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Bored to Deth: novata estreia hoje

domingo - 22/novembro/2009

Há tempos estava para assistir “Bored to Death”, mas fui protelando ao máximo que pude, não por nada, mas tinha outras séries para assistir antes da novata, séries que estrearam antes na TV por assinatura, ou novas temporadas de séries das quais sou fã de carteirinha.
Não ia deixar de assistir um novo episódio de “NCIS” para assistir uma novata produzida pela HBO.
Why not?
Porque sou uma estúpida de marca maior que não consegue “enxergar beleza” em outras tramas… que não se permite conhecer o novo.
Toda fall season é a mesma coisa. Lembro-me como se fosse hoje… no ano passado, quando a safra de novas temporadas de séries já conhecidas e novatas começou nos EUA… eu fui logo atrás dos novos episódios das novatas, não queria perder meu tempo com as novatas… não queria saber se o novo era ou não atraente… de boa qualidade, mas foi então que o canal Warner anunciou a estreia de “The Mentalist”, e não pude deixar de ver, afinal de contas, eu precisa “falar” sobre a “caloura” no blog.
Resultada: me apaixonei por Patrick Jane e me culpei por não ter dado o devido valor ao novo.
Agora me pergunte se aprendi a lição?
Claro que não.
A fall season de 2009 trouxe uma infinidade de novas séries, e infelizmente só as assisto quando estão prestes a invadir a grade de programação de algum canal de TV por assinatura “aqui” no Brasil. Quero dizer, não é bem assim, pois assisti uns “três” episódios “Piloto” de séries iniciantes que nem tem data marcada de estreia no país, mas por algum motivo chamou de fato minha atenção como “V”, “Flashfoward”, “Community”, “Mercy”, “NCIS Los Angeles” e “Modern Family”…
Já séries como “The Good Wife”, “Melrose” e a própria bola da vez “Bored to Death” eu deixei para ver em cima da hora, como uma nata brasileira.
Não me orgulho em disso, e não sou “a típica brasileira” quando o assunto é RESPONABILIDADE, mas com séries é diferente e não sei explicar o porquê.
Acho que no fundo, lá no inconsciente, fico é com receio de me decepcionar com o novo, que tem como principal característica o “frescor de algo novo”.
Tenho medo de apostar e errar, entendem?

Acabei de assistir ao episódio “Piloto” de “Bored to Death” e não sei dizer se gostei muito, ou se não vi graça.
Confuso não?
Rs, super confuso!!!rs
Sei lá, não consigo nem escrever sobre minha sensação após ter visto o “tal” início de temporada.
Claro que a produção sendo de responsabilidade do canal HBO, o respaldo está garantido, ou seja, espera-se que a série seja “boa”. E de fato ela é, mas ainda não consigo… Juro, não consigo explanar o que senti, ou estou sentindo por ela… Posso apenas dizer que vou querer assistir ao segundo episódio, graças ao excelente editor de imagens responsável pela “chamada” da série. Afinal de contas, foi a “tal” chamada que me fez acreditar na possível força enrustida em “Bored to Death”
Como assim… eu quero ou não ver como a trama irá se desenrolar?
“Yes, We Can”…rs.
Quis dizer… sim, eu vou. Rs, rs… essa foi boa, rs…
É a partir do segundo episódio que os personagens vão engrenar… Como cada episódio tem apenas (aproximadamente) meia hora de duração, o inicio da temporada não conseguiu mostrar seus verdadeiros “dotes”… ainda bem que as séries não vivem apenas de seus “pilotos”, rs

Em “Pilot” – S01E01 – Jonathan Ames, nome homônimo do criador da série, que é interpretado por Jason Schwartzman, brilhantemente, diga-se de passagem, é um escritor alcoólatra que após ter escrito seu primeiro livro, não consegue mais ter “inspiração” para escrever outra boa trama, e por esse motivo se transforma em um “fracassado” aos olhos do homem que dentro dele habita.
Fumante incorrigível e fã número um de vinho branco, Jonathan afugenta sua namorada e se declara “perdido”.
Depois que sua amada parte, ele começa ler um romance policial e dele tira uma “estúpida” idéia… ele decide escrever um anúncio nos classificados oferecendo seus “serviços” como “investigador particular”
Como diria um amigo meu “Aonde”??? (fala aí Duduzinho!!!)
Rs… o cara é o típico “nerd tímido e medroso”… como é que ele se mete a ser investigador particular. Sem contar que, “teoricamente” já tem um emprego em uma revista, e seu chefe é “prá lá” de esquisito - chefe este interpretado com maestria pelo ator Ted Danson (“Damages”) - … como é que ele se compromete com uma “nova empreitada” se não consegue nem mesmo cumprir com suas obrigações diárias?
É gente, esse é o Jonathan.
Cara tímido, viciado, medroso e sem noção que, desnorteado, resolve que a melhor saída é se “transformar” em um super herói, daqueles que vemos em livros policias e quadrinhos…
Ah! E por falar em quadrinhos, para “melhorar” a situação do nosso personagem principal, seu melhor amigo, Ray Hueston (Zach Galifianakis), outro lunático talentoso, se torna seu braço direito nas “pseudo investigações”, uma espécie de Sherlock Holmes e o “caro” Watson.
Depois, todos os “mais próximos” de Jonathan começam a entrar na dança, isto é, até seu “chefe” vai ajudar com as “investigações”.
Aliás, acho que é a partir daí que a história de fato entra nos trilhos e começa a entreter.

Lembrei-me até do “Agente 86”…

Que a novata série de comédia tem um humor extremamente inteligente e que foge do estereotipado rótulo de “babaquices” americanas isso é ponto pacífico. De fato o roteiro em momento algum testa a inteligência dos que se propõem a vê-la, pelo contrário, os roteiristas se mostram cuidadosos com cada diálogo e os atores se dedicam ao máximo para que não transmitam a imagem de: “somos babacas”. É perceptível o compromisso respeitoso dos envolvidos na obra para com os seus telespectadores, e isso mostra o quão qualificada é a série, mas essa é apenas uma “obrigação” que deveriam ter todas as produções. Ou seja, “Bored to Death” só cumpre com um dos diversos quesitos do protocolo que muitas outras passam por cima como se não fosse essa uma parte importante do “todo”.

Como disse anteriormente, “Bored to Death” é de produção do canal HBO, o que já nos leva a pensar que “devemos” no mínimo dar uma atenção especial ao episódio inicial.
Haja vista obras anteriormente produzidas e exibidas pelo responsável canal em questão, como “In Treatment”, “Big Love” e “True Blood”.

Certamente correrei atrás dos episódios seguintes para melhor compreender o criador da série. Uma espécie de: “vou assistir mais um “pocadinho” para ver se a trama me convence… para ver se eu me encanto”. Rs
Foi assim com “Two and a half Men” e “The Office”, só depois de eu ter assistido uns quarto ou cinco episódio na sequência, que eu passei a compreendê-las e a admirá-las.
Quem sabe isso também não acontece com a novata “Bored to Death”?
Não foi paixão à primeira vista como aconteceu com “Community”, mas não posso de maneira alguma ignorar o fator “ paixão à segunda, terceira ou quarta vista”, rs, certo?

Aestreia de “Borad to Death” acontece hoje, dia 22 de novembro/09, a partir das 22h, pelo HBO.

Horário: domingo às 22h (HBO)
Horário Alternativo: terça-feira às 21h

Continuação… Medium é a bola da vez

sexta-feira - 20/novembro/2009

Como eu estava “falando” mais do que a boca no “post” acima, achei melhor continuar “matracando” “aqui” embaixo, rs…
O que esperar de “Medium” no sexto ano da série?
O de sempre?
Sim. E o que mais?
Bem…. agora é que vem a parte boa. A nova temporada vai explorar mais o lado “problemas’ em família do que “trabalho” de Allison….
Em “Déjà vu All Over Again” – S06E01 — após a complicada cirurgia no cérebro, a médium, já recuperada, parece ter “perdido” sua paranormalidade. Frustrada, Alisson começa a se sentir “impotente” por não mais sonhar … com não mais ajudar.
Já o seu marido Joe, parece estar curtindo essa “tranquilidade” em sua casa.
Tal “paz” não dura muito, pois logo Allison “descobre” que através de déja-vus, ela consegue “ajudar” os mortos.
Determinada a retomar suas “tarefas” cotidianas de outrora, a médium volta a trabalhar para a promotoria, contrariando a vontade de Joe.
Quando tudo parece estar caminhando como era antes do “incidente” ocorrido com Allison, um grave problema familiar vai virar de ponta cabeça a vida da família Dubois.
O sexto é focado na paranormalidade das filhas do casal, Allison e Joe; inclusive, sua filha Ariel, servirá de “receptáculo” de um espírito, enquanto as duas outras filhas, mostrarão que o dom da mãe, corre fortemente também em suas veias.

** Medium foi cancela da pela emissora NBC, no final da 5ª temporada, mas acabou sendo salva pela CBS, que em momento algum declarou seu arrependimento, pelo contrário, a emissora “salvadora da pátria”, está sorrindo às toa com a audiência positiva de “Medium” (média de 8 milhões de telespectadores), exibida nos EUA às sextas-feiras.

“Medium” estreia hoje (sexta-feira, dia 20 de novembro), às 22h, pelo Sony.

**Lembrando que a 6ª temporada da série estreou nos EUA no último dia 25 de setembro/09.

Impressionante como esta é uma série que prende minha atenção. Ela é bonita, singela, carismática… seu roteiro é praticamente o mesmo em todos os episódios, mas ainda assim  é uma série que surpreende pela força, pela determinação , e claro, pela estupenda atuação de Patricia Arquette. É incrível o trabalho desta atriz… simplesmente incrível e admirável. Aliás, os acadêmicos estão em falta com ela; o Emmy a premiou uma vez em 2005, e o Globo de Ouro só se apresentou através de indicações. Já está mais do que na hora de reconhecerem sua obra de arte esculpida com perfeição em “Allison”, sua personagem em “Medium”.
Horário: sexta-feira às 22h (Sony)
Horário Alternativo: sábado às 15h

A turma de Wisteria Lane está de volta!

quarta-feira - 11/novembro/2009

Depois de uma 5ª temporada arrastada e de um final “prá lá” de sem graça, as meninas de Wisteria Lane voltam para tentar recuperar seu prestígio há tempos esquecido por seus fãs.
A fim de honrar com seu passado de sucesso, os roteiristas de “Desperate Housewives” correm atrás de um prejuízo que talvez não possa ser recuperado.

Eu deixei de acompanhar “Desperate Housewives” durante o processo da 4ª temporada. Sei lá, o encanto da série se esvaiu de tal forma, que não mais conseguiu me prender a atenção. Lembro-me bem de correr feito uma louca para casa para não perder um só minuto da série, mas co o passar do tempo toda essa gana passou. Já nem ligava mais quando perdia alguma exibição. Não me preocupava nem de correr atrás de uma reprise… e assim o desinteresse aconteceu.
Passei a ignorar a “presença”, antes marcante, das meninas desesperadas de Wisteria Lane.
Assim como eu, pude constatar que outros fãs também desertaram, enquanto outros se mantiveram firmes e leais à sua série predileta, assim como minha amiga Léo. Em momento algum ela deixou de acreditar em “Desperate Housewives”. Quando todos criticaram o último episódio da 5ª temporada, ela partir feito uma leoa para cima de seus oponentes.
Não é questão de não enxergar o óbvio, é apenas questão de ver “beleza” onde muitos já não a vêem.

Cheguei a me colocar na posição dela. Pensei que se algo parecido acontecesse com a série que mais gosto, “Grey’s Anatomy”, eu também me manteria fiel à trama e lutaria com unhas e dentes contra os “críticos” mais ferrenhos.

O 6ª ano de “Desperate Housewives” que estreia hoje (quarta-feira, 11 de novembro 09), às 22h, pelo Sony, não desencanta seus fiéis escudeiros, mas deixa a desejar para os que antes acreditavam em sua grandeza.
Sem grandes surpresas e sem originalidade, o sexto ano da serie passa despercebido aos olhos dos mais críticos e cautelosos, pois não trás nenhum frescor ao já massacrado “conhecido”.

Mike se casa com Susan, que por sua vez ganha uma inimiga mortal, a Katherine.
Lynette, grávida de gêmeos, vai ter de atuar a decepção do marido que tinha certeza de que realizaria o sonho universitário.
Gabrielle, que a meu ver, era a estrela da série, vai continuar com uma singela coadjuvante de sua “sobrinha”.
E Bree, bem, essa é a única que ainda não me decepcionou, vai encarar seus desejos e ambições, colocando de lado sua meticulosa vida de “certinha”.
Ah! Uma nova família chega trazendo mistérios para uma rua já ofuscada pela displicência de seus roteiristas.

Embora possa “soar” como torcida contra, quero deixar claro que adoraria ver “Desperate Housewives”, que um dia já fez parte do meu top 10, se refazendo das próprias cinzas. Aliás, espero ver sua recuperação em breve, afinal de contas, a “tal” da esperança é a última que morre.

Horário: quarta-feira às 22h (Sony)
Horário Alternativo: domingo às 22h

Grey’s Anatomy está de volta com post de blogueira!

segunda-feira - 9/novembro/2009

Assim como eu, tenho “zilhares” de amigos viciados em “Grey’s Anatomy”, acontece que uma delas é verdadeiramente especial…. Eu e ela foamos uma espécie de “laço Greys”.
Fiz a “descoberta” da série e um dia pedi que ela assistisse também.
Sempre prestativa e extremamente atenciosa, ela mais do que depressa viu “Grey’s” e então…. o inevitável aconteceu: Esy, como gosta de ser chmada, se apaixonou!, rs.
É gente, é isto que acontece com quem se entrega de corpo e alma aos roteiristas de “Grey’s Anatomy”. Eles realmente sabem como mexer com o coração da gente…ai, ai…
Mas então, voltando ao assunto da minha amiga Esy… ela escreveu um post sobre a estreia da 6º temporada do sucesso de público e crítica, “Grey’s Anatomy” … achei tão bacana que não pude deixar de compartilhá-lo com vocês.
Ah!, e para quem é fã e ainda não sabe, o que eu duvido, a estreia é hoje (segunda-feira, 09 de novembro/09), a partir das 21h pelo canal Sony. Detalhe: o episódio de estreia é duplo co duas horas de duração.

FALA ESY…que nós te escutamos, rs

“Passei um final de semana inteiro pensando sobre como colocar no “papel” minha expectativa para a estréia de Grey’s Anatomy.

O final da 5ª. Temporada foi emocionante… até descobrir que o George morria.
Grey’s Anatomy não será mais a mesma sem o O’Malley. Pode até ser que a Shonda Rhimes (criadora e produtora executiva da série) ache um caminho, um jeito de nos distrair, mas minha sensação é de que sempre ficará um buraco. É como se alguma coisa estivesse fora do lugar.

Definitivamente, Grey’s encerrou um ciclo.
Nesta 6ª. Temporada, o desafio é grande. Temos a saída do T. R. Knight (George), a licença à maternidade de Ellen Pompeo (Meridith), a licença para o longa que Katherine Heigl tirou… Ou seja, dos 5 ex-internos da Bailey, Alex e Cristina são os únicos disponíveis em tempo integral. Ah! E Meredith e Derek finalmente se entenderam… outro grande desafio, já que o relacionamento dos dois é um dos pontos chave da série.

Estou me segurando pra não contar mais do que deveria… mas estou aqui para falar da estréia. Após toda a adrenalina do final de temporada, eu diria que foi boa. A impressão que tive é que trataram o assunto como se a missão do personagem George já estivesse cumprida. Como se não houvesse mais nada que ele pudesse acrescentar, como se ele não tivesse tido uma importância tremenda nas últimas 5 temporadas…
Ficou um vazio tão grande. Eu preferia que ele tivesse ido pra guerra no Iraque… assim teria a esperança de uma participação especial.

Mas em meio a toda a tristeza pela saída de T. R. Knight, houve um momento magnífico, que me fez lembrar o que mais amo neste série… a amizade mesmo em meio às diferenças. Quem diria que tanta coisa aconteceria a eles… A cena acontece durante o enterro do George… quando Izzie, Alex, Meredith e Cristina trouxeram Grey’s Anatomy em sua essência.

Enfim… Encerra-se um ciclo e um novo começa… ao final do segundo episódio, Chief Webber nos dá uma vaga idéia do que está por vir. Novos personagens nos aguardam e alguns episódios mais tarde (já que a série estréia hoje no Brasil), saberemos como Shonda conseguiu burlar as dificuldades, valorizar outros personagens e nos entregar alguns episódios memoráveis.

** Não pude deixar de comentar: eu achava que aquele drama interminável da Meredith e do Derek estava chato… mas a Meredith feliz é assustador.”Valeu Esy. “Brigadão”!

 

Horário: segunda-feira às 21h (Sony)
Horário Alternativo: domingo às 23h

The Good Wife: novata estreia hoje no Universal

segunda-feira - 9/novembro/2009

Típica série que chama a atenção do telespectador não só por seu roteiro, mas também por seus atores principais. Julianna Margulies (ex “ER”) e Chris Noth (Mr. Big “Sex and the City”), queridíssimos do público especializado (em séries, é claro) e respeitados por seus desempenhos em séries de sucesso são justamente os atores que encabeçam a novata.
É pouco?
Então “ouve” esse: entre os produtores da série estão os irmãos Scott, Ridley e Tony.
Ok, ok! Já entendi. Vale a pena dar um voto de confiança à novata.

O Universal Channel exibirá hoje (segunda-feira, 09 de novembro/09), às 22h, o primeiro episódio da 1ª temporada de “The Good Wife”

A história é conhecida mundialmente, mas a essência de “The Good Wife” mostra o outro lado da moeda.
Chris Noth é Peter, um político que se vê obrigado a renunciar seu cargo após  Ter seu nome envolvido em um verdadeiro escândalo sexual.
Julianna Margulies é Alicia, a esposa que não abandona seu marido, mesmo depois de toda a humilhação em público.
Determinada e cheia de garra, ela passa a ser a “chefe” de sua família após a prisão de seu marido.
Ainda ferida, humilhada e ridicularizada, ela resolve voltar aos tribunais.
Seu retorno será marcado pela luta em conquistar o respeito profissional de seus colegas de trabalho, e claro, o respeito como mulher em uma sociedade “ainda” machista e cheia de preconceitos.

O episódio “Piloto” mostra uma Julianna como há tempos não víamos; tempos em que semanalmente ela dava o ar de sua graça como a enfermeira Carol de “ER”. Juliana mostra que talento não se perde com o tempo e dá um verdadeiro show na pele de Alicia.
Sabe quando um ator te convence de verdade de que aquele personagem existe de verdade. Que aquele personagem de fato sofreu, amou, vibrou, chorou, sorriu, venceu?! Sabe?
Pois então, Julianna nos convence de que “Alicia” existe, e por esse motivo ela emociona.

Como bem disse uma amiga minha, a Wandry, “The Good Wife” não é nem de longe uma daquelas séries que deixam os fãs ansiosos/nervosos e curiosos, não. Mas ela também não deixa de fazer com que o telespectador queira ver mais episódios.

Horário: segunda-feira às 22h (Universal Channel)
Horário Alternativo: domingo às 19h

Curb Your Enthusiasm: nova temporada!

segunda-feira - 9/novembro/2009

É hoje!!!
A diversão volta a invadir a grade de programação do HBO, e para os que possam imaginar que o sétimo ano não conseguirá mais prender a atenção de seus telespectadores, um aviso: “A 7ª temporada de “Curb Your Enthusiasm” não só dá conta do recado como ainda consegue atrair mais fiéis à trama.
Impressionante?
Isso é pouco para a série que tem como estrela o cocriador e coprodutor da série mais assistida na década de 90, “Seifeld”. Larry David, que durante nove anos sentiu de pertinho o que é ter sucesso, não quis ficar longe dele, e claro da “bufunfa” que ao lado dele caminha,  e com uma inteligente parceria com o canal americano HBO, produziu um “documentário paródia” em 1999, que deveria ir ao ar apenas como sendo um programa especial intitulado “Larry David: Curb Your Enthusiasm”, porém o resultado da produção foi tão positivo que acabou rendendo a feitura de uma série, “Curb Your Enthusiasm” que já está em seu sétimo ano.
Super bacana!
Quem nasceu com a genialidade de Larry, não pode viver no anonimato. É ou não é?

Apesar de ser considerado um “SITCOM”, eu ainda assim a chamo de série, portanto peço que não se incomodem com esse meu “tratamento”, é apenas uma questão de dar preferencia ao mais comum… ao costume.

(Detalhe: a série étambém conhecida como “Seura a Onda”)

Assim como sua outra grande idéia e produção, “Seinfeld”, Larry faz de “Curb” “o nada que versa sobre o que nada se sabe e o que nada se entende, entendendo tratar-se do nada que se confunde com o tudo, e o nada”. SUPER SIMPLES!!! Rs.
O fazer sem esforço é a beleza da atração.
O entreter com a simplicidade do “nada” é a essencial do esplendor “Curb Your Enthusiasm”.

Larry é Larry em uma versão “igual, porém extremamente diferente” do que é ele de fato na vida real. É o que queria ou deveria NÃO/SER não podendo deixar de ser o que na verdade o é.
É isso gente. Algo simples e divertido. Inteligente e sarcástico.

A sacada da nova temporada está num passado não tem distante: “Seinfeld”!
Isso mesmo.
A partir do terceiro episódio da 7ª temporada, os fãs da saudosa trama de sucesso da década de 90, bem como os fãs do sucesso atual “Curb”, poderão curtir lembrar/relembrar e se divertir com “THE REUNION”, “A Reunião”, título do episódio em questão, que faz jus ao nome por sua essência: o elenco de “Curb” + o elenco de “Seinfeld”.
Fantástico é pouco.
Memorável talvez chegue mais perto da correta definição para tal união.

Bem, o que interessa é o seguinte: Se você for fã de carteirinha de Larry David, não perca a nova temporada, ok?
Se você for fã incondicional de “Seinfeld”, não perca a 7ª temporada de “Curb Your Enthusiasm”.
Se você for um série maníaco de plantão, não perca o sétimo ano da trama de Larry David.

Ou seja… de um jeito ou de outro, você não pode percar a nova temporada de “Curb Your Enthusiasm” que estreia hoje, segunda-feira, dia 09 de novembro/09, às 20h30, pelo HBO.

Em “ Funkhouser’s Crazy Sister” –  S07E01 — Marty Funkhouser pressiona Larry sobre sua irmã doente mental. Temendo que os resultados da biópsia de Loretta apontem um resultado positivo, Larry quer rapidamente romper com ela para evitar ter que cuidar dela. (só ele mesmo, rs)

** Lembre-se: a partir do dia 23 de novembro, o elenco de “Seifeld” (Jerry Seinfeld, Jason Alexander, Julia Louis-Dreyfus, Michael Richards) se juntará ao elenco de “Curb”. Imperdível!

Horário: segunda-feira às 20h30 (HBO)
Horário Alternativo: quarta-feira às 22h45 (HBO)
                                domingo ao 12h (HBO2)

Glee – a busca por um sonho começa hoje

quarta-feira - 4/novembro/2009

Oh não, mas um “High School Music”?
Acalmem-se, “Glee” é uma delícia, pelo menos para os amantes de música, fantasia e adolescentes, rs.
Will Schuester (Matthew Morrison) é um dedicado professor de espanhol que decide fazer com que a escola em que tralha, e que também se formou, volte a participar, e a ganhar, é claro, de concursos musicais. Preocupado com o futuro de sua família, e após receber tantos “desestímulos” por parte da direção do colégio que só patrocina cheerleaders e seu time de futebol, Will, mesmo já tendo iniciado um grupo de adolescentes “não populares” ao chamado Glee Club, decide abandonar o projeto.
Não satisfeita com a atitude de Will, Rachel (Lea Michele), a mais empenhada das alunas do clube, sugere aos outros cinco integrantes que continuem mesmo sem o professor. Inicialmente Finn, por quem é apaixonada, se recusa a continuar, visto que só entrou para o projeto depois de ter sido “ameaçado”, no bom sentido, por Will. Depois a história muda, Finn percebe que o que Rachel disse é a mais pura verdade, ele de fato é um excelente cantor, melhor até que jogador de futebol, sua principal atividade dentro da escola.
Motivados pela singela inspiração e pelo sonho de se transformarem em “os populares” da escola e dos EUA, a turma formada por Arty, Tina, Mercedes, Kurt, Finn e Rachel, promete encantar os telespectadores com suas lindas vozes.

O episódio piloto da série já mostrou a que veio, e já conquistou um público cativo nos EUA, resta agora saber que os brasileiros também se renderão aos talentos embutidos em “Glee”.
Em principio pensei se tratar de uma “sériezinha” sem sal e sem açúcar, do estilo “High School” mesmo. Cheguei a cogitar a idéia de nem assistir ao episódio piloto, mas fiquei possuída pela culpa. Êh maniazinha de julgar antes de conhecer. Eu tento melhorar, mas é difícil. É da natureza do ser humano olhar com olhos de desdém o que não quer conhecer, mas basta uma simples “espiadinha” para sua opinião mudar. Pode ser que “Vocês” não curtam “Glee”, mas PCO que ao menos concedam uma oportunidade à novata que é uma mistura de musical, comédia e fantasia.

Que atire a primeira pedra quem, enquanto criança ou adolescente, não sonhou ser um astro do rock, um uma super estrela de Hollywood? Atire a primeira pedra quem nunca sonhou em ser reconhecido por fazer algo admirável… em ser bom em alguma coisa.

Eu, por exemplo, sempre quis ser médica. Meu sonho era me transformar em uma médica cirurgiã plantonista. Nada de consultórios, apenas casos urgentes em que eu pudesse de fato salvar vidas. Pudera eu ter tido a chance de segurar em minhas mãos o coração de um transplantado para depois dizer: olá, o senhor está bem com seu novo coração?
Ou ainda poder dizer: acorde, sua mãe quer te fazer uma visita. Saiba que a operação foi um sucesso.

Infelizmente na escola em que estudei, não tive professor de matemática da quinta à oitava série, e quando fui para o colegial, minha turma estava super adiantada, e eu não sabia nada de matemática. Resultado: sou uma verdadeira azêmola em matemática, química, física… jamais poderia ser médica.
Foi então que decidi: “Serei atriz, assim poderei ser médica quantas vezes eu quiser.”
Infelizmente também não deu certo.
“E cantora?”
Também não… não tenho pai famoso, ou mesmo quem indique, rs… não ia rolar.

Cá estou eu, já adulta, com quase 31 anos nas costas, sem ser médica/sem ser atriz, rs.
Mas quem disse que nas horas vagas não sonho em como poderia ter sido.
Quem disse que não canto em frente ao espelho com uma escova de cabelo nas mãos como se microfone fosse?
E se eu não tivesse desistido tão fácil. E se eu tivesse corrido atrás como fez a personagem Rachel de “Glee”… e se… e se…

O que me importa hoje, é viver bem e saber que posso sim ter meus momentos de ilusão, de fantasia e de sonhos graças aos roteiristas de grandes filmes, séries… graças aos autores de lindas e emocionantes peças teatrais…lindas músicas…
Eu gostei de “Glee” por toda a ternura existente em um adolescente ingênuo, que vê em seu presente a mais pura esperança para um futuro brilhante e feliz. Gostei de “Glee” por ter conseguido me tirar da dura realidade, mesmo que por minutos. Gostei de “Glee” por ter me feito relembrar da esperança e da vida que em mim existia quando era uma sonhadora adolescente.

Sei que muitos discordarão de minha opinião. Dirão que a série é chata, e que não passa de uma novelinha global do estilo “Malhação”, mas ainda assim, não me envergonho de dizer que ao assistir “Glee”, esqueço que tenho quase 31 anos e me imagino aos 15, quando ainda tinha o frescor de ser quem eu quisesse ser.
*** Para variar, algo me chateia. A FOX irá exibir “Glee” a partir de hoje (quarta-feira, dia 04 de novembro/09), às 22h, e é isso que não entendo. Como é que uma série voltada ao público adolescente pode ser exibida em um horário tão ingrato? Será que já não basta exibir suas séries na versão dublada, é preciso também avacalhar no quesito “horário de exibição”?

É possível acreditar que há vida inteligente no comando da programação do canal em questão?
Fala sério?!

*** A atriz Lea Michele, intérprete da personagem Rachel, é conhecida por suas participações em musicais da Broadway, especialmente por seu desempenho em Spring Awakening.
*** Devido ao mega sucesso, a série já garantiu temporada completa com 22 episódios.

Horário: quarta-feira às 22h (FOX)

Trauma – Drama médico estreia hoje

quarta-feira - 4/novembro/2009

É possível esperar que uma série seja um espetáculo após ela ter recebido ordem de cancelamento nos EUA?
Após nove episódios, “Trauma” recebeu a autorização que todas as séries “novatas” esperam receber: a produção de mais 4 episódios. Teria sido a melhor notícia para os envolvidos em uma das mais caras produções já vistas no “fantástico mundo das séries, não fosse a “bad news” (má notícia) recebida na seque: a de que a série havia recebido a ordem de cancelamento após seu 13º episódio da primeira (e única) temporada.

Resta afora definir se foi ou não justo o tal cancelamento, certo?

Pois então, muitos dos meus amigos série maníacos não curtiram a trama. Consideram-na frágil em seu quesito mais importante: ROTEIRO
Também não aprovaram os personagens “prá lá” de clichês.
outro fator negativo, aos olhos de alguns destes meus amigos, foi a falta de compromisso e atenção com os “casos” escolhidos justamente como “casos” do episódios. Ou seja, os socorridos em nada acrescentam à trama, e os dramas particulares de cada um dos personagens principais não conseguem em absoluto chamar a atenção dos mais exigentes telespectadores/série maníacos de plantão.
Mas e eu… eu gostei de “Trauma”?
Não posso dizer que amei, mas também não posso simplesmente me unir ao grupo dos que não gostaram, e explico o porquê:
Sou uma apaixonada inveterada por séries de drama médico, isto é, por pior que ela seja, eu sempre irei vê-la com olhos ternos, sem julgamentos.
Entretanto, não posso ignorar tudo o que foi dito de negativo sobre “Trauma”. É preciso sempre manter a mente aberta seja para críticas, seja para elogios.
Não posso me trancafiar no mundinho “está tudo perfeito” em todas as séries só porque gosto do gênero.
Tenho a noção de que nem todas as séries de drama hospitalar são boas como “Grey’s” e “ER”, porém consigo entender que nenhuma obra conseguirá substituir outra. Cada um com sua cada qual.

Eu gostei de “Trauma” porque o episódio piloto contou com um algo que não estamos acostumados a ver em dramas médicos: os efeitos especiais.
Amei acena do choque aéreo entre dois helicópteros. ANIMAL!!!
Claro que os recursos para a utilização de efeitos especiais utilizados em uma série não são, e nem podem ser equiparados aos utilizados em longas. O que estou dizendo é que há tempos não via uma sequência tão empolgante em uma série que não fosse policial.

“Trauma” não vingou por “n” motivos, mas o que mais motivou o cancelamento foi alto custo de produção de cada um dos episódios.
Se o problema fosse apenas o roteiro, os roteiristas dariam decerto um jeitinho.
Se o problema maior fosse a mesmice de personagens “prá lá de manjados”, os roteiristas também dariam um jeitinho, mas eles jamais conseguiriam modificar a essência da produção, jamais conseguiriam transformar episódios repletos de ação e explosões em singelas dores de barriga. Não poderiam transformar o piloto de “Trauma” em uma temporada de “Three Rivers”, entendem.
Foi então, que sem saída racional para um enorme problema financeiro, o canal NBC resolveu por bem cancelar “Trauma”.

Ao contrário de muitos, sentirei falta da novata… frágil ou não, repleta de clichês ou não, ela me cativou  por ser exatamente assim: uma série “à la sessão aventura”. Não vale um Box mas “Vale a pena ver de novo”, rs.

Em “Pilot” – S01E01/13 – Uma equipe de paramédicos de San Francisco City Hospital resgatam  por terra, por mar ou por ar, sempre agindo contra o tempo, os integrantes desta equipe se arriscam dia e noite para salvar vidas. Neste episódio, a tragédia atinge gravemente alguns dos membros desta equipe. Um após o trágico acidente aéreo, o único sobrevivente volta às ruas, causando alvoroço e preocupação em parte da equipe.

O elenco conta com: Derek Luke, Cliff Curtis, Anastasia Griffith, Aimee Garcia, Kevin Rankin e Jamey Sheridan

Conselho: não embarquem na minha. É melhor que fiquem com a opinião massacrante dos meus amigos que nada gostaram de “Trauma”, pois desta maneira, não ficarão chateados com a partida precoce de uma novata sem personalidade.
** A produção de “Trauma” é de Peter Berg (“Friday Night Light” e “Chicago Hope”)
Horário: quarta-feira às 21 (Warner)

Three Rivers: estreia hoje

quarta-feira - 28/outubro/2009

A novata “Three Rivers” estreia esta noite (quarta-feira, 28 de outubro), a partir das 23h, pelo universal Channel sua 1ª temporada.

A série vai mostrar o dia-a-dia de uma equipe médica responsável por realizar transplantes em um hospital que considerado o melhor dos EUA.
O piloto não é marcante o suficiente para causar paixão, mas cumpre com seu propósito e faz com que o telespectador se interesse, de leve, pelo episódio dois.

O elenco conta com Katherine Moennig , a Shane da extinta “The L World”. E ainda, Alex O’Loughlin, da extinta Moonlight) e Alfre Ette Woodard  (Desperate Housewives).

“Three Rivers” estreou nos EUA no último dia 04 de outubro, e exatamente por esse motivo, não há como prever se ela conseguirá ou não uma segunda temporada.

Em “Place Of Life” – S01E01 — Depois de sofrer um ataque do coração, a vida de uma jovem mulher grávida está em jogo e a única maneira de salvá-la é submete-la a um transplante de coração. A família de um possível doador se nega a doar os órgãos. Andy corre contra o relógio para salvar a vida da jovem grávida. Um outro caso chega ao hospital, mas transplante não resolverá o problema.

** Falha minha: infelizmente não conseguirei escrever mais a respeito da série, como faço de costume, porque estou atolada “aqui” no trabalho. Desculpa galera.

Horário: quarta-feira às 23h (Universal Channel)
Horário Alternativo: sábado às 19h

Warehouse 13 – Novata estreia em prime time

segunda-feira - 26/outubro/2009

A novata acaba de encerrar sua temporada de estreia nos EUA, e ao que tudo indica, conseguirá renovação para o segundo ano.
Foram 12 episódios de ficção científica pura.
Uma espécie de “Arquivo X” e “Bones”
“Arquivo X” pelos mistérios paranormais;
E “Bones” pela dupla impagável.

Quando comecei a assistir ao episódio duplo de estreia logo pensei: Putz, uma hora e quarenta e cinco minutos de uma novata que nem sei se vale a pena?!”
Minutos depois eu estava praticamente dentro da tela do computador, torcendo para que o episódio duplo se estendesse para três, quatro horas. Ok,  exagerei um pouco, rs…
O que quero dizer é que o “novo” me surpreendeu positivamente, fazendo com que me envolvesse na trama e que quisesse ver  mais e mais episódios.
A ficção reúne diversos gêneros sem perder sua essência, sua natureza. Ora é cômica, ora é dramática, ora é enigmática e ora é previsível, entretanto, mesmo tendo seus momentos “clichês”, ela não peca no quesito dinamismo.
Ela é ágil e tecnicamente falando, impecável. Consegue prender a atenção dos que se dispõe a entendê-la, e não deixa a mesmice tomar conta dos seus diálogos.

“Warehouse 13” não vai e nem pode ser comparada aos novos projetos que prometem substituir os mistérios que envolvem a ilha de “Lost”, mas é possível afirmar que ela chegou a fim de conquistar seu lugar ao sol no ranking das melhores séries de ficção/comédia dramática.

Eu gostei e recomendo uma espiada. Que sabe você não se encanta pela novata assim como aconteceu comigo?
Não é nenhum fenômeno, não é nenhuma “coisa do outro planeta”, ou algo tão inovador que nos faça gritar aos quatro ventos o quão excepcional ela é, maaaassss, com sua humildade a novata “Warehouse 13” cumpre com seu objetivo inicial que é entreter os famintos” séries maníacos com excelência, dentro de seus limites, é claro.

Em Resonance” – S01E01 e 02/12 – Os agentes secretos Peter e Myka são recrutados por uma agencia do governo ainda mais secreta do que a que os emprega. Desconfiada e nada confortável com a situação de imposição, Myka (Joanne Kelly) tenta se livrar da nova “função” para voltar ao seu antigo e saudoso posto, o de agente secreta em Washington DC, enquanto Peter ( Eddie Mcclintock), um homem sensitivo e com um senso de humor “prá lá” de irritante aos olhos de Myka, passa a se interessar pelas misteriosas teorias que envolvem o Armazém 13, contadas e demonstradas por Artie (Saul Rubinek).
Myka, que mal consegue ficar ao lado de Peter, acaba percebendo que dentro do “galinha de plantão”, há um coração bom, cheio de disposição e coragem, o que a deixa vulnerável e mais emotiva.
Bom para ela, rs.

Ela: durona e cheia de racionalidade.
Ele: simpático e sensível

Não tem como não lembrar de Brennan e Booth (“Bonés”)

Estreia hoje (segunda-feira, dia 26 de outubro/09), a partir das 23h, a novata “Warehouse”, pelo Warner Channel.
Detalhe, em episódio duplo.

Horário: segunda-feira às 23h (Warehouse)