me explicar como é que um infeliz pode bater na própria mãe. Coitada da Denise.
Mãe é sagrada e deve sempre ser tratada com respeito, carinho e afeição.
Parênteses: é claro que existem “mães” que não têm noção do que significa maternidade, mas as que cumprem com a beleza e a pureza de serem “MÃES” não podem, não devem ser maltratadas.
Voltando à Roxy… que mulher é essa?
Forte, simples, bela, corajosa, disposta e leal. Sem nem mesmo conhecer ela é do tipo que se propõe a ajudar sem esperar nada em troco, a não ser é claro, a lealdade. Palavra marcante que define uma relação sadia e duradoura.
Cláudia é uma mulher incrível, autêntica, destemida e extremamente honrada.
Pamela é a frágil e meiga que satiriza sua própria vida, em uma tentativa de amenizar seus problemas pessoais e financeiros.
E gente, vamos combinar que o Roland é um fofo heim?!
“Army Wives”, gostei de ti “garota”. 

Novata chega chegando e promete conquistar muitos fãs brasileiros.